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domingo, 31 de dezembro de 2017
Feliz Ano Novo!
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Hélio Pariz
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Feliz Ano Novo!
2017-12-31T18:40:00-02:00
Hélio Pariz
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domingo, 3 de janeiro de 2016
Suas resoluções de Ano Novo já correm risco de fracassar
Matéria publicada na revista Galileu em janeiro de 2015:
Por que você não vai cumprir suas resoluções de ano novo
Se você ainda está firme, fique sabendo: as chances de falhar são grandes
Perder peso, ser mais produtivo, começar algum esporte, entrar na academia, parar de tomar refrigerante, ler 500 livros, etc. Basta virar o ano, e já começamos a pensar nas resoluções do ano novo. Mas por que - quase - nunca conseguimos cumprir nossas metas?
Gary Latham, professor de psicologia da Universidade de Toronto, estudou a psicologia do estabelecimento de metas e comprovou que existem várias razões que nos impedem de cumprir nossas resoluções. E o site Fast Company listou quatro razões que explicam o motivo das nossas falhas - confira:
Estabelecer metas muito abrangentes
Latham diz que nossas metas têm que ser mais específicas: “a chave para cumprir os objetivos é especificar. Especificar te dá mais foco”. Experimente trocar “perder peso” por “perder x quilos” ou “passar mais tempo com a família” por “passar x horas com a família por semana”. Quanto mais específica for a resolução, mais fácil será de cumprir.
Estabelecer MUITAS metas
Pensar em uma lista enorme de resoluções não é uma boa ideia. Segundo Latham, as metas devem ser afuniladas - de três a sete resoluções é o ideal. Se você pretende cumprir 40 resoluções, acabará não cumprindo nenhuma. É difícil para a mente humana gerenciar muitos objetivos simultaneamente. O grande segredo está no foco.
Estabelecer metas surreais
Seja sincero, a meta estabelecida é possíivel? Um viciado em refrigerantes não conseguirá parar de beber de uma hora pra outra. Latham recomenda eliminar tudo que atrapalhe sua resolução. Por exemplo, é impossível manter uma dieta equilibrada tendo uma cozinha repleta de doces e outras besteiras. E quando estabelecer uma resolução não esqueça de conversar com amigos e familiares - eles te ajudarão a ficar firme.
Ser pessimista
Ao primeiro sinal de fracasso você já pensa em jogar a toalha? Para Latham, acreditar que a meta é possível ajuda a realiza-la. Então nada de pessimismo. E se você quer cumprir suas resoluções de ano novo, se apoie em pessoas que te mantenham motivado e animado.
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Hélio Pariz
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Suas resoluções de Ano Novo já correm risco de fracassar
2016-01-03T10:00:00-02:00
Hélio Pariz
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sábado, 2 de janeiro de 2016
Como combater os excessos de fim de ano
Matéria publicada na BBC Brasil:
Como o corpo reage aos excessos do fim de ano
Chris Baraniuk
É difícil não associar as festas de fim de ano com comida e bebida demais e horas de sono de menos. Mas se você normalmente tem um estilo de vida saudável, será que há problema em se deixar levar por excessos de vez em quando?
A resposta é, ao mesmo tempo, sim e não. "Tudo depende de quanto cada um se excede", afirma Barry Campbell, gastroenterologista da Universidade de Liverpool, na Grã-Bretanha.
Para começar, a preocupação não deve ser só o aumento de peso ou o colesterol alto. As bactérias presentes em nosso sistema digestivo sofrem um impacto quando ingerimos alimentos ricos em gordura, por exemplo. Um estudo da Universidade de Chicago indicou que a proporção entre bactérias benéficas e microrganismos prejudiciais pode ser alterada pela má alimentação.
Segundo Campbell, se essa maneira de se alimentar for mantida por um certo tempo, podem ocorrer distúrbios a longo prazo, como uma inflamação intestinal. Por outro lado, nosso microbioma tem a capacidade de se recuperar.
"Nada faz realmente mal se for com moderação", explica o gastroenterologista. "As mudanças que observamos quando exageramos na comida ou na bebida não são boas a curto prazo, mas elas não provocam danos a longo prazo."
Nesses termos, um dia de comilança ou bebidas em excesso seguido de um período de alimentação mais leve e equilibrada, não é necessariamente nocivo.
Importância dos legumes e verduras
Há outra notícia boa para quem não resiste à ceia natalina e as delícias do Réveillon. De acordo com Campbell, certos legumes e verduras são particularmente benéficos, inclusive alguns que fazem parte do cardápio desta época do ano.
Eles são ricos em antimutagênicos, agentes que podem ter um papel na redução do câncer intestinal, por exemplo. Esses componentes neutralizam o efeito das proteínas conhecidas como lectinas, que podem ser bastante prejudiciais. "Elas podem modificar ou até destruir células", diz o cientista.
Até mesmo quem não consome carnes – ricas em lectina – pode estar sob risco se ingerir leguminosas, que também contêm proteínas.
Jonathan Hoare, gastroenterologista da The London Clinic, concorda que um episódio ou outro de comilança não é tão preocupante. "Apesar do risco de indigestão, um dia de exageros não deve provocar graves consequências", afirma.
No entanto, o médico ressalta que o que realmente pode provocar um impacto em nossa saúde durante a temporada de festas é o fato de os excessos não se limitarem a apenas uma refeição ou um dia.
Maneiras de compensar
Um estudo publicado na revista científica New England Journal of Medicine sugere que, ao contrário do que se acredita, o ganho de peso de um grupo de voluntários não foi mais acentuado durante as festas de fim de ano. Mas essas pessoas tiveram mais dificuldades de perder os quilos extras depois das férias, provocando um acúmulo de peso ano a ano.
"Um ganho de 0,48 quilos nos meses de festas e também durante o inverno provavelmente contribui para o aumento de peso que frequentemente ocorre na idade adulta", afirma o artigo.
Outra pesquisa, publicada no Journal of Physiology, descobriu que até mesmo uma pequena quantidade de atividade física durante o período das festas pode ajudar. Segundo os autores, um exercício diário em uma época em que a ingestão de calorias é bem maior que o normal, melhora a regulação do açúcar no sangue e diminui a indesejada variação genética nas células de gordura.
"Meu conselho aos pacientes é se divertir e aproveitar, mas depois compensar – manter uns dias de alimentação leve e fazer caminhadas", diz Hoare.
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Hélio Pariz
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Como combater os excessos de fim de ano
2016-01-02T10:00:00-02:00
Hélio Pariz
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Um novo amanhã, feliz 2016!
Dietrich Bonhoeffer escreveu o poema abaixo no Ano Novo de 1945, pouco antes de morrer executado por ordem de Hitler:
POR BONS PODERES
1. Por bons poderes fielmente cercado,
maravilhosamente protegido e consolado –
assim com vocês estes dias desejo passar
e com vocês também num novo ano entrar.
2. O antigo nosso coração ainda tortura
e o fardo de maus dias nos traz amargura.
Senhor, dá a nossas almas assustadas
a salvação para a qual foram criadas.
3. Se nos estendes o cálice pesado e amargo
do sofrimento, cheio até a borda,
nós o tomaremos gratos e sem tremor
das tuas mãos plenas de bondade e amor.
4. Mas se ainda quiseres dar-nos alegrias
com este mundo e o brilho dos seus dias,
então nos lembraremos do passado e
entregaremos nossa vida ao teu cuidado.
5. Faz com que chamejem as velas cálidas e claras,
que tu mesmo trouxeste para as nossas trevas.
Permite, se possível, que outra vez nos encontremos!
É a tua luz que brilha na noite, bem o sabemos.
6. Quando se espalhar profundo o silêncio,
faz com que ouçamos aquele som intenso
do mundo que invisível se estende ao nosso redor,
de todo o teu povo que a ti está rendendo louvor.
7. Por bons poderes maravilhosamente protegidos,
esperamos consolados o que nos será trazido.
Deus está conosco de noite e de manhã,
e com toda a certeza a cada novo amanhã.
Ano Novo/1945
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Hélio Pariz
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Um novo amanhã, feliz 2016!
2016-01-01T10:00:00-02:00
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Esperança para 2016
Já que "esperança" é uma das palavras-chave para o Ano Novo, que tal encerrarmos 2015 ouvindo a linda canção "Esperança" d'Os Arrais:
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Hélio Pariz
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Esperança para 2016
2015-12-31T11:20:00-02:00
Hélio Pariz
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Feliz Ano Novo!
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Hélio Pariz
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23:59
Feliz Ano Novo!
2014-12-31T23:59:00-02:00
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Ontem, hoje e amanhã
Uma meditação de Oswald Chambers para o seu Ano Novo:
“O Deus de Israel será a vossa retaguarda.”
(Isaías 52:12)
Proteção contra o passado. “Deus pede conta do que passou”. No fim do ano, olhamos com grande expectativa tudo o que Deus tem para o futuro, mas mesmo assim podemos ficar ansiosos ao lembrar-nos dos dias de ontem. O presente gozo da graça de Deus pode ser reprimido pela recordação dos pecados e falhas de ontem. Mas Deus é o Deus do nosso passado, e permite que lembremos dele a fim de transformá-lo numa lição espiritual para o futuro. Deus nos lembra do passado para que não nos resguardemos na segurança superficial do presente.
Segurança para o amanhã. “Porque o Senhor irá adiante de vós”. Essa é uma revelação da misericórdia de Deus, a de que ele nos protegerá, quando não nos protegemos. Ele vigiará para que certos obstáculos não nos façam recair nas mesmas falhas, como certamente o fariam se ele não fosse a nossa retaguarda. A mão de Deus se estende ao passado possibilitando-nos manter a consciência limpa.
Segurança para hoje. “Porquanto não saireis apressadamente”. À medida que nos aproximamos do novo ano, não o façamos com pressa da alegria impetuosa ou da irreflexão impulsiva, mas com a força paciente da certeza de que o Deus de Israel marchará adiante de nós. Nosso passado apresenta-nos falhas irreparáveis; é verdade que deixamos passar oportunidades para sempre perdidas, mas Deus pode transformar essa ansiedade destrutiva em uma construtiva reflexão para o futuro. Deixe o passado no esquecimento, mas deixe-no nas mãos de Cristo.
Entregue a ele o irreparável passado, e entre com ele no irresistível futuro.
(Oswald Chambers, “Tudo para Ele”, Ed. Betânia, meditação de 31 de dezembro)
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Hélio Pariz
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Ontem, hoje e amanhã
2014-12-31T11:00:00-02:00
Hélio Pariz
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terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Resoluções de Ano Novo para a vida toda
Penúltimo dia de 2014, uma boa hora de reexaminar as prioridades da vida e traçar seus planos para 2015.
Talvez a leitura do artigo abaixo, publicado no Brasil Post, possa ser um bom esboço de mapa para o seu Ano Novo:
11 coisas que pessoas de 50 desejariam ter feito de forma diferente aos 25
The Huffington Post | De Yagana Shah
Você pode chamar isso de experiência de vida ou se deparar com a dura realidade, mas aos 50 todos nós já temos uma retrospectiva de quais decisões foram boas e quais delas foram resultado da ingenuidade juvenil. Mas se você acredita firmemente que "tudo acontece por uma razão", ou se deseja de todo o coração que os gênios do Google um dia desenvolvam uma máquina do tempo, você provavelmente já deve ter aprendido uma ou duas coisas com suas falhas.
Os seguidores da página HuffPost50 no Facebook responderam o que eles desejariam saber aos 25 e que sabem agora.
Aqui está o que eles disseram que todos os jovens de 20 e poucos anos deveriam saber sobre a vida.
1. Fale mais
Como diz o ditado, é a roda estridente que consegue a graxa. Você é a única pessoa capaz de se defender de verdade; por isso, nunca tenha medo de se impôr e falar o que pensa, porque o arrependimento é uma b****.
Muitos leitores expressaram que se afastar de algo, mesmo que pareça uma decisão difícil, às vezes é a melhor coisa que você pode fazer por si mesmo. E quanto mais rápido você chegar a essa conclusão, mais chances você tem de se libertar.
3. Economize mais dinheiro
A aposentadoria não é brincadeira, como você descobrirá aos 50. Ao encarar a realidade sombria do seu plano de aposentadoria, você pode se deparar com o fato de estar contando cada centavo ao ver todo seu dinheiro desperdiçado em gastos sem sentido. Então, comece a preparar seu próprio almoço, encontre um estacionamento na rua (ou use o ônibus) e lembre-se que uma moedinha economizada é um moedinha a mais no bolso, por mais cafona que isso possa parecer.
4. Pense bem qual carreira quer seguir
Alguns leitores mencionaram como eles desejariam ter escolhido melhor a carreira, ou até mesmo que teriam pensado duas vezes antes de largar a universidade.
5. Viaje mais
Você é jovem apenas uma vez na vida. Portanto, antes de ficar amarrado por responsabilidades como uma hipoteca, um cônjuge e filhos, é uma boa ideia explorar o mundo e tudo o que ele tem a oferecer — desde que você não quebre a banca! Considere trabalhar no exterior. Visite a cidade que você sonha conhecer. Simplesmente vá a algum lugar que irá fazer você olhar para o alto e para o mundo ao seu redor, em vez de para baixo e para a tela do seu smartphone.
6. Faça menos dívidas
Não compre coisas que você não precisa e pense muito antes de obter um cartão de crédito. Não importa o que digam, não é dinheiro grátis; não importa o quão alto seja o seu limite, você não deveria gastar tudo em roupas de grife ou em férias sofisticadas. Ter dívidas não tem graça. Em vez disso, concentre-se em construir um histórico de crédito sólido para fazer o financiamento da casa própria.
7. Use mais protetor solar
Aquecer-se ao sol pode dar certo no curto prazo, pois você ficará com um bronzeado incrível; a longo prazo, ele causa manchas de velhice, rugas e flacidez da pele. Então pegue seu protetor solar de todos os dias, aproveite o autobronzeamento ou apenas aceite o seu tom de pele como ele é.
8. Pense muito bem antes de se casar
Vários leitores expressaram que deveriam ter esperado para se casar. Uma leitora disse que ela teria esperado até pelo menos os 30 anos. Enquanto não há nenhuma regra rápida e inflexível que todos possam utilizar, é um bom conselho, para qualquer idade, pensar cuidadosamente antes de se casar.
9. Desacelere
Muitos de nós desperdiçamos momentos preciosos porque estamos muito ocupados com nossos dispositivos digitais ou com as mídias sociais; ou ainda, nos preocupando com o próximo passo na carreira. A vida é curta. Aproveite-a. Pensamos que a leitora Trisha C. Mokoshsq fez uma perfeita colocação a respeito: "Eu não teria focado tanto em ser bem sucedida, trabalhar 80 horas por semana todos esses anos para me tornar uma sócia da empresa. Eu teria demorado mais. Eu teria definido mais para mim mesma do que o que eu fiz para viver".
10. Ter uma boa educação
Como diz o ditado, ninguém pode tirar suas conquistas de você. A educação é uma dessas conquistas. Muitos leitores desejariam ter ido para uma faculdade ou ter concluído um curso. A educação é sempre uma boa escolha, seja da forma que for.
11. Considere questões de saúde
Aos 25 você pode ter notado que seu metabolismo começa a diminuir. Mas cuidar de si mesmo ao envelhecer é muito mais do que desistir da sua dieta de pizza por vaidade. Trata-se da criação de hábitos (rompendo aqueles que nos fazem mal) que levarão você a uma longa vida, uma em que você estará saudável o suficiente para fazer tudo o que sempre quis fazer. Então, pare de fumar ou diminua o álcool. Pequenas mudanças podem levar a grandes benefícios a longo prazo.
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Hélio Pariz
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Resoluções de Ano Novo para a vida toda
2014-12-30T11:00:00-02:00
Hélio Pariz
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Feliz 2014!
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Hélio Pariz
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Feliz Ano Novo!
2014-01-01T00:00:00-02:00
Hélio Pariz
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terça-feira, 31 de dezembro de 2013
10 antigas tradições de Ano Novo
Chega ao fim o ano de 2013, ano de conquistas e derrotas, alegrias e tristezas, umas mais, outras menos, como acontece com todos os seres humanos do planeta.
Vem aí 2014! Novos planos e antigas esperanças o aguardam, e por isso cada um de nós tem uma maneira de dar-lhe as boas vindas, embora a maneira como isso ocorre esteja padronizada mundo afora, com algumas pequenas diferenças rituais e culturais.
Hoje é um dia propício, portanto, para relembrar como antigas civilizações comemoravam o Ano Novo segundo seus costumes ancestrais.
O portal Listverse cita 10 dessas antigas tradições:
![]() |
| O deus babilônico Marduque |
Na antiga Babilônia, a chegada do Ano Novo era comemorada com dois eventos que ocorriam na entrada de cada semestre do calendário sumério, quando se celebrava o festival Akitu, em honra do deus supremo de sua religião, Marduque.
Akitu, em antigo sumério, significava literalmente "corte da cevada", ou "semeadura da cevada", conforme o início do semestre correspondente às etapas do seu cultivo.
Conforme você percebe, o povão bebe cerveja desde priscas eras, e a festa popular em torno do Akitu durava duas semanas.
Ao rei cabia um papel mais cerimonial, indo ao templo de Nabu onde recebia dos sacerdotes um cetro real com o qual participava de vários rituais, sendo o mais importante aquele que representava a Criação segundo as tradições religiosas sumérias.
2 - FESTIVAL EGÍPCIO DA BEBEDEIRA
De novo, o álcool. Muitos beberrões atuais se identificariam com essa festa, não é mesmo?
Na antiga mitologia egípcia, o deus-com-cabeça-de-leão Sekhmet havia decidido destruir a humanidade, no que foi impedido pelo deus-sol Rá, que lhe fez beber uma quantidade gigantesca de uma cerveja de cor vermelha, como se fosse sangue humano.
Na antiga mitologia egípcia, o deus-com-cabeça-de-leão Sekhmet havia decidido destruir a humanidade, no que foi impedido pelo deus-sol Rá, que lhe fez beber uma quantidade gigantesca de uma cerveja de cor vermelha, como se fosse sangue humano.
Com essa bizarra inspiração, cada Ano Novo egípcio era comemorado com uma bebedeira coletiva, em que o povo agradecia a Rá pelo estratagema utilizado para o proteger de Sekhmet.
Não era um porre, digamos, "leve". Tratava-se praticamente de um coma alcoólico, já que quando mais se bebesse, mais o indivíduo, a nação e a humanidade seriam salvos da extinção decretada por Sekhmet.
Alguns poucos egípcios permaneciam sóbrios para, no dia seguinte, acudirem e acordarem os bêbados que jaziam pelas casas, ruas e praças das cidades.
3 - NORUZ DA PÉRSIA
"Noruz" (نوروز em farsi, significando literalmente "Novo Dia") é a festa de Ano Novo da antiga Pérsia, que vem sendo comemorada há milênios, e há quem diga que em 2013 foi comemorado o 5774º Noruz da História.
Perceba que, não por acaso, o calendário judaico, contado a partir da Criação, também está no ano 5774.
O Ano Novo persa ocorre no dia 21 de março, ou na data do equinócio da primavera do hemisfério Norte, que é em torno desse dia, e se tornou uma festa muito ligada ao zoroastrismo e à fé Bahá'í.
A celebração dura 13 dias, durante os quais a primavera recomeça a cobrir a terra com vegetação e flores, simbolizando um renascimento.
Até hoje, o Noruz é muito celebrado mundo afora, especialmente no Irã, onde vive boa parte dos seguidores das religiões que o festejam.
4 - FESTA DA CIRCUNCISÃO
A festa da circuncisão era uma tradição da Igreja cristã primitiva, uma espécie de continuação do Natal.
Como a lei judaica mandava circuncidar os meninos ao oitavo dia do nascimento, quando começou a tradição de se comemorar o Natal em 25 de dezembro, em seguida veio a ideia de se celebrar o dia da circuncisão do menino Jesus.
Por isso mesmo, o dia 1º de janeiro, instituído como início do Ano Novo por Júlio César em seu calendário juliano de 46 a. C., passou a ser coincidente com a festa da circuncisão, que ainda é celebrada em comunidades ortodoxas orientais, luteranas e anglicanas ao redor do mundo.
A tradição foi se perdendo na igreja católica até que, em 1974, o papa Paulo VI decretou o dia 1º de janeiro como o "Dia Mundial da Paz".
Hogmanay é uma antiga tradição escocesa de se celebrar com fogueiras o último dia do ano e a virada para o ano seguinte.
O registro mais antigo da festa é de 1604, mas há quem diga que o Hogmanay remonta às eras pagãs da Escócia, antes do advento do cristianismo em terras britânicas.
O fogo é o grande personagem do evento, sendo conduzido em tochas e bolas pelas ruas, simbolizando o retorno do Sol, e continua a ser comemorada na Escócia.
6 - FESTA ROMANA DE JANO
Jano (ou Janus), era o deus romano de duas caras, associado às transições da vida, entre passado e futuro.
Como o próprio nome indica, o nome "janeiro" para o primeiro mês do ano deriva da palavra "Jano".
Não por acaso, portanto, o primeiro dia de janeiro era dedicado ao deus Jano.
Os antigos romanos acreditavam que tudo o que se semeava naquele dia duraria o ano todo.
Por isso mesmo, era um costume deles dar presentes e comida, abster-se de ações e pensamentos maus, e ser cordial uns para com os outros.
7 - CRIOS E IASION DA GRÉCIA
Crios e Iasion eram associados à chegada do Ano Novo na antiga Grécia.
Crios era um dos doze titãs clássicos da mitologia grega, vinculado à constelação de Áries, a primeira que aparecia no céu quando começava a primavera, o que remetia o imaginário popular à entrada em uma nova estação.
Iasion era um semideus, filho de Zeus com uma de suas muitas amantes. Iasion era amante também de Deméter, a deusa grega da agricultura e das estações do ano.
A depravação dos deuses gregos era tanta que Deméter teve uma filha com seu irmão Zeus: Perséfone.
Isso explica porque Zeus teria matado Iasion, fazendo com que o povo passasse a celebrar a tragédia romântica de Iasion e Deméter na chegada da primavera.
Isso explica porque Zeus teria matado Iasion, fazendo com que o povo passasse a celebrar a tragédia romântica de Iasion e Deméter na chegada da primavera.
8 - A LENDA CHINESA DE NIAN
Todas as grandes cidades do mundo onde há uma comunidade chinesa relevante sabem o que é celebrar o Ano Novo chinês, que segue seu calendário próprio.
Trata-se de uma festa onde a cor vermelha predomina e se celebra a lenda de Nian, que seria um monstro submarino que, todo dia de Ano Novo, vinha ao continente para devorar pessoas e animais.
Os antigos chineses então se refugiavam nas montanhas, onde esperavam estar a salvo de Nian, que em chinês significa "Ano".
Um dia, entretanto, um velhinho de barbas apareceu numa vila na noite de Ano Novo, pedindo comida e abrigo, e só uma viúva também já idosa o acolheu em meio ao caos.
Em retribuição ao gesto caridoso da viúva, o velhinho prometeu que Nian jamais voltaria e decorou a vila toda com velas e lanternas vermelhas, preparando ainda fogos de artifício para "recepcionar" o monstro quando ele aparecesse.
Todo aquele rebuliço de cores, luzes e sons fizeram com que o monstro se assustasse e sumisse, mas a tradição deveria ser repetida a cada virada de ano.
9 - NEMONTEMI E QUAHUITLEHUA DOS AZTECAS
Os antigos aztecas, povo aborígene do território onde hoje está o México, tinham duas datas específicas para marcar o último e o primeiro dia do ano.
Havia um intervalo de 5 dias entre o último e o primeiro dia do ano. Esse interstício se chamava Nemontemi, e correspondia a um período considerado peculiarmente azarado e perigoso, já que os maus espíritos varriam a terra buscando a quem tragar.
Os aztecas então se recolhiam a suas habitações, fazendo o máximo de silêncio para não atrair as assombrações.
Findo o Nemontemi, começava o primeiro mês do ano para os aztecas, chamado de Quahuitlehua, que correspondia ao final da estação seca e ao início do plantio das novas culturas.
Aí começava também um ritual bárbaro. Para assegurar o favor dos deuses da chuva, que regaria suas plantações, os aztecas sacrificavam crianças por afogamento, dentro do ritual a que chamavam Atlchualco, ou "compra da água".
Ainda bem que certos costumes foram extintos.
10 - DIA DA SENHORA NA INGLATERRA
Até 1752, o dia 25 de março marcava o início do Ano Novo na Grã-Bretanha, com exceção da Escócia, que tinha a sua própria tradição das fogueiras, acima descrita.
Também conhecido como o "Dia da Anunciação", o Dia da Senhora ("Lady Day") tinha inspiração cristã e marcava o dia em que o arcanjo Gabriel visitara Maria para avisá-la do nascimento de Jesus Cristo, exatos 9 meses depois, no Natal.
A tradição se alargou tanto que o dia passou a marcar também o "aniversário" da expulsão de Adão e Eva do paraíso, do assassinato de Abel por Caim, do "sacrifício" de Isaque por Abraão, da decapitação de João Batista e Tiago e da libertação de Pedro da prisão.
A superstição era tal envolvendo o "Lady Day" que alguns "profetas do fim-do-mundo" do século X predisseram que o mundo acabaria na data em que o Dia da Senhora coincidisse com a Sexta-Feira Santa, o que veio a acontecer no ano 970, mas o mundo continua de pé desde então.
Até hoje, 31 de dezembro de 2013. Feliz 2014!
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Hélio Pariz
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10 antigas tradições de Ano Novo
2013-12-31T10:10:00-02:00
Hélio Pariz
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Rosh Hashaná 5.774
Começou hoje o ano novo judaico. A noite de 4 para 5 de setembro de 2013 (no calendário cristão) corresponde ao "Rosh Hashaná" (literalmente "cabeça do ano") 5.774 no equivalente judeu.
Para celebrá-lo, nada melhor que lembrar o sempre imperdível Rosh Hashanah Rock Anthem, uma das melhores paródias de música pop já feitas, desejando que todos possam cantar e dançar na Terra Santa sem as atuais trevas da guerra, nem limites de política ou religião. Shana Tovah!
Para celebrá-lo, nada melhor que lembrar o sempre imperdível Rosh Hashanah Rock Anthem, uma das melhores paródias de música pop já feitas, desejando que todos possam cantar e dançar na Terra Santa sem as atuais trevas da guerra, nem limites de política ou religião. Shana Tovah!
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Hélio Pariz
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Rosh Hashaná 5.774
2013-09-05T15:00:00-03:00
Hélio Pariz
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domingo, 3 de março de 2013
Procrastinação pode ser positiva
Nossa leitura de domingo procura sempre ser um pouco diferente, como a matéria abaixo, publicada na Folha Equilíbrio de 17/01/13:
Procrastinação pode ser produtiva; conheça estratégias
John Tierney
Nos últimos cinco anos --ou talvez até mesmo nos últimos dez-- fiquei pensando em publicar uma coluna de Ano Novo com uma resolução ousada para o ano que se inicia: "O poder da procrastinação positiva".
Bem, ainda estamos bem no início do ano e podemos tocar nesse assunto --especialmente se você ainda não pensou nas suas resoluções para 2013. Sim, você pode parar de se sentir culpado por procrastinar. Agora há argumentos científicos que confirmam isso.
Pesquisadores identificaram de modo independente o fenômeno da procrastinação positiva, embora não haja consenso quanto a essa denominação. "Procrastinação estruturada" é o termo preferido por John Perry, filósofo da Universidade de Stanford que publicou um livro sobre o tema no ano passado. É certo que não se trata de um livro longo (92 páginas com pouco texto), mas ele merece crédito: ele o escreveu, e apenas 17 anos depois de ter identificado o conceito.
Perry sentia raiva de si próprio porque procrastinava, o que é algo típico. Até que lhe ocorreu, em 1995, que ele não era totalmente preguiçoso. Enquanto adiava a correção de artigos, não ficava simplesmente de braços cruzados; ele apontava lápis, cuidava do jardim ou jogava pingue-pongue com os alunos. "Os procrastinadores", conta ele, "raramente ficam sem fazer nada".
Pode-se dizer que o ponto de vista de Perry é modesto, talvez, mas deixou a sua consciência mais leve e o fez deixar para trás a antiga ideia de que os procrastinadores devem assumir menos compromissos. A chave para a produtividade, afirma ele em "A Arte da procrastinação", é assumir mais compromissos --mas ser metódico ao fazê-lo.
No topo da sua lista de coisas a fazer, coloque tarefas difíceis, se não impossíveis, que soem vagamente importantes (mas que não o sejam de fato) e que pareçam ter prazos (mas que na verdade não tenham). Depois, em posições inferiores da lista, inclua algumas tarefas exequíveis que realmente importem.
"Cumprir essas tarefas se torna uma forma de não fazer as coisas que estão em posições mais altas na lista", escreve Perry. "Com esse tipo de estrutura apropriada de tarefas, o procrastinador se torna um cidadão útil. Na verdade, o procrastinador pode até mesmo adquirir, como eu, a fama de ser bastante produtivo".
Perry reconhece generosamente que se apoiou nos ombros de gigantes, em especial Robert Benchley, membro da Távola Redonda de Algonquin. Em 1930, Benchley revelou como reuniu força de vontade suficiente para ler revistas científicas e montar uma estante quando deveria estar escrevendo um artigo.
"O segredo de tanta energia e eficiência na execução de um trabalho é simples", escreveu ele. "O princípio psicológico é o seguinte: qualquer pessoa pode cumprir qualquer meta de trabalho, desde que não seja o trabalho que ela tem que fazer naquele dado momento".
Também podemos chamar isso de "procrastinação produtiva", o termo usado por Piers Steel, psicólogo da Universidade de Calgary. Essa é a sua técnica preferida entre as dezenas que ele catalogou enquanto pesquisava para escrever seu livro de 2011, "A Equação da Procrastinação".
"Para a maioria de nós, a procrastinação pode ser abatida, mas não inteiramente derrotada", disse-me Steel, descrevendo como levou uma década para escrever um de seus trabalhos acadêmicos sobre procrastinação. "O truque que melhor funciona para mim é fazer com que meus projetos concorram um com o outro, procrastinando em relação a um enquanto trabalho no outro".
Steel diz que isso se baseia em princípios consistentes de psicologia comportamental: "Estamos dispostos a exercer qualquer tarefa vil desde que ela nos permita fugir de algo pior". Ele diz que deve créditos teóricos ao Sir Francis Bacon, filósofo do século 17 cuja estratégia autocontrole era "colocar uma emoção contra a outra e dominar uma a uma, mesmo que nós cacemos uma besta com a outra".
Steel, que entrevistou mais de 24 mil pessoas em todo o mundo, diz que 95% das pessoas confessam procrastinar pelo menos ocasionalmente. (Você pode verificar se é um procrastinador participando da pesquisa) Aproximadamente 25% dos entrevistados são procrastinadores crônicos, índice cinco vezes maior que o registrado em 1970.
Ele atribui esse aumento à natureza mutável do local de trabalho: quanto mais flexíveis os trabalhos se tornam, mais há oportunidades de evitar tarefas desagradáveis. Atualmente, quem trabalha normalmente gasta um quarto do dia procrastinando; quem estuda gasta um terço. Os homens têm mais propensão à procrastinação crônica do que as mulheres --especialmente os homens jovens.
Quantos deles estão realmente tornando isso algo produtivo? Infelizmente, os dados não são bons, e hoje muitos pesquisadores da temática do autocontrole têm dúvidas quanto à procrastinação positiva. Mesmo quando ela funciona, dizem eles, ainda estamos desperdiçando energia ao nos preocuparmos, consciente ou inconscientemente, com a tarefa que estamos evitando.
E embora Robert Benchley possa ter montado aquela estante, muitos especialistas acham que Raymond Chandler é um modelo melhor. Chandler usou a mesma percepção de Perry – a de que os procrastinadores raramente ficam totalmente ociosos – para desenvolver uma estratégia que Roy F. Baumeister, psicólogo social da Universidade Estadual da Flórida (com quem escrevi um livro sobre a força de vontade) chama de "Alternativa do Nada". Chandler se forçou a escrever histórias de detetive, dedicando-se à tarefa durante quatro horas por dia e seguindo duas regras:
a) Você não tem que escrever.
b) Você não pode fazer nenhuma outra coisa.
"É o mesmo princípio da manutenção da ordem nas escolas", explicou Chandler. "Se fizermos os alunos se comportarem, eles acabam aprendendo alguma coisa só para não ficarem entediados."
Mesmo Perry diz que muitas vezes faz sentido seguir esse conselho clássico para procrastinadores: basta começar o que se deve fazer. Ele sabe que a sua estratégia é complicada.
"A procrastinação estruturada exige certa dose de autoengano, porque costumamos perpetrar esquemas em pirâmide em nós mesmos", escreve ele. "Precisamos ser capazes de reconhecer e assumir tarefas de valor superdimensionado e prazos irreais para acreditar que essas tarefas são importantes e urgentes".
Felizmente, observa ele, os procrastinadores podem ser ótimos ao se autoenganar, uma habilidade também observada por Steel.
"A procrastinação produtiva envolve um pouco de faz-de-conta. É como adiantar o relógio em cinco minutos em relação ao horário real", disse-me ele. "Nós sabemos que fomos nós que adiantamos o ponteiro, mas ainda assim fingimos que isso não aconteceu".
"Nem todo mundo é capaz de fazer isso. Acho que é algo que funciona melhor para quem sente culpa por sua procrastinação e precisa amenizar isso. Se você é do tipo de pessoa que fica fazendo faxina no quarto na véspera de uma prova, é provável que isso funcione".
No mínimo, você pode usar essa estratégia para parar de sentir tão mal quanto a um problema que todo mundo enfrenta. Ela é certamente mais sã do que o lugar-comum de nunca deixar para amanhã o que se pode fazer hoje. Seguindo essa lógica, nunca pararíamos de trabalhar --há sempre algo que pode ser feito hoje.
É melhor seguir a versão reescrita por Perry: nunca cumpra hoje uma tarefa que pode desaparecer amanhã.
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Hélio Pariz
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10:00
Procrastinação pode ser positiva
2013-03-03T10:00:00-03:00
Hélio Pariz
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013
As escolhas da vida
“Eis que ponho diante de vocês o caminho da vida
e o caminho da morte.”
(Jeremias 21:8)
Imagine que todos carregamos embutida em nossa personalidade uma daquelas velhas pistolas de dois canos e dois gatilhos. Frente à variedade de experiências a que somos expostos no dia-a-dia, surge a oportunidade de acionar um ou outro dos gatilhos...
Quando entramos em contato com as carências das pessoas que nos rodeiam, vivemos o desafio de puxar o gatilho da solidariedade, com suas implicações, ou a indiferença, para escaparmos à responsabilidade.
Cada vez que surge uma oportunidade de demonstrar quem somos por baixo da trabalhada aparência, optamos por detonar a humildade com coragem ou escapar disparando a arrogância.
Quando atingidos de modo incômodo por palavras ou atos de alguém, escolhemos acionar o perdão, para preservar a relação, ou engatilhar a vingança.
Quando a vida nos convoca a enfrentar desafios, podemos projetar a esperança ou deixar explodir o desânimo.
Quando sabemos da queda de alguém, decidimos pelo gatilho da misericórdia ou pelo da condenação.
Quando erramos, escolhemos promover a confissão em busca do perdão ou, movidos pelo orgulho, preferimos a simulação.
No curso da existência, nossas palavras e atos tendem a demonstrar o egoísmo ou a escolha consciente do amor.
A vida é o produto de muitas escolhas. Os gatilhos acionados com maior freqüência determinam a qualidade de uma existência. Esta é uma questão central, pois estão em jogo conseqüências definitivas: realização ou alienação, bênção ou maldição, vida ou morte.
Que tal buscar acerto nas escolhas deste dia? [ou deste ano?]
(“Devocionais para todas as Estações”, Ed. Ultimato, meditação de 15 de janeiro, adaptado)
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Hélio Pariz
às
10:00
As escolhas da vida
2013-01-01T10:00:00-02:00
Hélio Pariz
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