Só pra alegrar o teu domingo:
se bem que pode ser mau agouro, né...
se bem que pode ser mau agouro, né...
Entretanto, vez ou outra, ele volta à baila por causa de seus comentários que, ocasionalmente, vemos nos seus programas, como foi o caso de hoje cedinho (vídeos abaixo), em que Malafaia desfilou mais um xororô dizendo-se vítima de uma série de agruras e perseguições para - em seguida - pedir dinheiro. Nada de novo no front. Não será surpresa se, nas próximas semanas, Morris Cerullo ou Mike Murdoch aparecerem por lá com mais uma de suas campanhas mágicas de prosperidade. O esquema é sempre esse: xororô-Cerullo ou xororô-Murdoch. Acredita quem quer. Afinal, vivemos num país democrático e livre, e cada um cuida de si e – tanto quanto pode – dos outros. Se for engodado pela própria concupiscência (Tiago 1:14) e cair no conto do bilhete premiado, aí já é problema dele com Deus.Pois é... este blog não tem bola de cristal, não joga búzios, não consulta espíritos, não lê mãos ou cartas, nem leva o nome de Deus em vão, mas hoje cedo apareceu o pândego "profetólogo" Morris Cerullo no programa do Malafaia, com uma nova "promoção" de unção financeira não mais a 900 paus, como em 2009, mas a 911 reais. O esquisito é que este povo nunca DÁ bênçãos e unções de graça, por amor e liberalidade, né? Sempre tem que ter algum dinheiro em troca da "unção". Agora, porque R$ 911? Teria sido a inflação? Alguma referência ao 11 de setembro (9/11 na datação inglesa)? Estaríamos diante de mais uma hecatombe malafaiana? Não sabemos... só sabemos que este blog não precisou de revelação ou profecia para antever que dentro de alguns dias os espectros mal-assombrados de Morris Cerullo ou Mike Murdoch (os Nâzgul do Malafaia) iriam aparecer vendendo unção no programa dele. É que já é bastante conhecido o modus operandi do camarada em questão. Se bem que no caso do Cerullo, seria "morris profetandi"? De qualquer maneira, aproveitando os eflúvios místicos e premonitórios baianos, já que os três gostam tanto de "vitória financeira", se eles montassem um trio elétrico de axé, sairiam no Corredor da Vitória em Salvador cantando "chorei, chorei, até ficar com dó de mim + me dá um dinheiro aí", emendando uma na outra sem fim, e não vai faltar folião rasgando dinheiro atrás deste bloco da insensatez...

A notícia é da agência católica de notícias Zenit:




O ativista mórmon Glenn Beck é um dos expoentes do conservadorismo norteamericano, que tinha até alguns meses atrás um programa seu na rede Fox News, de propriedade de Rupert Murdoch, recentemente envolvido no escândalo de escutas ilegais ("grampos") que acarretou o fechamento do tabloide britânico News of the World (do qual era também dono), além de tê-lo levado a depor no Parlamento do Reino Unido. 











Capítulo 1 – A introdução ao textoEstas palavras são trazidas por meio de prolepse para antecipar e prevenir uma objeção. O apóstolo deixou, nos versos anteriores, muitas sérias e celestiais exortações: entre elas, "não andar cuidadoso por coisa alguma". Não para excluir, um cuidado prudente; pois, aquele que não provê para seu próprio lar, "tem negado a fé, e é pior que um infiel" (1 Tm 5:8). Nem, um cuidado religioso; pois nós devemos dar toda "diligência para fazer firme nossa vocação e eleição" (2 Pd 1:10). Mas, para excluir todo cuidado ansioso sobre coisas e eventos; "não estejais ansiosos por sua vida, do que vocês deverão comer" (Mt 6:25). E neste sentido deveria ser o cuidado de um cristão, de não ser cuidadoso. A palavra cuidadoso no grego vem de um primitivo, que significa "cortar o coração em pedaços", um cuidado que divide a alma, preste atenção nisto. Nós somos instados a "entregar nosso caminho ao Senhor" (Sl 37:5); a palavra hebraica é, "girar teus caminhos para o Senhor". É nosso trabalho afastar o cuidado (1 Pd 5:7); e é o trabalho de Deus tomar cuidado.
Por nossa imoderação nós tomamos o trabalho de Suas mãos. Cuidado, quando é excêntrico, não confiável ou que distrai, é muito desonroso para Deus. Ele afasta Sua providência, como se Ele se sentasse no céu e não se importasse com o que acontece aqui embaixo; como um homem que faz um relógio, e então o abandona à própria sorte. Cuidado imoderado afasta o coração de coisas melhores; e geralmente enquanto nós estamos pensando em que devemos fazer para viver, nós esquecemos como morrer. Cuidado é uma ferida espiritual que desperdiça e desanima; nós podemos por nosso cuidado mais rapidamente adicionar um estádio [medida de distância] ao nosso sofrimento do que um cúbito ao nosso conforto. Deus ameaça como se ele fosse uma maldição, "eles comerão seu pão com cuidado" (Ez 12:19). Melhor jejuar do que comer aquele pão. "Não andeis cuidadosos por coisa alguma".
Agora, para que ninguém diga, "Está bem, Paulo, você nos tem ensinado isto que você mesmo tem raramente aprendido; você não aprendeu a não ser cuidadoso?", o apóstolo parece tacitamente responder isto, nas palavras do texto: "Eu aprendi, seja qual for a situação que eu me encontre, a estar contente". Um discurso digno de ser gravado em nossos corações, e de ser escrito em letras de ouro nas coroas e diademas de príncipes.
O texto se ramifica nestas duas partes gerais: 1. O estudioso, Paulo; "Eu aprendi". 2. A lição; "ser contente em toda situação".
