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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Quando Myles Munroe disse a Malafaia e Pr. Everaldo que "Deus não ataca o governo"

No último domingo à tarde, o conhecido pastor Myles Munroe, natural das Bahamas, faleceu num acidente aéreo em Freeport, naquele arquipélago, que também vitimou sua esposa Ruth e sua filha Charis, além de do piloto e mais cinco acompanhantes.

Embora tenha começado seu trabalho no Brasil com Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, Munroe ficou mais conhecido por sua parceria com Silas Malafaia, desde que este último se enveredou pelos tortuosos caminhos da teologia da prosperidade.

A pregação e os livros de Myles Munroe, promovidos por Malafaia, se assemelhavam mais a uma palestra motivacional de auto-ajuda, tendo pouco ou nada de propagação do evangelho da cruz de Cristo.

Curioso é ver, logo no começo do vídeo abaixo, gravado durante a 1ª ESLAVEC de 2012, o momento em que Munroe diz, na presença de Malafaia e do Pr. Everaldo, candidato derrotado do PSC à Presidência da República nas últimas eleições, que "Deus não ataca o governo".

Pelo jeito, Malafaia e Everaldo não seguiram este conselho de Myles Munroe.




sexta-feira, 14 de maio de 2010

Bancada evangélica quer enfiar canais religiosos goela abaixo da população brasileira

Os nobres deputados evangélicos, Robson Rodovalho à frente, estão tentando forçar a barra das TV's a cabo para enfiar goela abaixo dos telespectadores os canais religiosos mantidos por algumas igrejas poderosas. O sistema must carry (traduzido, seria algo como "deve carregar") funciona mais ou menos assim: toda televisão por assinatura leva obrigatória e gratuitamente alguns canais ao público que serve, daí haver muitos canais comunitários e legislativos, por exemplo. Na falta de algo melhor que fazer, a bancada evangélica do Congresso está se movimentando para garantir que os canais religiosos sejam incluídos no pacote. Obviamente, nenhuma operadora de TV por assinatura disponibiliza gratuitamente os sinais obrigatórios. Ainda que digam que não cobram por eles, há inúmeras maneiras de diluir os seus custos entre todos os assinantes. Desta forma, até ateus financiarão os canais do R. R. Soares, do Malafaia, do Rodovalho, do Edir, do Valdemiro, etc. Outro aspecto a ser considerado é a constitucionalidade da medida, já que o Estado é laico e não deve patrocinar nem forçar ninguém a patrocinar atividades religiosas. Há que se observar, também, que as operadoras de TV por assinatura pagam impostos, enquanto as igrejas não, e ficaria no mínimo estranho certos "pastores" ficarem pedindo dinheiro o dia inteiro na TV sem pagar nenhum imposto por isso, enquanto quem os patrocina teria a obrigação de recolhê-los. Ainda bem que Jesus não precisou de televisão, internet, nem a franquia dos correios romanos para pregar a sua mensagem...

Vi a notícia no blog Tela Crente e fui buscar a fonte original no Teletime News:

PL 29 sofre alterações de redação na CCJ

terça-feira, 11 de maio de 2010, 17h12


O relator do PL 29/2007 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), apresentou um complemento de voto logo no início da sessão desta terça-feira, 11, que votou e aprovou o projeto. O complemento foi aprovado na íntegra, gerando pequenas alterações no texto do projeto. O PL 29 pretende unificar as regras do setor de televisão por assinatura, além de criar um programa de fomento ao conteúdo nacional. As mudanças sugeridas por Cunha foram fruto de negociações realizadas nas últimas semanas e pretendem resolver pendências que apareceram apenas nesta última etapa de tramitação do texto na Câmara dos Deputados.

O complemento de voto traz três novas emendas de relator. Uma delas toca na principal polêmica aberta na CCJ: o carregamento de canais religiosos pelas empresas de TV paga. A mudança proposta por Cunha é que esses canais tenham prioridade na escolha feita pela Anatel quando a operadora alegar dificuldades técnicas ou financeiras para cumprir todo o must carry.

Pela regra prevista no projeto, as operadoras que tiverem dificuldade em cumprir a obrigatoriedade de carregamento dos canais podem procurar a agência reguladora e pedir exceções. Neste caso, caberá à Anatel a escolha de quais canais devem ser carregados dentro das limitações da operadora. Fica a dúvida de como a Anatel classificará os canais religiosos e como serão justificadas as prioridades a conteúdos religiosos em detrimento de educativos, culturais e informativos, estes sim previstos na Constituição

Escolha

A emenda proposta mantém o poder de escolha nas mãos da Anatel, mas define que essa seleção deverá ser feita "priorizando após as geradoras locais de conteúdo nacional ao menos um canal religioso em cada localidade, caso existente, na data da promulgação desta Lei". Esse malabarismo foi acordado não só para apaziguar a bancada evangélica, representada especialmente pelo deputado Rodovalho (PP/DF), mas também para evitar novos atritos com as emissoras comerciais de TV aberta.

O drama em torno dos canais religiosos começou com a ameaça, sobretudo da Sky, de que uma vez aprovado o PL 29, essas geradoras não teriam mais o seus sinais carregados. A discussão se complicou na semana passada, quando os deputados perceberam que as empresas de DTH poderiam alegar impossibilidade técnica de carregar os canais abertos, inclusive os com conteúdo religioso, justificando que não há como garantir o carregamento de todas as emissoras locais.

Para salvaguardar que as emissoras com conteúdo religioso não sejam as mais prejudicadas por essa dificuldade técnica, foi apresentada a nova emenda. A ressalva de que as "geradoras locais de conteúdo nacional" sempre terão prioridade sobre os demais canais de radiodifusão tem como objetivo evitar que os principais canais abertos acabem ficando em segundo plano na escolha da Anatel, dada a regra de preferência pelos canais religiosos. Um detalhe importante é que não há uma definição legal do que é "canal religioso" e o próprio PL 29 não faz esse tipo de distinção. No projeto, há referências apenas a "programação religiosa".

Must carry em todas as tecnologias

Uma segunda emenda inédita foi apresentada por Cunha, também envolvendo o must carry. A proposta altera o projeto definindo que toda prestadora deve tornar disponíveis, sem ônus ao cliente, os canais de distribuição obrigatória, "independentemente da tecnologia de distribuição empregada". Vale lembrar que se mantém intacta a ressalva de que dificuldades técnicas ou financeiras podem ser alegadas para reduzir essa obrigação. Na prática, a nova emenda apenas define que não será criado nenhum regime especial para qualquer tecnologia, valendo para todas as operadoras, sejam de cabo, DTH, TVA ou MMDS, a obrigação de carregamentos dos canais de radiodifusão.

Acordo das TVAs

A primeira polêmica surgida na CCJ, as mudanças propostas pelo relator eliminando as regras de transição das operadoras de Serviço Especial de TV por Assinatura (TVA), foram resolvidas por meio de acordo e da ação da Anatel. A agência reguladora validou no mês passado as outorgas de TVA, que estavam há anos sem prorrogação ou declaração clara de vigência. Com essa decisão da agência, o relator cumpriu o acordo de retirar três das quatro emendas supressivas propostas no seu primeiro parecer.

A emenda mantida deixou de ser "supressiva" e tornou-se "modificativa". A alteração foi feita para esclarecer que apenas as concessões de TVA "em vigor" poderão ser adaptadas para o novo Serviço de Acesso Condicionado (SAC), criado pela nova lei. Antes, a redação definia uma transição sumária das licenças dessa modalidade, sem considerar que até pouco tempo elas não estavam claramente válidas por não terem sido prorrogadas pela Anatel.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Festa do Purim na Sara Nossa Terra


O tsunami judaizante continua invadindo muitas igrejas chamadas "evangélicas", levando de roldão o pouco de cristianismo que talvez ainda tenha restado por lá. Pois não é que o Robson Rodovalho instituiu a Festa do Purim na Sara Nossa Terra? Amanhã é o dia marcado para o evento. Pra quem não sabe, a Festa do Purim foi instituída no livro de Ester, conforme o próprio site da SNT ensina:

O nome da festa "Purim" vem da palavra hebraica "pur", que significa "sorteio". Pois este era o método usado por Hamã, que era o primeiro-ministro do Rei Artaxexes da Pérsia, para escolher a data na qual ele pretendia massacrar os judeus do país. Purim sempre foi uma festa muito comemorada pelos judeus do mundo.

Talvez a brilhante ideia tenha aparecido quando Rodovalho assistia a minissérie "A História de Ester" na Record. O fato é que se trata de mais uma influência do gnosticismo moderno infiltrado nas igrejas evangélicas, em que alguém diz ter uma revelação especial sobre determinado ponto do cristianismo, e resolve implantá-la na sua igreja como se fosse uma grande novidade. Poderia ser argumentado que a Páscoa também é uma festa judaica, incorporada no cristianismo pela tradição católica, seguida por muitos protestantes mais por liturgia e memorial, dado todo o simbolismo que envolve a crucificação de Jesus na sexta-feira e a sua ressurreição no domingo de Páscoa. O mesmo, entretanto, não acontece com o Purim, uma festa tipicamente judaica, que merece todo respeito quando inserida dentro da liturgia própria dos judeus. Agora, dentro do "cristianismo" seria necessário fazer algumas adaptações esdrúxulas, talvez pintando Artaxerxes como o bicho-papão da quadrilha junina ou coisa parecida. Vai saber...

O simbolismo da Páscoa para todos os cristãos revela, entretanto, o verdadeiro problema de muitas igrejas e seus pastores judaizantes. Eles não se satisfazem mais em simplesmente pregar a mensagem da salvação pelo sangue de Jesus Cristo vertido na cruz, como se o verdadeiro e puro evangelho não mais bastasse para resgatar o perdido e restaurá-lo à condição de filho de Deus. Para esses "iluminados", é preciso - continuamente - inovar, nem que para isso seja necessário inventar uma versão light do Purim para atender a um certo consumismo de crendices que infesta muitos corações e mentes dentro das igrejas que vivem hoje - infelizmente - na era (e na dependência) do entretenimento. Triste assim.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Unções perigosas

Pelo jeito, Robson Rodovalho não tem tido muito sucesso nas suas orações e unções...

Paulo Octavio



José Roberto Arruda



Joaquim Roriz



Leonardo Prudente

"A ninguém imponhais precipitadamente as mãos. Não te tornes cúmplice de pecados de outrem. Conserva-te a ti mesmo puro."

1 Timóteo 5:22

Rodovalho suspende deputado do mensalão de Brasília

O blog Na Câmara com Walberto Maciel (02/12/2009 - 05:46) informa que "o deputado Leonardo Prudente, membro da igreja Sara Nossa Terra está impedido de se pronunciar do púlpido [sic] da igreja e de dirigir células de estudos naquela casa religiosa. A repreensão foi passada pelo pastor e deputado federal Bispo [Robson] Rodovalho".

Para quem ainda não ligou o milagre ao santo, Leonardo Prudente é o agora tristemente famoso deputado distrital de Brasília que, além de ter inaugurado a modalidade de oração de gratidão pós-corrupção (juntamente com o também deputado Júnior Brunelli), foi pego com o dinheiro na meia, num dos muitos vídeos do escândalo do mensalão do DEM do Distrito Federal, que ameaça defenestrar o governador José Roberto Arruda e 1/3 dos membros da Câmara Legislativa, da qual Prudente é presidente e acaba de se licenciar por 60 dias.

Segundo o jornal Zero Hora, entretanto, "em Brasília, Prudente é uma celebridade religiosa. Aos domingos, costuma ser recebido com honrarias na Igreja Sara Nossa Terra, templo evangélico frequentado por parte da elite da Capital Federal. Assim que chega ao altar, Prudente faz orações e divulga suas ações políticas. Essa admiração, contudo, se esvaiu no último domingo, quando surgiram imagens do deputado ocupando todos os espaços possíveis das vestimentas com o suposto mensalão do governo José Roberto Arruda (DEM). Aos 49 anos, o político de Goiânia viu a própria fé se transformar em motivo de piada ao participar de uma oração logo depois de embolsar o dinheiro"

O curioso é que ainda consta do site da igreja Sara Nossa Terra (clique aqui antes que tirem do ar - se bem que o Google deixa tudo em cache por um bom período) uma entrevista feita com Bruno Prudente, filho do deputado nada prudente, provavelmente em 17/10/2002 (a julgar pela data da página), em que ele comenta sobre a relação do pai com Rodovalho e a igreja, conforme o trecho abaixo:




Portal SaraNet: Você acha que a igreja deve se envolver na política?
BP: Claro! No inicio incomodava, como a todo mundo, mas hoje eu acredito que é extremamente necessário o envolvimento da igreja e dos cristãos na politica. Como diz as palavras do Bispo Rodovalho, "Com uma mão a gente ora, com a outra trabalha". Se queremos mudar a realidade de nosso país, do nosso povo, temos que colocar a mão na massa e estabelecer pessoas no poder que possuam valores cristãos e busquem o coração de Deus.

Portal SaraNet: E a relação de seu pai com o Bispo Rodovalho?
BP: O Bispo é uma benção na vida de nossa família. Ele sempre esteve do lado do meu pai, que sempre foi submisso a ele. Sempre deu suporte em tudo em que podia.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Dilma na roda de fogo


Você pode até não gostar da Dilma Roussef e do PT, mas, cá entre nós, ficar na roda pra receber oração de Estevam e Sonia Hernandes, Robson Rodovalho e Marcelo Crivella não é pra qualquer um não, né não?!

Há fotos que valem por mil palavras, então façamos uma enquete sobre a imagem acima, que está na primeira página dos principais jornais do país hoje. O que Dilma está pensando?

(a) o que a gente não é capaz de fazer pra se eleger...
(b) me engana que eu gosto...
(c) é cada roubada que a gente entra...
(d) cadê o Renê Terra Nova e a Ana Paula Valadão?
(e) preciso lembrar de mandar um Grecin 2000 pro Estevam
(f) será que o Crivella chupou limão?
(g) não fico tranquila com este olhar do Rodovalho aqui atrás
(h) vou montar uma igreja pra mim...
(i) se nada der certo, vou ser missionária em Boca Raton

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