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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O alto preço do materialismo


Um vídeo muito interessante sobre os males provocados pelo consumismo desenfreado e pela exposição massiva à propaganda do "compre! coma! faça!":




segunda-feira, 20 de maio de 2013

Ajudar o próximo é tão simples e tão bom



Você já deve ter percebido que as câmeras instaladas a bordo dos veículos russos são famosas por captar os mais loucos acidentes de trânsito.

O que pouca gente sabia é que elas também captam momentos de sublime humanidade e gentileza, não só para com pessoas mas também animais, como você pode ver na montagem do vídeo abaixo.

Se você não se emocionar com essas cenas, está mais do que na hora de você repensar a sua vida:




sexta-feira, 4 de maio de 2012

Gentileza é genética?

Artigo interessante da ScienceDaily traduzido por Natasha Romanzoti para o HypeScience:

Gentileza está nos genes?

Você já deve ter conhecido alguém que teve uma péssima educação, ou pais grossos ou abusivos, e mesmo assim é um amor de pessoa.

A resposta está aqui: uma nova pesquisa descobriu que pelo menos parte da razão pela qual algumas pessoas são gentis e generosas é que os seus genes as incentivam nessa direção.

O estudo foi feito por psicólogos da Universidade de Buffalo e da Universidade da Califórnia, nos EUA. Os pesquisadores observaram o comportamento dos participantes do estudo que têm versões de genes receptores de dois hormônios que outras pesquisas associaram com a gentileza.

“Estudos laboratoriais anteriores já tinham ligado os hormônios ocitocina e vasopressina ao modo como tratamos uns aos outros”, disse Michel Poulin, psicólogo da Universidade de Buffalo.

Esses hormônios podem nos tornar pessoas melhores, pelo menos em relacionamentos íntimos. A ocitocina, “hormônio do amor”, promove o comportamento materno, por exemplo, e no laboratório, indivíduos expostos a ela demonstraram maior sociabilidade.

Poulin diz que este estudo foi uma tentativa de aplicar as descobertas anteriores de comportamentos sociais em uma escala maior, para saber se essas substâncias provocam em nós outras formas de comportamento pró-social: vontade de doar para a caridade, por exemplo, ou participar de esforços cívicos como o pagamento de impostos, relatar crimes, doar sangue, etc.

Ele explica que os hormônios agem ligando-se a nossas células através de receptores que vêm em formas diferentes. Existem vários genes que controlam a função dos receptores de vasopressina e ocitocina.

Os indivíduos do estudo foram entrevistados quanto às suas atitudes em relação ao dever cívico, outras pessoas e o mundo em geral, e sobre suas atividades beneficentes.

Por exemplo, eles responderam se as pessoas têm o dever de denunciar um crime ou pagar impostos, como eles se sentem sobre o mundo, se as pessoas são basicamente boas ou se o mundo é feito mais de coisas boas que ruins, e falaram suas próprias atividades de caridade, como doar sangue, trabalhar para a caridade ou ir a reuniões de pais na escola.

Dos entrevistados, 711 indivíduos forneceram uma amostra de saliva para análise de DNA, que mostrou que forma eles tinham de receptores de ocitocina e vasopressina.

“O estudo constatou que esses genes, combinados com a percepção das pessoas do mundo como um lugar mais ou menos ameaçador, previam a generosidade”, diz Poulin. “Especificamente, os participantes do estudo que consideravam o mundo ameaçador eram menos propensos a ajudar os outros, a menos que tivessem versões dos genes geralmente associadas com gentileza”, conta.

Essas “versões” dos genes permitem que as pessoas superem os sentimentos ameaçadores do mundo e ajudem outras pessoas, apesar de seus temores.

“Não estamos dizendo que encontramos o gene da gentileza”, acrescenta Poulin. “Mas encontramos um gene que produz uma contribuição. O que eu acho interessante é o fato de que ele só fazer efeito na presença de certos sentimentos que as pessoas têm sobre o mundo em torno delas”, finaliza.



quinta-feira, 12 de abril de 2012

Kevin Costner conta que escreveu 2 cartas a Whitney Houston

O estrondoso sucesso do filme "O Guarda-Costas" (The Bodyguard - 1992), fez com que - de certa maneira - Whitney Houston e Kevin Costner, o par romântico da película, apesar de não terem mais feito nenhum trabalho conjunto, ficassem unidos para sempre, pelo menos na memória dos fãs que viram o filme. 


O calvário midiático de drogas, violência doméstica e confusões em que Whitney se meteu a partir daí também foi exaustivamente acompanhado pela imprensa, até a morte da estrela no último dia 11 de fevereiro.

O que ninguém sabia, entretanto, é que Kevin Costner também acompanhou sua colega agonizando em público, e tentou fazer alguma coisa. Numa entrevista a Anderson Cooper (vídeo abaixo), o ator conta que não sabia que Whitney já estava enfrentando problemas com drogas por ocasião das gravações do filme que os marcou para sempre, e que ele também só veio a saber do que se passava pela repercussão do caso na mídia algum tempo depois.

Kevin Costner conta, ainda, que alguém lhe pediu que - nesse período de lutas de Whitney - ele lhe escrevesse uma carta, o que fez em duas ocasiões. O ator não sabe se elas chegaram a ser lidas, mas disse que basicamente escreveu nas cartas o quanto ela era importante para ele e o como ele queria vê-la bem.

Apesar da distância e da falta de resposta de Whitney às suas cartas, Kevin Costner esteve presente no funeral da cantora na Igreja Batista New Hope em Newark, New Jersey, onde proferiu um rápido discurso em homenagem a ela.

Não deixa de ser um belo gesto do ator, entretanto, o fato de ter se preocupado em apoiar de alguma maneira sua colega de trabalho num momento que ela precisou. Pena que - talvez - as drogas não a tenham permitido reconhecer esta atitude generosa de um amigo que fez o que pôde para ajudar.

Fonte: Radar online

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Gentileza gera gentileza

Sempre é bom falar, pregar e praticar gentileza, e o vídeo abaixo, do projeto Life Vest Inside, ao som de "One Day", do Matisyahu, faz a gente sonhar com um mundo melhor a partir de atitudes simples, que não requerem conhecimento ou esforço, tampouco habilidade. Basta querer:



Dica do Blog do Chato



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