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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Pregador islâmico diz que mãos que masturbam ficarão "grávidas" no além


A notícia pra lá de esquisitona vem do blog Page Not Found d'O Globo:

Pregador islâmico: Homens que se masturbam ficarão com mãos grávidas

Um líder islâmico que costuma pregar em TV da Turquia advertiu que os muçulmanos devem se afastar da masturbação. Do contrário, alertou Mücahid Cihad Han, eles terão as mãos grávidas na vida após a morte.

De acordo com o "Huffington Post", a declaração foi dada quando Han atendeu a ligação de um telespectador casado, que dizia se masturbar mesmo durante o Umrah (peregrinação semelhante ao Hajj).

"Uma lei islâmica diz que o homem que tem intercurso sexual com as próprias mãos vai encontrá-las grávida na vida após a morte", disse o religioso ao fiel.



Usuários do Twitter fizeram piada com a declaração de Han. "Há ginecologista de mãos na vida após a morte? Aborto é permitido lá?", zombou um deles.

Em resposta, o pregador ratificou suas palavras e repetiu que "masturbação é pecado".

Masturbação é um tema bastante controverso no Islã. O Corão não faz menção à prática onanista, deixando que clérigos e estudiosos façam suas próprias interpretações.



domingo, 28 de dezembro de 2014

Estudo diz que pornografia faz homens evitarem o casamento

relationship marriage
Polêmico! Aí está um estudo curioso publicado pelo Brasil Post:

Homens se casam menos porque existe pornô gratuito 


Rodolfo Viana

A pornografia gratuita na internet está acabando com o casamento. É o que aponta um estudo realizado por pesquisadores do Instituto Alemão para o Estudo do Trabalho, em parceria com a Universidade West Chester da Pensilvânia. Eles estudaram as tendências nos números de casamentos e na difusão de filmes pornô na internet, e perceberam que o aumento da disponibilidade e o baixo custo desembolsado para acessar esses conteúdos levam mais homens a evitar o altar.

No estudo Are Pornography and Marriage Substitutes for Young Men? ("Casamento e pornografia são substitutos para o homem jovem?", em tradução livre), os pesquisadores analisaram dados de 1.512 homens na faixa de 18 e 35 anos, colhidos entre 2000 e 2004. O resultado é: o consumo de pornô na internet torna o casamento uma opção pouco atraente.

“Tradicionalmente, uma das razões para se casar é satisfação sexual", afirma o estudo. "Mas conforme as opções de satisfação sexual fora do casamento cresceram, a necessidade de se casar para atender a essa necessidade está diminuindo."

O estudo foi realizado no período em que os cientistas notaram uma rápida ascensão da pornografia na internet, ao passo que o número de casamentos caiu. As estatísticas mostram que homens de 25 a 34 anos tem predisposição ao casamento seis vezes inferior aos homens de mesma faixa etária dos anos 1970.

"Pornografia mais barata é. de maneira inequivocada, associada a taxas de casamento menores", conclui o estudo.



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Marco Feliciano assume seu lado "fiscal de fiofó"

Você, amigo crente, que escondia a revista Playboy enrolada na toalha ao passar pela família na sala em direção ao banheiro, não precisa mais se preocupar. Os seus problemas acabaram!

É que a conhecida revista pornográfica erótica traz na edição deste mês, entre uma e outra moça pelada, a opinião do pastor pop-star e deputado Marco Feliciano sobre questões essenciais da vida cristã e da humanidade em geral.

Assim, se papai ou mamãe perguntarem o que você vai fazer com a Playboy no banheiro, responda-lhes que está mais interessado no conteúdo, sobretudo na opinião de Marco Feliciano sobre os temas mais candentes do mundo atual.

Na entrevista em questão, o pastor Feliciano declara que já consumiu cocaína quando tinha 12 anos de idade e, questionado sobre o prazer anal dos homossexuais, acrescenta:
“Com certeza, tem homens que têm tara por ânus, sim. Eu não entendo muito dessa área porque nunca fiz, graças a Deus, e espero nunca fazer, porque pa­rece que quem faz não volta mais. [Risos]. Deve ser uma coisa tão estranha…”.
O deputado Feliciano tem todo o direito de emitir a opinião que quiser sobre qualquer tema e também pode manifestá-la onde preferir, ainda que sejam - no mínimo - de mau gosto suas afirmações sobre sexo anal.

Na verdade, ele poderia manifestá-la onde preferisse, não fosse sua insistência em se apresentar à sociedade como "pastor" e "evangélico".

O estranho é que ele venha a público fazer suas colocações esdrúxulas numa revista mais conhecida por suas fotos de mulheres nuas, entre umas e outras páginas grudadas em razão do uso alternativo que ela brinda aos seus "leitores".

Bons tempos aqueles em que evangélicos zelavam pela sua imagem e por não se associarem a veículos de massa que exploram o mundanismo e a sensualidade.

Bons tempos aqueles em que os pastores pregavam apenas a mensagem da cruz sem nem imaginar em se intrometer em meandros anais.

Como Paulo já aconselhava no capítulo 5 da carta aos Efésios, "toda sorte de impureza ou cobiça, nem sequer se nomeie entre vós, como convém a santos, nem baixeza, nem conversa tola, nem gracejos indecentes, coisas essas que não convêm" (versos 3 e 4) e "não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as; porque as coisas feitas por eles em oculto, até o dizê-las é vergonhoso" (vv. 11 e 12).

Entretanto, certos "pastores" modernos do Brasil, que pregam (e vivem) apenas o que lhes convém, não só estão ficando mais conhecidos por suas expressões verbais vergonhosas, como associam sua imagem a uma revista pornográfica erótica sem nenhum constrangimento.

Afinal, nunca vai faltar trouxa para segui-los em seus delírios midiáticos. O que vai faltar, sim, é gente que leia a Bíblia para conferir se as palavras de seus líderes correspondem à verdade e realmente edificam (Efésios 4:29).

Tá rindo de quê, Marco Feliciano?



segunda-feira, 15 de abril de 2013

O estranho tráfico de esperma palestino em Israel

Sim - pasme! - é isso mesmo que você leu. Quando você estava quase certo de que já tinha visto, lido e ouvido de tudo na vida, sempre aparece alguém para detonar com as suas ilusões.

Afinal, a engenhosidade humana parece não conhecer limites, e às vezes as soluções são mais simples do que se poderia imaginar.

O choque de realidade da vez vem através da notícia abaixo, publicada na Folha de S. Paulo de 14/04/13:

Médico palestino diz que trafica esperma de presos para fecundar suas mulheres

O palestino Ammar al Ziben, 38, está detido há 16 anos em Israel. Cumpre 27 sentenças de prisão perpétua e está proibido de receber visitas íntimas.

Ammar dizia à mulher, separado dela por um vidro, que já se considerava morto, incapacitado de dar continuidade à linhagem familiar.

Até que um recente esquema de contrabando de esperma e fertilização in vitro culminou, segundo o médico responsável, no nascimento de um pequeno garoto chamado Muhannad. Seu filho.

Seria o resultado de uma amostra de sêmen traficada de dentro de uma prisão para um laboratório, desafiando as autoridades penitenciárias israelenses.

Mas o garoto é também fruto da defesa do médico Salim Abu Khaizaran, 56, de que é preciso mitigar o que considera o drama familiar dos mais de 4.700 prisioneiros palestinos em Israel.

"Somos uma sociedade conservadora e gostamos de ter filhos", diz à Folha. "Há uma pressão muito grande sobre as mulheres. Em alguns casos, se o marido é solto, elas já não estão mais no período fértil e têm de aceitar que ele se case de novo."

A ideia de contrabandear sêmen dos palestinos partiu das lideranças presidiárias, que procuraram Abu Khaizaran para perguntar a ele se a fertilização seria viável do ponto de vista técnico.

O médico, por sua vez, consultou as autoridades islâmicas para investigar se a fertilização seria aceita religiosamente. Seria, e um pronunciamento legal ("fatwa") foi emitido a seu favor.

Foi a vez de Dallal al Ziben, mulher de Ammar, ir à clínica e pedir que Abu Khaizaran lhe ajudasse a realizar o sonho do marido: ter um filho. Antes da prisão, ele já tinha gerado duas meninas.

DOR

A ideia veio a Ammar em 2004, depois da morte de sua mãe, então em greve de fome pela libertação do filho. "Ele queria trazer uma pessoa à vida", diz Dallal, 32.

"No começo eu estava hesitante. Pensava em como as pessoas iriam olhar para mim, grávida, sabendo que meu marido está na prisão."

Encorajada pela família e pelo vilarejo de Maythalun, aceitou. Segundo ela, foram necessárias três tentativas, incluindo um fracasso na fertilização e um aborto natural. "Que ninguém pense que foi fácil. Foi muito doloroso, e não sei se faria de novo", diz.

Muhannad foi recebido com alegria na vila, "como se fosse uma festa de casamento", conta. Para o marido, diz, significou uma razão para lutar pela soltura.

Ammar foi preso em 1997, condenado pela acusação de treinar homens-bomba, de acordo com a sua mulher.

Segundo o médico, outras oito mulheres estão grávidas após passarem pelo mesmo procedimento. Na clínica, diz Abu Khaizaran, existem mais de 60 amostras de esperma de prisioneiros palestinos congeladas.

O médico e Dallal se recusaram a explicar de que maneira o sêmen é traficado e em que condições é retirado.

Procurada pela Folha, a autoridade penitenciária israelense diz que o contrabando de sêmen na prisão seria "muito difícil" de ocorrer. Mas não impossível.

"As condições de visita são restritivas, e só as crianças de até oito anos podem tocar os prisioneiros", diz a porta-voz Sivan Weizman. "Estão sempre sob vigilância."

Mas as crianças não são revistadas ao sair.

Weizman afirma que a proibição a visitas íntimas é por segurança. "Visitantes podem trazer outras coisas, como um telefone, uma arma", diz.

TESTEMUNHAS

No quesito técnico, a fertilização in vitro com o sêmen tirado da prisão seria também viável, de acordo com especialistas consultados pela Folha (leia mais ao lado).

Antes de congelar a amostra, Abu Khaizaran exige que duas testemunhas do marido e duas da mulher confirmem qual é a autoria do sêmen.

Os prisioneiros palestinos são um dos assuntos-chave para a retomada das negociações entre árabes e israelenses. O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, exige que parte dos detentos seja solta.

Se para Israel eles são considerados terroristas, para palestinos os presidiários são encarados como heróis da resistência à ocupação.

Quando morrem na prisão, eles são enterrados como mártires, caso no início do mês de Maysara Abu Hamdiyeh -vítima de um câncer de esôfago, pelo qual ele era tratado em hospital.

O assunto estará especialmente em foco nesta semana. No dia 17, é relembrado o "dia do prisioneiro" nos territórios palestinos, e há manifestações programadas.

"É uma questão emocional", diz Abu Khaizaran. "Somos uma comunidade pequena, e todos conhecem alguém que está na prisão."

Ele afirma que não cobra pelos procedimentos médicos e que por causa disso tem grande prejuízo.

Também afirma que recusa o apoio oferecido pelos grupos políticos Hamas e Fatah, pois não quer "politizar o assunto".

"Que tipo de pessoa eu seria se pedisse dinheiro para essas famílias?"



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Método infalível contra a masturbação


Não era fácil a vida de rapazes adolescentes, digamos, mais "erotizados" na Inglaterra vitoriana.

É que, para evitar que os jovens se dedicassem ao prazer solitário, muitos pais lançavam mão de um aparato anti-masturbação que mais parecia um instrumento de tortura.

Naquilo que lembra uma espécie de versão masculina do cinturão de castidade, o objeto tinha cerca de 9 cm para caber o pênis flácido, com orifícios para eliminar a urina, e era devidamente "vestido" no garoto para evitar a ereção.

Como todo homem pode muito bem imaginar, não devia ser fácil acordar sentindo a dor das ereções involuntárias noturnas.

Imagine o que esta geração não deve ter sofrido ao ser condicionada a associar sexo como tortura.

Como o Reino Unido segue com sua população firme e forte, mesmo após o dispositivo anti-masturbação e duas guerras mundiais, nada disso, entretanto, impediu que os rapazes se reproduzissem.

Na foto abaixo, disponibilizada pelo io9, você pode ver como era um deles na década de 1880.




sexta-feira, 20 de julho de 2012

Homens serão extintos por causa da... pornografia!

Calma, gente, não sou eu que estou dizendo isso... é o Terra:

Pornografia online levará homem à extinção, diz professor

Um professor da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, acredita que o uso excessivo de pornografia online e de jogos de videogame está criando uma geração de "homens desajustados", o que pode levar à extinção dos homens. O psicólogo Philip Zimbardo acredita que homens jovens estão criando "vícios de excitação", deixando-os incapazes de conviver normalmente no mundo real e desenvolver relacionamentos saudáveis. As informações são do jornal Daily Mail.

Ele afirma que os homens estão gastando muito tempo isolados no mundo digital e que as pessoas solitárias morrem mais cedo. Autor do livro The Demise of Guys: Why Boys are Struggling and What We Can Do About It (A Morte dos Caras: porque os garotos estão lutando e o que podemos fazer, em tradução livre), o professor diz que os homens de hoje não estão aprendendo a serem "animais sociais".

Ele critica o fato de que os homens estão, atualmente, gastando grande parte do seu tempo sozinhos no mundo digital, como videogames, pornografia online, YouTube e mensagens de texto. Ele acredita que a pornografia pode se tornar um "substituto para interações saudáveis frente a frente, sociais ou sexuais".



terça-feira, 27 de março de 2012

Líder islâmico do Marrocos aconselha masturbação feminina com cenouras e garrafas

Essa notícia do Terra só pode ser gozação:

Religioso marroquino autoriza masturbação de mulheres solteiras

Um célebre teólogo islamita marroquino autorizou as mulheres solteiras que se masturbem usando "cenouras ou garrafas" para evitar que mantenham relações sexuais proibidas fora do casamento.

"O uso de uma cenoura ou uma garrafa está autorizada pelos ulemás (teólogos) e a sharia (lei muçulmana)", confirmou à AFP Abdelbari Zemzemi, um teólogo cujas fatwas (opinião jurídica de um teólogo) geralmente provocam polêmica na imprensa.

No entanto, esta autorização "diz respeito a casos excepcionais: mulheres solteiras que não querem manter relações sexuais sem se casar e têm dificuldade de controlar sua libido", declarou Zemzemi, ex-deputado e presidente de uma associação religiosa de Casablanca.

Zemzemi considera normal que suas declarações possam causar polêmica "porque a sexualidade é um tema tabu no Marrocos". No entanto, a "sharia evoca esses temas íntimos com muita liberdade e o objetivo é evitar as relações sexuais fora do matrimônio".

A masturbação é proibida pelo Islã, mas tolerada por algumas das escolas. Essas escolas preveem que, se uma pessoa está dominada pelo desejo, não consegue controlar seus instintos e teme cair em Zina (pecado), pode recorrer à masturbação para acalmar-se, seguindo o princípio de que "entre dois males, é melhor escolher o menor".



sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Mark Driscoll diz que "masturbação é uma forma de homossexualidade"

Mark Driscoll precisa descobrir logo as virtudes do silêncio.

Ele está precisando de um retiro espiritual longo, pra meditar profunda e sistematicamente no ditado popular de que "em boca fechada não entra mosquito". 

A não ser que ele queira ficar mais conhecido por exegeses bíblicas e interpretações teológicas, digamos, muito particulares, para não dizer exóticas. 

Parece também que o festejado pastor americano vê sexo (com pitadas de homossexualidade) em tudo no mundo, circunstância que pode, eventualmente, ter outro nome: fetiche. 

Algum tempo atrás, defendendo as lutas de MMA, ele disse que "não existe nada mais puro do que dois homens lutando num ringue, sem bolas, bastões, varas, ajuda, time, só pra ver qual deles é melhor", isso no meio de outra confusão em que ele se meteu sobre sexualidade (veja "O bullying afeminado de Mark Driscoll"). 

Driscoll acaba de lançar um livro na forma (eBook) online, intitulado "Porn Again Christian - A Frank Discussion on Pornography and Masturbation for God's Men", fazendo um jogo de palavras (em inglês) com a expressão "Born Again" ("Nascido de Novo") e seu correspondente "Porn" ("Pornô"). 

O título do livro seria traduzido para o português, então, por algo como "Porn Again Cristão - Uma Discussão Franca sobre Pornografia e Masturbação para Homens de Deus". 

No quinto capítulo do livro (em inglês, disponível aqui), Mark Driscoll elenca como primeira razão para não masturbar o fato de que "a masturbação pode ser uma forma de homossexualidade porque é um ato sexual que não envolve uma mulher. 

Se um homem tivesse que se masturbar enquanto envolvido em outras formas de intimidade sexual com a sua esposa, então ele não estaria fazendo isso de uma maneira homossexual.

Entretanto, qualquer homem que faz isso sem a sua esposa no quarto está na beira de uma atividade homossexual, particularmente se ele estiver se olhando no espelho e se excitando com o seu próprio corpo de macho". 

Bom, alguém poderia afirmar que aí estaríamos diante de um quadro clássico de narcisismo, mas seria melhor que alguém habilitado para tanto dissecasse o assunto. Driscoll bem que podia poupar sua fértil imaginação de voar tão alto.

A estranha fixação de Mark Driscoll com homossexualidade, masturbação e afins tem provocado grande reação no meio evangélico norteamericano, tendo chegado inclusive a ser comentado no The Huffington Post, que não é exatamente um portal cristão, e que ironiza o fato de Driscoll ter se "esquecido" - no seu livro - de que as mulheres também se masturbam, o que deixaria, portanto, as lésbicas livres para fazer o que bem entendessem da vida. 

O fato de Driscoll ter escrito um livro, digamos, "machocêntrico", além do episódio dos "dois homens lutando num ringue", mostra que ele tem uma visão muito masculina do mundo, talvez excessivamente máscula, uma overdose de testosterona.

Em suma, dando ao outro sempre o benefício da dúvida, desconfie de toda e qualquer pessoa que, dizendo-se cristã, tira o foco da sua pregação da cruz de Cristo, e passa a querer regular - nos mínimos e mais higiênicos ou eróticos detalhes - o que suas ovelhas ou seus irmãos fazem entre 4 paredes. 

O grande risco é que os outros sejam menos presas dos seus pecados sexuais do que o próprio pregador seja refém do seu mórbido fetiche.



segunda-feira, 4 de abril de 2011

Masturbação para pernas inquietas


Ok, ok, ok...

Eu fico imaginando o que é que vai ter de molecada na igreja inventando uma doença rara só pra arranjar uma nova desculpa pra contar pro pastor, depois que lerem esta notícia do NewScientist, traduzida e aproveitada por Bruno Calvazara para ser publicada no site HypeScience (embora esteja com cara de 1ª de abril). 

O único reparo que julgo ser necessário é que, pelo texto da notícia em inglês, parece que se trata de pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e não da USP:

Pesquisadores da USP descobrem tratamento para síndrome das pernas inquietas: masturbação

Existem diversos mitos sobre as consequências que pode sofrer quem se masturba, desde pelos indesejados na mão até a cegueira. Mas por esse efeito ninguém esperava: a masturbação pode ter um benefício clínico real no alívio para quem sobre da síndrome das pernas inquietas (SPI). Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) descobriram que a controversa prática pode fornecer um doce alívio para cerca de 7% a 10% das pessoas que sofrem da condição.

SPI é um distúrbio neurológico caracterizado por uma angustiante necessidade de movimentar as pernas. É geralmente associada a sensações desagradáveis ​​nos membros inferiores, tais como formigamento, dor e coceira.

As causas exatas da síndrome ainda estão sendo estudadas, mas as pesquisas já concluídas sobre o assunto, utilizando exames de imagem cerebral, sugerem que um dos fatores que contribuem para o desenvolvimento da SPI é um desequilíbrio na dopamina – um neurotransmissor que, entre outras coisas, ativa as áreas cerebrais responsáveis ​​pelo prazer. Suspeita-se que o desequilíbrio da dopamina seja também responsável por alguns dos sintomas do Mal de Parkinson.

Drogas que regulam os níveis de dopamina mostraram ser efetivas na redução dos sintomas da SPI quando tomadas antes de dormir. Esse é o tratamento inicial ideal.

Embora os medicamentos resultem na melhoria significativa dos sintomas de um homem de 41 anos com síndrome das pernas inquietas, ele encontrou um tratamento ainda melhor: o alívio completo após a masturbação ou o sexo.

Luis Marin e seus colegas da USP, que publicaram sua pesquisa sobre o novo tratamento este mês na revista “Sleep Science” (“Ciência do Sono”), especulam que a liberação de dopamina após o orgasmo possa desempenhar um papel determinante no alívio dos sintomas.

Um orgasmo proporciona uma das maiores explosões naturais de dopamina disponível para nós. Quando o pesquisador Gert Holstege, da Universidade de Groningen, na Holanda, e sua equipe mapearam o cérebro de homens no momento da ejaculação, eles notaram que as imagens obtidas lembravam o êxtase causado pelo consumo de heroína.

O aumento temporário da dopamina pode agir de forma semelhante às drogas que imitam o hormônio, concedendo ao homem bastante alívio nas pernas inquietas – o suficiente para deixá-lo dormir uma noite inteira.

A ciência já provou que a masturbação protege os homens contra o câncer de próstata e ameniza os sintomas da febre dos fenos (reação alérgica ao pólen). Nenhum efeito prejudicial ao sistema visual foi descoberto até agora.

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