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quinta-feira, 23 de abril de 2015

John Travolta defende Cientologia contra acusações de documentário

A matéria foi publicada no Brasil Post:

John Travolta diz que segue a Cientologia porque "funciona"

O ator John Travolta, uma das mais famosas personalidades da Igreja da Cientologia ao lado de Tom Cruise, afirmou nesta segunda-feira que a ignorância está por trás das críticas a esta crença e que a segue porque "funciona". O ator defendeu a Cientologia em declarações concedidas ao programa Good Morning América, da emissora americana ABC, enquanto fazia a promoção de seu próximo filme, The Forger.

Travolta rebateu as recentes desqualificações contra a Cientologia motivadas pela estreia na HBO do documentário Going Clear: Scientology and the Prison of Belief, no qual um grupo de antigos fiéis dessa crença, entre eles o diretor de cinema Paul Haggis, falam dos supostos maus-tratos que sofrem seus membros. "Fui parte (da Cientologia) durante quarenta anos, desfrutei cada minuto e a minha família também. É algo fantástico pra mim, salvei vidas, salvei minha própria vida em várias ocasiões", disse Travolta, que considera que a campanha de desprestígio ocorre porque "quando algo funciona bem se transforma em alvo de crítica".

O ator afirmou que foi sua fé que o ajudou a superar a perda de seu filho Jett, morto por uma apoplexia em 2009, com apenas 16 anos, e convidou a audiência do Good Morning America a se informar antes de opinar sobre o assunto. "As pessoas não a compreendem. Tem que levar um tempo e ler um livro, esse é meu conselho. A menos que façam isso, elas estarão especulando. Acho isso um erro", defendeu.

Em Going Clear: Scientology and the Prison of The Belief são relatados abusos físicos e psicológicos como parte do funcionamento dessa religião, criada em 1954 pelo escritor americano L.R Hubbard, além das pressões sofridas pelos fiéis que resolvem abandoná-la.

Essas pessoas passam por um processo de "desligamento". Qualquer parente ou amigo que pertence à Cientologia é obrigado a lhe dar as costas. Certos castigos podem ser muito humilhantes, como limpar o chão de um banheiro com a língua.

Boa parte do documentário trata sobre o papel de Cruise e Travolta na hora de recrutar membros, obter fundos e de como a organização controlou as vidas de ambos. A Igreja da Cientologia qualificou o Going Clear: Scientology and the Prison of The Belief de "propaganda de primeira categoria", baseado em comentários de pessoas desonestas, hipócritas e que atuam de forma oportunista.



sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Chega ao Brasil livro que expõe os intestinos da Cientologia

Matéria publicada na Carta Capital de 08/01/14

Célebres fanáticos

Jornalista investiga as acusações de mortes, escravidão e tráfico humano contra a Cientologia nos Estados Unidos

Francisco Quinteiro Pires

Desde janeiro passado, quando publicou nos Estados Unidos um livro sobre as práticas absurdas da Cientologia, Lawrence Wright espera um revide contundente. Ações judiciais são o principal recurso dos cientologistas contra os seus críticos. O propósito é, segundo Wright, “atormentar”, “desestimular”, e não ganhar uma causa. “Até agora recebi apenas ameaças de processo”, diz. “A igreja conseguiu assustar as minhas editoras na Grã-Bretanha e na Austrália, mas nutro a esperança de que a obra seja lançada nesses países.”

A Prisão da Fé Cientologia, celebridades e Hollywood (Companhia das Letras, 600 págs., R$ 54) mostra como a igreja exige dos seus integrantes uma reorientação radical de vida. De acordo com Wright, não há uma conversão. O mais comum é a aceitação gradual de proposições extravagantes, graças à promessa de poder e enriquecimento. Essa religião oferece aos fiéis o aumento da inteligência e a conquista da imortalidade. “A Cientologia recruta as celebridades e se esforça para fazê-las se sentirem como reis. Por muito tempo houve a lenda de que ela tinha uma rede secreta de contatos que ajudava aspirantes a artistas a se transformarem em grandes estrelas. A afiliação dos atores John Travolta e Tom Cruise, assim como de outros nomes populares, deu credibilidade a essa bravata.” Desde a sua fundação há quase 60 anos em Los Angeles, na Califórnia, a igreja atrelou o seu prestígio aos astros de Hollywood. Atualmente, ela acumula cerca de 1 bilhão de dólares em ativos líquidos e diz ter mais de 8 milhões de seguidores pelo mundo (as sedes brasileiras se localizam em São Paulo e no Rio de Janeiro). Segundo a Statistical Abstract of the United States, somente 25 mil americanos se identificam como cientologistas, o equivalente à metade da população definida como rastafári.

Wright pôde publicar o livro nos EUA sem sofrer assédio legal por estar amparado na Primeira Emenda da Constituição, protetora da liberdade de expressão e do livre exercício religioso. Os cientologistas a invocam para se blindar contra condenações por práticas abusivas, contrárias às leis do trabalho e tráfico humano. A Cientologia obteve status de religião após seus integrantes abrirem mais de 2 mil processos contra o Internal Revenue Service (IRS), a receita federal americana. As ações judiciais eram uma reação ao pedido de pagamento de cerca de 1 bilhão de dólares de impostos devidos pela igreja. Encurralado, o IRS baixou o montante para 12,5 milhões de dólares. Reconhecida como organização religiosa, a Cientologia tem isenção fiscal ao receber doações e prestar certos serviços.

“A Primeira Emenda torna difícil o trabalho das autoridades quando o assunto é religião”, diz Wright. “O FBI abortou a sua investigação sobre a igreja depois de um tribunal julgar que certas práticas questionáveis nos altos escalões do clero, como confinamento involuntário e abuso emocional e físico, poderiam ser consideradas atividades religiosas.” O jornalista refere-se à operação de busca e apreensão feita em 1977 pelo FBI em imóveis da igreja onde seus integrantes eram encarcerados ilegalmente. Nenhuma das pessoas encontradas no escuro, com trapos sujos atados às mãos, pediu socorro à polícia federal americana. Esse procedimento chocante seria necessário para disciplinar os cientologistas heterodoxos.

Wright compartilha o espanto de ex-seguidores com a impunidade da igreja garantida pela lei. Em um livro de memórias publicado neste ano, Jenna Miscavige Hill, sobrinha de David Miscavige, o líder da Cientologia desde 1986, relata a sua experiência sob as regras alienantes da igreja, à qual se filiou criança. Jenna conta ter sido vítima de confinamento e de trabalhos forçados, parte do contrato de 1 bilhão de anos de serviços que teve de assinar para ser funcionária. “A igreja é uma organização perigosa, cujas crenças permitem que ela viole direitos básicos e cometa crimes contra a humanidade. É um mistério como pode agir impunemente na nossa sociedade atual”, escreve em Beyond Belief: My Secret Life Inside Scientology and My Harrowing Escape.

Alguns dos mais de 250 entrevistados por Wright para o livro, cuja origem foi uma reportagem na The New Yorker em 2011, relataram ser alvo de agressões pelo tio de Jenna. Apesar de o amigo Tom Cruise descrevê-lo como um dos homens mais “competentes”, “tolerantes” e “inteligentes” do mundo, Miscavige teria um temperamento explosivo e bateria nos seus subordinados. Segundo ex-funcionários da igreja, o líder da instituição foi o supervisor do tratamento da atriz Lisa McPherson, morta após um colapso mental em 1995. Alimentada com um conta-gotas e presa numa solitária, McPherson sofreu embolia pulmonar e tornou-se um dos nove integrantes da igreja a falecer misteriosamente na sede de Clearwater, Flórida. Os cientologistas fizeram um acordo com a família da atriz após o legista do caso determinar que a morte ocorreu por acidente.

A fim de publicar A Prisão da Fé na Inglaterra, Wright teria de alterar o texto para se proteger de processos por calúnia. A estratégia foi adotada pelo jornalista John Sweeney em The Church of Fear, Inside The Weird World of Scientology, lançado à época de A Prisão da Fé. O livro de Sweeney parece redigido por um advogado, segundo a revista The Economist, “um sinal de que o sistema legal inglês limita os escritos sobre pessoas controversas e litigantes”. Vencedor do Pulitzer Prize por O Vulto da Torres, A Al-Qaeda e o Caminho até o 11/9 (2006), Wright diz que a denúncia não era sua prioridade. Ele passou boa parte da carreira “examinando os efeitos de crenças religiosas sobre a vida das pessoas”.

A Cientologia tornou-se atraente por ser “estigmatizada” e ter “um papel descomunal no elenco das novas religiões que surgiram no século XX e adentraram o XXI”. O jornalista usou como fio condutor o rompimento de Paul Haggis com a Cientologia em 2009. Diretor e roteirista de Crash, No Limite, premiado com o Oscar de melhor filme em 2006, Haggis entrou na Igreja aos 21 anos e ali permaneceu por três décadas e meia. Com o auxílio dos cientologistas, conseguiu os primeiros trabalhos. Tempos depois, foi admitido em Hollywood, trajetória parecida com aquelas de Travolta e Cruise. Pai de duas lésbicas, Haggis abandonou a religião porque ela apoiou uma lei contrária ao casamento gay na Califórnia.

Haggis prevê perseguição nos próximos anos. A intolerância com o dissenso marca a Cientologia, nascida com o seu fundador, L. Ron Hubbard (1911-1986), pseudocientista e escritor. Exaltado falsamente como herói de guerra, Hubbard era sexomaníaco e espancava as esposas. Em obras como Dianética, O Poder da Mente sobre o Corpo (1950), desenvolveu teorias sobre a imortalidade da alma ao reciclar, sobretudo, conceitos de Sigmund Freud. Embora a Cientologia não exija crença em um deus (a cruz, um de seus símbolos, não tem ligação com o cristianismo), Hubbard se apresentou como déspota de um pequeno reino.

Ele apregoou que um indivíduo se libertaria das leis da matéria, do espaço e do tempo se participasse das audições, aconselhamentos pagos conduzidos por alguns funcionários da igreja. Se o pagante não alcança o sucesso espiritual, o problema é o contato com “as pessoas supressivas”, os críticos da Cientologia. “O indivíduo tem de cortar relações com os desafetos da igreja, mesmo que seja sua mãe, esposa ou filha”, diz Wright. “É preciso escolher entre o amor das pessoas mais próximas ou uma promessa de salvação.” Wright duvida que a Justiça mude a atuação questionável da igreja. “Apenas a informação pública pode fazer isso.”



terça-feira, 18 de junho de 2013

Jornal pede perdão a aliens por tê-los associado à Cientologia

O "The Sun" é um jornal britânico mais conhecido pelo seu sensacionalismo do que propriamente pela seriedade das suas matérias. Só que vende pra caramba!

No dia 8 de junho de 2013, o tabloide publicou uma notícia supostamente exclusiva anunciando que "6 discos voadores prateados foram vistos sobrevoando a sede da seita Cientologia no Reino Unido", com o subtítulo "Encontros Imediatos do Grau Absurdo".

Para quem está chegando à Terra agora, a Cientologia é uma seita mais conhecida pelos seus adeptos que são estrelas de Hollywood, como Tom Cruise, que é, muito provavelmente, o seu maior divulgador no mundo.

Como era de se esperar, os líderes britânicos do culto não ficaram nada satisfeitos com a matéria, comprovando mais uma vez (involuntariamente) que fanatismo e senso de humor não combinam.

Os cientólogos exigiram, então, um pedido de desculpas formal do periódico "The Sun".

Registre-se que, estranhamente, eles não exigiram pedido de desculpas para a notícia de que a cientologia busca criar super-homens, talvez porque quem a publicou foi a Época Negócios. Com a Globo ninguém mexe!

Já o tabloide britânico não pestanejou: publicou imediatamente as tais desculpas exigidas pela Cientologia. Só que com um pequeno detalhe que deve ter deixado eles ainda mais furiosos...

Como você pode ver na réplica do jornal abaixo, o pedido de desculpas foi dirigido não aos seguidores da seita, mas aos alienígenas, com os seguintes dizeres: "atendendo aos advogados da Igreja, nós pedimos desculpas a qualquer forma de vida extraterrestre por tê-los associado à Cientologia".



Cá entre nós, este deve ser muito provavelmente o melhor pedido de desculpas que um jornal já deu a quem quer que seja em qualquer canto do universo.


Fonte: The Atlantic Wire


terça-feira, 4 de junho de 2013

Filme inspirado no fundador da Cientologia fica no meio termo

Crítica do filme "O Mestre", assinada por Luciano Buarque de Holanda e publicada no jornal Valor Econômico de 31/05/13:

'O Mestre' é sutil com religião

As sequelas da Segunda Guerra Mundial parecem ser o menor dos problemas de Freddie Quell (Joaquin Phoenix), ex-fuzileiro naval incapaz de se reintegrar à sociedade. Ele sofre de alcoolismo, agravado pelo hábito de "batizar" seus drinques com perigosos ingredientes químicos, como solvente de tinta. Seu errático comportamento também envolve episódios de compulsão sexual e violência. Esse delinquente incorrigível tem os genes de um pai que bebeu até morrer e uma mãe psicótica, há muito internada em um hospício.

No fundo do poço, Quell vaga sem rumo até embarcar de forma clandestina em um iate. Ele acorda na manhã seguinte sem ideia de onde se encontra, porém é bem recepcionado por um homem que se apresenta como dr. Lancaster Dodd (Philip Seymour Hoffman), não apenas o comandante da embarcação, mas também, em suas palavras, "um escritor, médico, físico nuclear, filósofo teórico" - ele é o líder de um culto chamado "a causa", que prega a cura de indivíduos por meio de uma terapia experimental de vidas passadas. Em Quell, ele vê uma cobaia para testar novas teorias que pretende fundamentar em um livro. O protagonista será, portanto, submetido a um exaustivo processo de lavagem cerebral.

Qualquer relação entre "a causa" e a polêmica cientologia não é mera coincidência. O diretor Paul Thomas Anderson (de "Magnólia", 1999) assume que muito de Dodd foi inspirado em L. Ron Hubbard (1911 - 1986), fundador da igreja que tem seguidores famosos como Tom Cruise, John Travolta e Juliette Lewis. Entre as acusações contra a cientologia estão a de que seria caça-níquel e potencialmente alienante. Na França, há um ano, a igreja foi condenada por fraude e formação de quadrilha.

No entanto, "O Mestre" não é um ataque frontal. O longa toca em pontos sensíveis da doutrina, mas não nega sua qualidade redentora. Quell não será necessariamente uma vítima de Dodd, mas, sim, um protegido, lançando a uma oportunidade de encontrar seu lugar no mundo. O próprio diretor diz que o livro "Dianetics", de Hubbard, lhe proporcionou interessantes insights numa época de sua vida. Anderson também é bem relacionado com cientologistas - e isso pode ter influenciado em sua cautela. Tom Cruise, que atuou em "Magnólia", chegou a comparecer a uma sessão prévia particular de "O Mestre".

Por sua atuação, Phoenix concorreu ao Oscar de melhor ator e merecia ter ganhado. A Academia também indicou os coadjuvantes Philip Seymour Hoffman e Amy Adams, que faz a manipuladora mulher de Dodd.

"O Mestre"
EUA - 2012. Dir.: Paul Thomas Anderson. Distribuição: Paris Filmes / AA+

AAA Excepcional / AA+ Alta qualidade / BBB Acima da média / BB+ Moderado / CCC Baixa qualidade / C Alto risco



sábado, 30 de junho de 2012

Cientologia teria causado divórcio de Tom Cruise e Katie Holmes


Parece que chegou ao fim o casamento que já parecia esquisitão desde que Tom Cruise pulou no sofá de Oprah Winfrey para mostrar que estava apaixonado por Katie Holmes.



A cientologia, religião da qual Tom Cruise é uma espécie de "embaixador mundial", parece estar no centro do furacão matrimonial, segundo apurou o site de celebridades TMZ, que não costuma errar o alvo, em notícia publicada no Terra:

Religião pode ser causa do divórcio de Tom Cruise e Katie Holmes

O motivo para o fim do casamento entre Tom Cruise e Katie Holmes pode ter sido a discordância de ambos sobre a Cientologia e o temor da atriz de que a filha deles, Suri, se envolvesse demais com a religião, informou nesta sexta-feira (29) o site TMZ.

Katie, ao contrário de Cruise, nunca se comprometeu 100% com a Cientologia e não quer que a filha siga o mesmo caminho do pai.

A atriz, de 33 anos, pediu a custódia legal da filha de seis anos no processo de divórcio - documentos que foram apresentados nesta sexta-feira em Nova York -, especialmente porque, segundo o site, não deseja que Cruise controle as decisões sobre ela que tenham a ver com a religião.

A Cientologia, religião criada por L. Ron Hubbard que surge da fusão de princípios e práticas do budismo e do hinduísmo com o conhecimento e tecnologia ocidental, defende o homem como um ser imortal e espiritual, e acredita na reencarnação.

O processo movido por Katie cita "diferenças irreconciliáveis" para solicitar o divórcio e acabar assim com o casamento de cinco anos. "Este é um assunto pessoal e privado de Katie e sua família. A preocupação principal de Katie continua sendo, como sempre foi, o melhor para sua filha", explicou seu advogado, Jonathan Wolfe.

Eles se casaram em um castelo da Itália em novembro de 2006. O representante do ator, de 49 anos, divulgou um comunicado no qual indica que seu cliente está "profundamente entristecido". "Ele está concentrado em seus três filhos. Por favor, respeitem sua privacidade", diz a nota.

Este foi o primeiro casamento de Katie e o terceiro de Cruise, que já foi casado com a atriz Mimi Rogers por três anos e com Nicole Kidman durante 11 anos, com quem teve dois filhos adotivos.

Tom Cruise se encontra rodando o filme Oblivion na Islândia, onde o casal foi visto há duas semanas, segundo fotos publicadas pelo TMZ.




quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Cientologia quer criar super-homens



A cientologia, religião de inspiração, digamos, "alienígena", que tem garotos-propaganda como Tom Cruise e John Travolta, construiu um novo templo na Flórida para supostamente "gerar" super-homens, segundo noticia a revista Época Negócios:

Religião de Tom Cruise quer criar mais super-homens

Novo centro da cientologia, criado para desenvolver habilidades de “super-homem”, custou US$ 90 milhões e tem 889 ambientes e um equipamento da Nasa para obter poderes especiais


A cientologia, religião conhecida por atrair famosos como Tom Cruise e John Travolta, ganhou uma nova igreja na Flórida, nos Estados Unidos. O centro de treinamento para os devotos da controversa religião recebeu um investimento de US$ 90 milhões para ser construído com a promessa de que irá desenvolver nos seus seguidores habilidades de “super-homem”, de acordo com o tablóide "Daily Mail".

O centro possui 889 salas, 447 janelas, 42 banheiros, duas cozinhas, uma pista de corrida e um equipamento de “treinamento” desenvolvido pela Nasa que poderia ajudar os adeptos da religião a alcançar o poder “theta”, que, de acordo com a cientologia, seria a fonte da vida, o nível máximo de energia. A construção também possui uma livraria e uma biblioteca com centenas de cursos e salas de estudos.

O aparelho com a tecnologia da Nasa é usado para treinar astronautas, segundo os cientologistas. Os treinos custam dezenas de milhares de dólares.

Em 2003, a construção do centro chegou a ser paralisada, depois de o custo dobrar em função do aumento do preço de materiais como o aço. O valor original da obra era de US$ 24 milhões.

Com a ajuda de artistas, o projeto conseguiu ser finalizado. A atriz Kirstie Alley doou uma quantia em torno de US$ 250 mil, por exemplo.

No local, também há dois museus: um em homenagem à associação de cientologias Sea Org e outro dedicado ao fundador da religião, L. Ron Hubbard. Há ainda uma sala VIP reservada aos doadores mais ricos e às celebridades.

A religião promete levar o indivíduo a um estado de consciência plena, eliminando traumas, fobias e todas as tristezas. Ela promete fazer o membro da religião se tornar seu próprio Deus, fazendo-o até mover objetos com a mente e se comunicar de forma telepática. Mas será preciso gastar muito dinheiro para alcançar os prometidos superpoderes.


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