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sábado, 23 de janeiro de 2016

Taiwan terá igreja sapatinho de cristal para atrair mulheres


Parece que a mescla entre consumismo e religiosidade anda assumindo formas mais, digamos, concretas, segundo noticia a BBC Brasil, com vídeo do Wall Street Journal mais abaixo:

Taiwan inaugura igreja em forma de sapatinho de cristal 'para atrair mulheres'

Uma igreja de 16 metros de altura feita de vidro e em forma de sapatinho de cristal foi construída em Taiwan, aparentemente para atrair mais mulheres.

A igreja fica na província litorânea de Chiayi e, com seu enorme formato de salto, parece ter sido perdida por uma Cinderela gigante em fuga.

O edifício foi feito com 320 painéis de vidro colorido azul e tem mais de dez metros de largura. O custo da construção: 23 milhões de novos dólares taiwaneses (cerca de R$ 2,7 milhões).

A igreja deve ser aberta ao público no dia 8 de fevereiro, a tempo do Ano Novo Chinês.

Imagens aéreas mostram que construção inclui um palco aberto, também em azul, com refletores.

Inspiração

A igreja em forma de sapatinho de cristal foi ideia do órgão local responsável pelo turismo.

Pan Tsuei-ping, gerente do órgão, disse à BBC que a igreja não será usada para missas de rotina, apenas sessões de fotos de casamento e as próprias cerimônias de casamento.

"Nosso plano é fazer um local feliz e romântico... Toda menina imagina como será quando se vestir de noiva", afirmou.

O sapato-igreja foi criado para homenagear uma mulher da região - e sua história não tem nada a ver com o mito de Cinderela.

Na década de 1960, Wang era uma jovem pobre de 24 anos que morava na região, ficou doente e teve as duas pernas amputadas, o que levou ao cancelamento de seu casamento. Ela continuou solteira e passou o resto da vida morando em uma igreja.

Críticas

A igreja do sapatinho de cristal não foi unanimidade nas redes sociais.

"Além de cópia , que tipo de padrão esta igreja tem?", perguntou um taiuanês no fórum da web PTT.

"Por que desta vez as pessoas não falam (que a igreja) está objetificando as mulheres?", disse uma outra usuária do fórum.

"O que as autoridades estavam pensando quando encomendaram esta construção horrível naquela área? Só é desrespeitoso", disse um usuário da rede de microblog chinesa Weibo.

Outra usuária do Weibo, Jessie Chou, afirmou: "De qualquer modo eu uso chinelo...".

No entanto, outras usuárias da rede defenderam a igreja do sapatinho de cristal.

"Se o sapato serve, porque não usar? Eu gosto, é mais bonita que a maioria das igrejas modernas", disse Lao Fu Qing.

Outra usuária, da província de Shandong, afirmou: "A maioria das meninas adoram contos de fadas, é ótimo que as autoridades queiram se concentrar nas mulheres pelo menos uma vez."








quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Imagens impressionantes da queda do avião em Taiwan. Veja o vídeo.

raw images video


AVIÃO COLIDE COM PONTE E CAI EM RIO EM TAIWAN


A aeronave da empresa TransAsia levava 58 pessoas a bordo e as primeiras estimativas infelizmente indicam - no mínimo - 23 mortos.

A tragédia aconteceu esta manhã em Taipé, capital de Taiwan

Assista as imagens impressionantes registradas nos vídeos abaixo:





sexta-feira, 5 de abril de 2013

As últimas carpideiras de Taiwan


Uma profissão praticamente extinta no Brasil ainda resiste bravamente em Taiwan, segundo noticia a BBC Brasil:

As últimas mulheres que cobram para chorar em Taiwan

Allie Jaynes

Chorar por vontade própria não é tarefa fácil. Mas é o que faz todos dias Liu Jun-Lin. Ela é a carpideira mais famosa de Taiwan e todos os dias se põe aos prantos em velórios de gente que nunca viu.

Já são poucas as mulheres que choram para ganhar a vida no país, embora cada sessão de choro renda a Liu cerca de R$ 1.200.

A profissão também é polêmica, já que muitos a consideram a comercialização do luto.

Liu lembra que se trata de uma profissão antiga. Segundo a tradição taiwanesa, os mortos precisam de uma despedida ruidosa para passar à outra vida.

“Quando um ente querido morre, tudo é tão dolorido que na hora do funeral já não restam lágrimas”, diz Liu.

“Como é que se muda o estado de ânimo para demostrar toda essa tristeza?’, questiona Liu.

Ela mesmo responde dizendo que sua profissão ajuda a família a dar o tom adequado à despedida.

A tradição teria começado quando as mulheres da família muitas vezes estavam distantes na hora dos funerais, por viverem em outras cidades.

Para substituir o choro das mulheres, as famílias passaram a contratar carpideiras.

Os tradicionais funerais taiwaneses são elaborados e combinam um luto sombrio com outro de tom mais alegre.

Além de chorar, Liu e sua equipe de carpideiras se vestem com roupas coloridas e fazem alguns passes de danças quase acrobáticos. Seu irmão, A Ji, toca instrumentos de corda tradicionais.

Liu depois se veste de branco e se acerca ao caixão. Ali realiza seu choro mais conhecido, enquanto o irmão toca órgão.

Os grunhidos são prolongados e abafados, uma mescla de choro e canto.

Perguntada sobre como faz brotar as lágrimas em seu rosto, ela insiste em dizer que é um choro real.

“Em cada funeral eu sinto que a família é minha família, e coloco meus próprios sentimentos alí”, diz.

“Quando vejo as pessoas aflitas, fico ainda mais triste”.

Negócio familiar

Com suas grandes sobrancelhas e voz de soprano, Liu, de 30 anos, parece mais jovem do que é.

E a boa aparência ajuda na profissão segundo Lin Zhenzhang, diretor de uma funerária na qual Liu trabalhou por anos.

“Geralmente pensamos que este é um trabalho para mulheres de outra geração. Mas Liu é jovem e bonita, e desperta a curiosidade das pessoas”, diz.

A avó e a mãe de Liu eram carpideiras profissionais. Ele casa ela imitava a mãe durante os ensaios.

Os pais de Liu morreram quando ela era ainda uma criança, deixando-as aos cuidados da avó.

Para ajudar na renda familiar, Liu passou a chorar aos 11 anos.

Ela conta que se levanta antes do amanhecer para ensaiar e muitas vezes trocava a sala de aula por velórios.

No colégio, os colegas também faziam piadas de sua profissão, conta.

E mesmo durante o trabalho, a função nem sempre é fácil.

“As vezes, antes de começar, as famílias dos falecidos não nos tratam bem. Mas depois da atuação, eles choram e nos agradecem”, diz.

É nesta ocasião que Liu se dá conta do verdadeiro propósito de seu trabalho, conta.

Profissão em extinção

Liu conta que seu trabalho “ajuda as pessoas a se soltarem e dizer em voz alta o que não se atrevem”, explica.

“Também ajudou quem não se atreve a chorar, porque ao fim todos choramos juntos”, diz.

Graças ao choro de Liu, os negócios prosperam. Hoje cada um de seus irmãos tem uma casa e todos são partes da equipe funerária.

Mas Liu sabe que esta é uma profissão em extinção, por causa da preferência por funerais mais simples.

Ela já está mudando o perfil dos negócios. Hoje os 20 funcionários de sua empresa trabalham sobretudo no embalsamento de corpos e na organização de funerais.

Mas ela diz que nunca vai deixar de ser carpideira.

“É algo que me levou muito tempo para construir, desde o zero, com minha avó. Devo ensinar a outras pessoas o que ela me ensinou e seguir com a tradição”, diz.



A julgar pelos vídeos disponíveis na internet, os funerais em Taiwan se parecem mais com uma mistura de circo com carnaval fora de época (e de propósito).

E se você procurar no Google vai ver que há funerais taiwaneses que têm até striptease:






quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Jeremy Lin, nova sensação da NBA, é cristão fiel

Parece que 2012 mal começou e já foi pródigo em fenômenos religiosos no esporte norteamericano. Depois da Tebowmania, provocada pelo jogador de futebol americano Tim Tebow, agora é a hora e a vez de Jeremy Lin, armador do time do New York Knicks, que disputa a badalada NBA, a maior e melhor liga de basquete do mundo. Lin, como a foto (ao lado de Kobe Bryant) e o nome sugerem, é de ascendência chinesa, embora tenha nascido em Los Angeles, California, em 1988. Seus pais são originários de Taiwan e chegaram nos Estados Unidos na metade da década de 1970. Até duas semanas atrás, Jeremy Lin era um completo desconhecido. Digamos que era o reserva do reserva do armador titular do time. Afinal, com "apenas" 1,90m de altura (baixo para os padrões da NBA), formado em Economia em Harvard (em 2010) e uma atuação apagada nas equipes anteriores pelas quais atuou (Golden State Warriors na NBA, mais uma na Alemanha e outra na China), ninguém realmente esperava nada excepcional vindo da parte dele nas quadras. O Knicks, time que já foi o orgulho de Nova York, andava mal das pernas nos últimos anos e especialmente neste campeonato atual, e com a ausência de vários jogadores, o treinador Mike D'Antoni não teve outra alternativa senão por Lin para jogar. Detalhe: se não tivesse essa chance, Lin seria liberado pelo Knicks para procurar outro time no último dia 10. O que aconteceu depois disso foi algo nunca visto antes na NBA. Lin começou a fazer uma cesta atrás da outra, jogando espetacularmente e o Knicks não perdeu mais nenhuma partida desde então, o que fez do jogador asiático-americano se tornar o calouro mais bem-sucedido da história da NBA e a nova sensação do esporte no país. O fenômeno tomou proporções tais que já está sendo chamado de "Linsanity" ("L-insanidade"), principalmente depois da cesta no último segundo na partida contra o Toronto Raptors no dia 14 de fevereiro (primeiro vídeo abaixo). O que pouca gente sabe, entretanto, é que Jeremy Lin, assim como Tim Tebow, é cristão devotado à religião e faz questão de se mostrar como tal, agradecendo ao Senhor e Salvador Jesus Cristo pelo sucesso (segundo vídeo abaixo). Ele foi criado numa igreja evangélica, fez parte de uma comunidade cristã na Universidade de Harvard, não esconde de ninguém que quer ser pastor um dia e nunca negou sua fé. Na entrevista do terceiro vídeo abaixo, feita em março de 2010, ele disse que o seu maior sonho era jogar numa equipe de ponta na NBA, e que quando ficasse famoso, aproveitaria a oportunidade para falar de sua fé e pregar a palavra de Deus a todos, além de participar de serviços comunitários e escrever uma autobiografia em que o cristianismo será o foco. Por alguma razão "misteriosa", parece que esse dia chegou para Jeremy Lin, e de manera surpreendente. Em menos de 15 dias ele ganhou um destaque inimaginável para um calouro, como nunca tinha acontecido na NBA. Queira Deus que continue brilhando nas quadras e não se esqueça jamais do seu testemunho cristão.









sexta-feira, 6 de maio de 2011

"Profeta" de Taiwan prevê terremoto devastador

Não se sabe exatamente que linha religiosa o tal "profeta" segue, se é que ele tem alguma, e também se deve levar em conta o fato de que o maior terremoto já registrado (Chile, 1960) atingiu 9,5 na escala Richter. Logo, um terremoto de 14 graus é algo impensável. A notícia é do site Terra:

"Profeta" gera pavor em Taiwan ao prever terremoto de 14 graus

O autoproclamado profeta "mestre Wang" assegurou que um terremoto de 14 graus, com um posterior tsunami com ondas de 170 m, sacudirá Taiwan em 11 de maio, o que gerou pavor entre a população e levou a um suicídio, informou a polícia nesta sexta-feira.

Ao saber da previsão, um taiuanês de 70 anos que sofria de depressão crônica se jogou do quinto andar de um prédio em Taipé e morreu, segundo o diário Lianhe Bao.

Além disso, promotores taiuaneses iniciaram uma investigação sobre as profecias apocalípticas de Wang, que incutiram o temor em muitas pessoas e levaram à compra de refúgios situados nas regiões montanhosas da ilha.

Em Puli, aldeia localizada nas montanhas centrais, estão sendo construídos cerca de 100 refúgios, que posteriormente são vendidos a preços elevados, o que despertou suspeitas policiais de fraude ou de enriquecimento ilícito com relação às previsões.

Segundo o "profeta", a catástrofe derrubará emblemáticos monumentos da ilha, como a Torre Taipé 101, um dos arranha-céus mais altos do mundo, e o Palácio Presidencial.

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