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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Quando Abílio Diniz ia à missa em troca de gibi...

Entrevista no mínimo curiosa de Abílio Diniz concedida à coluna de Sonia Racy no Estadão:

Eu peço muito a Deus, mas só o que não consigo fazer sozinho’, diz Abilio Diniz

Religioso, o megaempresário Abilio Diniz lança novo livro e diz que cada um tem de traçar suas metas na vida e ir atrás delas. Como a dele hoje, de conseguir ‘longevidade com qualidade’

Conhecido pela determinação absoluta, o presidente do Conselho da BRF, acionista do Carrefour e comandante da Península – empresa de investimentos da família – volta com um segundo livro sobre sua história, 12 anos depois do primeiro e no mesmo ano em que completa 80 de vida. Abílio Diniz estava com a nova edição já pronta em 2014 mas suspendeu assim que soube que ela coincidiria com a publicação de outro escrito pela jornalista Cristiane Correa, também sobre sua vida.

Nas 175 páginas de Novos Caminhos, Novas Escolhas, a ser lançado na quarta-feira, na Livraria Saraiva do Pátio Higienópolis, o pai da Ana, João Paulo, Adriana, Pedro Paulo, Rafaela e Miguel relata, com ajuda do jornalista Sergio Malbergier, o caminho para conseguir o que se quer. “Muita coisa aconteceu nos últimos anos”, explica Diniz. O empresário mudou de rumo, saiu do Pão de Açúcar, casou-se e teve dois filhos.

“Eu me reinventei, e não só profissionalmente. Atribuo isso à minha fé em Deus.” . No fim do livro, o marido de Geyse reforça sua fé católica: dá receita de diferentes rezas para serem feitas durante 63 dias ininterruptamente. Olhando pra trás, o que faria ele hoje de diferente? “Quando tive o meu primeiro conflito com a família, se tivesse 70% da cabeça que tenho hoje, a história teria sido completamente outra.” Aqui vão os melhores trechos da conversa com a coluna.

Você planejou uma trajetória de vida e, no meio do caminho, as coisas mudaram. A briga com o Casino pelo Pão de Açúcar foi só financeira ou também emocional?

O objetivo, creio eu, não era financeiro. Mas tem o seguinte: o Abílio é um pacote, é um conjunto de coisas. O Abilio é um lutador, um winner, acho que sou um vencedor e que preciso sempre buscar desafios, procurando me superar.

Acredita que o ser humano controla o que ele quer ser?

Prego isso para os meus alunos. Uma das coisas de que falo no livro é: “Se eu posso, você também pode”. Quem olhar minha trajetória sabe que eu nasci filho de imigrante português, um padeiro. Nunca tive dinheiro, nasci num berço honrado mas sem nada. Se cheguei aonde cheguei, por que outros não podem chegar?

Então todo mundo tem possibilidade de vencer na vida?

Calma. É o seguinte: você escolhe o que quer na vida. Eu escolhi. Um caminho de desafios, de inconformismo com certas situações, um caminho com ambição, uma ambição controlada. Cheio de metas, para que eu fosse buscá-las.

E que fazer quando se faz uma escolha e não se consegue seguir?

Se coisas incontroláveis acontecem… e isso acontece, aconteceu comigo, só que eu consegui superá-las. Mesmo o caso do meu sequestro, contado no primeiro livro – eu falo muito en passant no segundo – eu superei. Da minha forma, pela fé em Deus. Foi Ele que mexeu os pauzinhos lá em cima. A crise de 90 eu superei, a briga que me levou a sair do GPA eu superei. Eu podia ter me acomodado, ir fazer outra coisa. As pessoas têm que traçar metas na vida. Eu tinha tudo para não dar certo na vida.

Por quê?

Eu era um sujeito de poucos recursos. Vivi na Várzea do Glicério boa parte da infância, era gordinho e baixinho, um horror. E fui buscar a minha condição física. Toda a minha vida dedicada ao esporte começou por precisar aprender a lutar para não apanhar. Foi mérito só meu? Não. Acho que tive uma boa base, minha mãe me deu uma coisa sensacional que foi me apresentar para Deus, e aí eu segui por esse caminho.

Você foi sempre religioso?

De menino, eu ia à missa sozinho. Saía da rua Tutoia, subia a av. Brigadeiro e ia na igreja da Imaculada Conceição, sozinho. Por que um menino de sete anos e meio vai à missa sozinho? Não é normal, mas eu ia.

O que o atraía? A missa, a liturgia, o estar na igreja?

A proximidade com Deus. E toda vez que eu ia à missa eu ganhava um dinheirinho da minha mãe (rsrsrsr…) Aí , eu passava na banca e comprava um gibi. Quer dizer, eu também experimentava um prazer tremendo. Mas minha mãe me deu a religião, a proximidade com Deus, e meu pai as noções de honestidade e ética. E aí, o que veio? Foram as escolhas que fiz. Antes de começar com supermercados eu estava pronto para sair da FGV e ir estudar nos EUA. Estava com o application da Michigan State University, queria ser professor. Minha ambição naquele momento era estudar, ter conhecimento e subir na vida.

O que é a religião pra você?

Acho que todos os caminhos levam a Deus. Religião, pra mim, é espiritualidade e fé. Eu peço muito a Deus, mas só peço a parte que eu não consigo fazer. Faço a minha parte. Depois, digo que já a fiz e que agora estou pedindo isso. Como peço, hoje, que Deus me dê longevidade com qualidade. Eu me cuido, faço esporte, controlo a alimentação, o estresse. O que não posso controlar eu peço a Ele.

Você sempre apostou nessa opção pelo esporte. E quanto à alimentação?

Comecei pelo esporte, a alimentação veio depois. Eu acreditava, quando pequeno, que se me pendurasse em alguma coisa eu ia espichar. Então, na minha casa, na Tutoia, arrumei uma barra de ferro e outra de madeira e ia me exercitando, achava que aquilo me alongava. Evidentemente não tem nenhuma base científica pra isso, mas o fato é que, com 15 anos, eu já tinha a altura que tenho hoje. Quanto à alimentação, um cara esportista, como eu sempre fui, queima o que come em excesso. Depois vai diminuindo a atividade física, o metabolismo desacelera, hoje não consigo fazer coisas como antigamente.

Fala disso no novo livro?

O Novos Caminhos, Novas Escolhas não tem só minha mudança de vida, tem a dos meus hábitos. No primeiro, eu dizia que quanto mais esporte, melhor. No segundo, mudo o conceito: você vê qual é o seu momento, o que quer do esporte, vai e faz. Agora, se você quer o esporte para qualidade de vida, longevidade, não pode exagerar. Está comprovado que o chamado endurance não é a melhor receita. Maratona, exercícios de longa duração, isso não é o melhor para a saúde.

Sua saúde física e mental é incrível, claro que devido, em parte, ao seu DNA. Mas se alguém nasce com DNA ruim, o que pode fazer?

Não tem DNA ruim nem bom. A genética é importante, na vida da pessoa, uns 20%. O restante é você. O que você faz, o que come, o seu entorno… Você comenta sobre estresse, que é importante mapear e controlar pra sofrer menos…

Sim, o jeito de se controlar o estresse é não se estressando por coisas que não sejam importantes. Eu lhe proponho: pegue um caderno de 100 folhas e comece a escrever o que é importante. Vai escrever duas ou três linhas. Tem muito pouca coisa realmente importante na vida.

O que é importante na sua?

Nós mesmos. Nossa saúde, as pessoas que amamos.

Em outro trecho do livro há referências à morte. Você parte do princípio de que é imortal e não pensa mais nisso…

Acho que a gente deve pensar assim. Sem sair da realidade, mas a gente não deve se preocupar com a morte. Você tem de olhar pra frente e não ficar pensando.

No texto aparecem, também, menções ao valor da humildade.

Sim. É que muita gente diz: “Pô, esse Abilio, imagina se ele é humilde…” Se as pessoas imaginam que humildade é fazer voto de pobreza e usar roupa velha, não tem nada a ver comigo. Mas se imaginam que é você ter a consciência de que não sabe tudo, que tem de ter respeito pelas pessoas, buscar coisas novas, estar aberto para ouvir coisas que não tem vontade de ouvir, isso sim é humildade – e eu a pratico.

Quando vem o próximo livro?

Tem gente me provocando para fazer o terceiro, mais técnico, mais business, ou sobre esportes, mas não sei se vou fazer. Dá trabalho, muito trabalho.



sábado, 17 de outubro de 2015

6 frases que todo chefe ruim adora dizer


Finalmente alguém confirmou aquilo que você suspeitava sobre o(a) seu(sua) chefe. A matéria é do Pequenas Empresas Grandes Negócios:

6 frases que chefes ruins adoram dizer

As palavras podem mostrar se um gestor é bom ou ruim. Saiba quais sentenças podem indicar um comportamento incorreto

As palavras podem revelar mais do que realmente querem dizer. No trabalho, algumas frases podem mostrar, inclusive, se um chefe é bom ou ruim, se é esforçado ou preguiçoso, se assume os erros ou bota a culpa sempre nos outros.

Em artigo originalmente publicado no site da revista "Inc.", o especialista em empreendedorismo Jeff Haden lista algumas frases que podem mostrar a você se seu chefe está sendo correto com você e seus colaboradores. Se você já é empreendedor, saiba o que não dizer à sua equipe:

1. "Não era para ser assim"

Essa frase, de acordo com Haden, é normalmente usada por quem quer dizer que o fracasso foi uma obra do destino. Mas muito provavelmente o erro não aconteceu por azar, mas por culpa de alguém – muitas vezes, o próprio chefe em questão.

O ideal é tentar extrair algo positivo do fracasso. Ou seja: falhou? Tudo bem. Veja o que não aconteceu como o planejado e faça o possível para não cair no mesmo erro novamente.

2. "Isso não é o que você gostaria de ouvir"

Esta é muito usada na hora de "enrolar" alguém e não entrar em um assunto delicado. Mas o efeito da frase é muito ruim, pois só aumenta o suspense. Por isso, o melhor é falar logo o que você tem que falar. Sem rodeios.

3. "Não trabalhe mais. Trabalhe melhor"

A intenção da frase é até nobre. É dizer que, ao priorizar algumas tarefas e eliminar processos burocráticos, um funcionário será mais produtivo. No entanto, segundo Haden, tais palavras podem passar a impressão de o chefe acha que seu interlocutor é burro. Ao invés de dizer essa frase pronta, ajude sua equipe a encontrar os processos mais eficientes no trabalho.

4. "Não existe 'eu' em uma equipe"

Claro que existe. São vários "eus", aliás. Cada membro de um time têm suas individualidades, bem como seus pontos fortes e fracos. Um bom chefe não tenta suprimir as características de seus funcionários. Pelo contrário: é importante conhecer o que os empregados fazem de melhor e delegar tarefas condizentes com essas habilidades.

5. "Falhar não é uma opção"

Haden afirma que, por melhor que seja uma equipe, haverá falhas. Ele diz que, naturalmente, ninguém gosta de errar e nenhum chefe deve ser complacente frente a uma meta difícil, por exemplo. Só que não é legal usar esse tipo de frase, que só mostra que você é um patrão autoritário. Tais palavras, de quebra, colocam ainda mais pressão sobre seus colaboradores.

6. "As coisas funcionam assim"

Uma sentença dita normalmente por chefes que não querem mudar processos em seu negócio, por mais antiquados e ineficientes que sejam. Neste caso, diz Haden, não só a frase deve ser deixada de lado. Na verdade, essa postura é péssima para a empresa como um todo. Se alguém sugerir alguma mudança em sua empresa, analise-a. Se for boa, aplique-a.



domingo, 15 de março de 2015

O que caracteriza alguém criativo?


A resposta talvez esteja neste artigo interessante de Renata Reps para o Brasil Post:

A exclusividade padronizada da criatividade

Em pesquisas e bates-papos com as mentes criativas que cruzam o meu caminho, já percebi alguns pontos em comum entre elas. Não estou dizendo que essas pessoas não sejam, de fato, pontos fora da curva. Tudo indica, porém, que dentre toda esta descentralização existem empatias, intervalos de encontro que parecem se reunir e formar uma outra massa: o grupo dos que não querem fazer as coisas como todo mundo faz.

A cada nova conversa, a luzinha laranja daquele canto do cérebro que conecta informações apitava quando alguém também me dizia que tinha viajado para longe antes de ter aquela ideia, ou que os amigos não compreendiam o que estava tentando fazer; ou que o dinheiro nunca havia sido sua primeira preocupação. E os pequenos pontos de congruência formavam, pouco a pouco, uma linha de características similares e que une até mesmo quem tenta e quer ser tão diferente. A criatividade tem, afinal, uma sequência natural.

Nada disso são regras e não quer dizer que valham para todo mundo. O que me foi alarmante foi apenas o grande número de pessoas que relatou estes três fatores que eu descrevo a seguir.

1. O ano sabático

Os judeus conhecem bem a importância deste período. A expressão "ano sabático" deriva, na verdade, do shabat, que é o dia do descanso sagrado para o Judaísmo, dia em que Deus repousou depois desta trabalheira que foi a criação do mundo. Bom, se até Ele precisou de uma folga para clarear as ideias, que dirá nós, selvagens mortais. É impressionante a presença deste ano de alívio das pressões quotidianas na vida dos empreendedores criativos. E isso é muito fácil de entender: para se chegar a uma ideia de negócio que tenha um real potencial disruptivo - ou seja, que tenha capacidade de desestabilizar a concorrência por seu conteúdo inovador - é preciso dar um tempo da rotina.

A rotina tem um papel importante na vida dos seres humanos. Ela cria uma noção de sentido, de organização dentro de todo o caos que podem ser nossa mente ou nosso quarto, por exemplo. Mas, infelizmente, ela tem o triste potencial de nos impedir de enxergar um palmo à frente de nossos narizes. É por isso que quando viajamos sentimos tanto, nos alegramos tanto, nos emocionamos tanto. É como se nos desnudássemos daquele véu que tapa as grandes excitações do dia a dia e que serve para nos permitir seguir o ritmo normal da vida, sem tantos questionamentos ou deslumbramentos a cada passo. Quando estamos em um lugar novo, percebemos mais. Até mesmo quando estamos de férias, ainda que na mesma cidade, conseguimos ver detalhes que se perdem dentro de um quotidiano comum.

Pois o ano sabático é isto: um grande encontro com os próprios desejos, sem freios ou bloqueios. É aquele tempo que tiramos para nos livrar dos problemas que nos prendem em nossa vida diária. Fazemos belos encontros, aprendemos novas línguas, descobrimos outras culturas. Tem quem precise de desculpas para isso - como fazer um curso no exterior, por exemplo. Mas o mais eficaz, pelo que tenho visto, é mesmo quem sai sem rumo, e também quem visita não só um, mas vários países. Na volta, há duas saídas: se encaixar à força à realidade precedente ou procurar novos caminhos. Mas ir embora, normalmente, é uma escolha sem volta: a vida nunca vai ser o que era antes. E é aí que os empreendedores tiram proveito.

2. A incompreensão dos amigos e da família

O empreendedor é um desbravador solitário. O paralelo que eu consigo fazer é com aqueles que estão construindo uma tese ou uma dissertação de um assunto muito específico, que só eles entendem. Não dá para sentar em uma mesa de bar e compartilhar aquilo com olhares ávidos e sorridentes de compreensão; as pessoas vão se entediar, ou duvidar, ou simplesmente não entender. E elas podem te desencorajar, fazendo perguntas que não são pertinentes àquela pesquisa, ou que vão te tirar do seu foco. É isso: você passa 24 horas por dia com um tema na cabeça e não pode dividi-lo com quase nenhum outro ser.

Pois novas ideias são assim. Elas incomodam. O universo parece criar estratégias bem delineadas para manter o status quo e o sucesso já adquirido da espécie humana. Assim, ameaças à paz são cortadas pela raiz. Você pode pensar em inúmeros exemplos em que essa máxima seja válida, e o empreendedorismo criativo é apenas mais uma delas. Como explicar aos seus pais que você vai abandonar um emprego que te rende sustento e uma posição bem delimitada no status social para criar um blog, ou para abrir um negócio que muitas vezes você não vai nem conseguir fazê-los entender o que é?

A estrutura econômica hoje é bem diferente da época em que eles aprenderam o que se devia fazer para ganhar a vida. O problema é que este modelo está em fase de constituição, e ainda há numerosos representantes do velho paradigma econômico vivendo à moda antiga; e eles podem ser tão jovens quanto você. São eles, inclusive, que vão te fazer repensar seus planos e se questionar: nossa, mas será que vale a pena mesmo? São eles, com seus salários fixos e sem correr riscos, que sinalizarão que o seu caminho não faz sentido, ou que você deveria deixar essa bobagem de lado e parar de sonhar. Então, acredite: a maioria dos seus amigos não vai te entender ou te oferecer suporte. Esta luta, amigo, vai ser travada por você sozinho - ou com poucas companhias de verdade.

3. O dinheiro como conseqüência - e não objetivo

É este mesmo pessoal, com a cabeça no modelo econômico passado, que faz os empreendedores parecerem loucos desvairados quando eles dizem que sua preocupação principal não é o dinheiro. É batata: a maioria esmagadora dos criativos que conheci buscavam, acima de tudo, criar algo em que acreditassem e que lhes desse prazer. Eles queriam sair de um paradigma de viver para os fins de semana, mesmo que isso significasse trabalhar muito mais do que em seus empregos fixos de antes, para inventar algo que não existia. Ou apenas para ser feliz mais vezes por semana.

A maior parte deles, também, tinha uma vontade vascular de empreender. E isso desde sempre. E um grande número sabia que queria criar o próprio negócio, mas não tinha certeza do que deveria criar. Algumas dessas pessoas juntaram dinheiro durante muito tempo em seus empregos tradicionais antes de se aventurar na própria empresa; outras delas, conseguiram vender suas ideias e obter financiamentos; algumas poucas, ainda, contaram com suporte familiar. Mas para todas, sem exceção, ganhar muito dinheiro não era o objetivo principal. Eles tinham objetivos nobres, queriam mudar o mundo, melhorar as coisas - nem que fosse a própria vida.

É claro que isso não impede a boa estruturação do modelo de negócios para que ele dê certo; a fase de testes para conferir se o mercado aceita e está preparado para aquele novo conceito e a preparação para um primeiro ano que é, normalmente, decisivo. E os números são implacáveis: ¼ das startups brasileiras morre antes do término deste ano inicial, segundo um estudo da Fundação Dom Cabral realizado em outubro de 2014. E daí tudo bem, né, a pessoa vai ter tentado - e se forçar a sair da inércia para tentar construir grandes coisas e ser feliz já é um grande mérito. Mas aqueles que têm sucesso, mesmo, podem até ficar milionários - como eu tenho visto com certa freqüência. Ricos e felizes, como num conto de fadas. E olha que a ideia inicial era apenas ser feliz.

Portanto, um brinde à criatividade, e a quem arregaça as mangas para fazer um plano abstrato sair do papel, mesmo fazendo força contra a ventania que tenta empurrar para o sentido oposto. Se você é uma dessas pessoas, acredite: tem mais desbravadores por aí parecidos com você, e enfrentando o mesmo tipo de perrengue.

Encontre-os.



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