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domingo, 3 de maio de 2015

Comece a vencer a obesidade infantil desligando a TV

Matéria publicada no Brasil Post:

Uma hora de TV por dia aumenta risco de obesidade infantil em 50%

Giulia Vidale

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, indica que crianças que assistem TV por um período de uma a duas horas correm um risco 47% maior de serem obesas, em relação aos que passam menos tempo em frente ao aparelho. Os resultados foram apresentados durante o encontro anual das Sociedades Acadêmicas de Pediatria, realizado em San Diego, na Califórnia.

A conclusão contraria as diretrizes da Academia Americana de Pediatria. A instituição recomenda que as crianças passem no máximo duas horas por dia em frente à TV. Mark DeBoer, professor de pediatria e coordenador do estudo, espera que seus dados possam ajudar a mudar essa indicação para uma até hora diária.

Os pesquisadores observaram os hábitos de cerca de 11.000 crianças americanas entre cinco e oito anos de idade. Em média, elas assistem 3,3 horas de televisão diariamente - o dobro de tempo em relação aos brasileiros.

Para Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, o grande desafio para as crianças é justamente desvincular o TV com o hábito de petiscar. "É muito importante prestar atenção nos alimentos que estamos ingerindo, de modo a fazer as escolhas mais acertadas, o que na frente da televisão é praticamente impossível", diz Reibscheid.

Obesidade Infantil

​A obesidade infantil é um problema de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2013, 42 milhões de crianças com menos de cinco anos estavam acima do peso. No Brasil, quase metade (47,6%) das crianças de 5 a 9 anos estão obesas ou têm sobrepeso, de acordo com dados do IBGE. Na faixa etária de 10 a 19 anos, um em cada quatro (26,45) está acima do peso.

A alimentação inadequada e o sedentarismo não são só os principais vilões da obesidade infantil. "Comer mal e estar acima do peso pode fazer com que as crianças sofram de problemas considerados de adultos, como diabetes, colesterol alto, insônia e hipertensão", diz o médico nutrólogo Daniel Magnoni, da Divisão de Nutrição Clínica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.



terça-feira, 10 de março de 2015

Qual é a idade ideal para o seu filho ter um celular?

Artigo publicado na Oficina da Net:

Qual idade certa para dar um celular para uma criança?

As crianças estão cada vez mais inseridas no meio tecnológico, não é mesmo? Quem de nós nunca ouviu algum adulto comentar que o filho, sobrinho, neto, enfim, uma criança, sabe lidar com um eletrônico melhor que ele? Pois é, esta é a realidade atual.

Muitos grandalhões ainda não tiveram contato com computadores e celulares mais avançados, como os smartphones, enquanto os pequenos dão show de destreza e entendimento. Atualmente, com a grande demanda de aparelhos celulares, que a cada dia surgem com mais opções de uso, não é difícil que uma criança fique tentada a ter um aparelho exclusivo para ela. Decisão difícil aos pais. De um lado, a criança querendo mais um modo de diversão, do outro, os pais repletos de dúvidas.

Uma das maiores dúvidas dos pais é qual a idade ideal para dar um aparelho celular ao filho, sem que o ato possa gerar alguma consequência na vida dos pequenos. Especialistas defendem que não há uma ideal para isso, mas sim, uma análise de toda a situação envolvente. Obviamente que não estamos falando em dar um aparelho celular a uma criança pequena, que ainda nem alfabetizada está. Muitos estudiosos indicam que a idade ideal seria em torno dos 13 anos, porém, com bem sabemos, a realidade é outra, e vemos cada vez mais crianças portando celulares antes deste tempo.

No entanto, outros especialistas defendem que o momento mais propício para entregar um aparelho a uma criança seja entre os 9 e 10 anos. O que todos concordam é que tudo irá depender da necessidade de cada criança, se os pais as deixam muito tempo sozinhos, se frequentam clubes ou outros locais sozinhos, entre outros fatores. Além disso, sempre é necessário avaliar o nível de responsabilidade dos pequenos.

Antes de comprar um celular ao filho, é melhor avaliar a necessidade

Ao adquirir um smartphone para seu filho, os pais precisam ter em mente as reais motivações para tal. Então, nada mais justo que analisar a necessidade do uso do aparelho pela criança, se é só por diversão, para acessar as redes sociais, games, apps, ou mesmo se precisa manter comunicação com os pais em um momento necessário.

Então, conforme citado acima, se o filho realmente já possui uma certa maturidade para compreender o bom uso do aparelho celular, e precisa manter contato com pais, então pode sim ter chegado a hora de dar mais esta responsabilidade ao filho. Sim, responsabilidade! O filho precisa saber que o aparelho não é apenas um mimo dos pais, ou simplesmente um brinquedo novo, mas sim que ele é um importante meio de comunicação e precisa ser usado conforme o combinado com os pais.

Problemas atribuídos ao uso de celular por crianças

De acordo com um estudo realizado pelos institutos da América do Norte – Sociedade Canadense de Pediatria e a Academia Americana de Pediatria, o uso de smartphones por crianças de menos de 12 anos pode acarretar sérios problemas. Confira abaixo os males que o uso de smartphones podem causar:

1. Obesidade: A obesidade infantil pode estar ligada ao uso em excesso de aparelhos eletrônicos.

2. Problemas de desenvolvimento cerebral: Os dois primeiros anos de vida das crianças são muito importantes para determinar a eficiência do desenvolvimento cerebral. Alguns estudos defendem que a superexposição a aparelhos eletrônicos neste período pode causar déficit de atenção, distúrbios de aprendizado, aumento da impulsividade e até atrasos cognitivos.

3. Sono alterado: Dormir bem faz bem a todos, principalmente para as crianças. Passar horas à noite jogando, conversando ou navegando nos aparelhos eletrônicos pode acarretar em sono alterado, o que não é nada saudável aos pequenos.

4. Depressão infantil: Estudos defendem que o uso excessivo da tecnologia pode causar até depressão nas crianças. Outros problemas emocionais também foram constatados, como ansiedade, transtorno bipolar e psicose.

5. Radiação: Ainda não há um estudo conclusivo sobre o uso de celulares e o câncer cerebral em crianças. Porém, muitos cientistas defendem que a radiação emitida é um fator de risco para as crianças, já que elas são mais sensíveis aos agentes radioativos que os adultos.

Levando em consideração vários fatores, a idade ideal para uma criança ganhar um aparelho celular será obrigação dos pais avaliarem e decidirem. Para a decisão é necessário avaliar todos os quesitos, além dos citados acima, um bastante importante, a segurança dos pequenos. Os celulares costumam ser muito visados pelos criminosos, então, todo cuidado é pouco.



sábado, 25 de outubro de 2014

Banho de sol pode ajudar a emagrecer

A matéria é da BBC Brasil:

Luz do sol pode reduzir ganho de peso e controlar diabetes, diz estudo

A exposição ao sol pode desacelerar o ganho de peso e o desenvolvimento de diabetes tipo 2, segundo pesquisa realizada em ratos.

Cientistas descobriram que a radiação ultravioleta em ratos superalimentados fez com que os animais comessem menos. Mas a vitamina D, produzida pelo corpo em resposta à luz solar, não estaria envolvida no fenômeno, disse o estudo.

Após o tratamento com luz ultravioleta, os ratos do estudo também apresentaram menores sinais de alerta de diabetes tipo 2, tais como níveis anormais de glicose e resistência à insulina (condição em que a insulina produzida pelo corpo é insuficiente ou ineficiente para processar a glicose nas células).

Estes efeitos estavam ligados ao óxido nítrico, que é liberado pela pele após a exposição à luz solar. O mesmo efeito foi obtido quando um creme contendo este composto foi aplicado sobre a pele dos ratos.

Os pesquisadores disseram que os resultados devem ser interpretados com cautela, pois ratos são animais noturnos, cobertos de pelo, e que normalmente não são expostos a muita luz solar.

A descoberta, feita por cientistas de Edimburgo (Escócia), Southampton (Inglaterra) e Perth (Austrália), foi divulgada na publicação científica Diabetes. Mais pesquisas são necessárias para descobrir se a luz do sol tem o mesmo efeito em humanos, disseram especialistas.

"Nós sabemos de estudos epidemiológicos que aqueles que tomam sol vivem mais do que aqueles que passam a vida na sombra. Estudos como esse nos ajudam a entender como o sol pode ser bom para nós", disse Richard Weller, professor de dermatologia da Universidade de Edimburgo.

"Precisamos lembrar que o câncer de pele não é a única doença que pode matar e talvez devessemos equilibrar o nosso conselho de exposição ao sol".

Shelley Gorman, do Instituto Telethon Kids, de Perth, na Austrália, e principal autora do estudo, disse que os resultados mostraram que a luz do sol era um elemento importante de um estilo de vida saudável.

"Eles sugerem que a exposição ocasional da pele à luz solar, juntamente com a prática de exercícios e uma dieta saudável, pode ajudar a prevenir o desenvolvimento da obesidade em crianças".



domingo, 31 de agosto de 2014

Governo e indústria concordam em reduzir sódio de alimentos processados

Uma boa notícia do Ministério da Saúde que merece ser divulgada:

Acordo retira mais de mil toneladas de sódio de produtos industrializados

Parceria entre Ministério da Saúde e Abia garantiu redução de sal em pães de forma, bisnaguinhas e macarrões instantâneos. Pesquisa mostra que os brasileiros têm uma percepção equivocada sobre a quantidade correta de sal a ser consumida diariamente

As indústrias alimentícias, em um ano, reduziram 1.295 toneladas de sódio em três tipos de alimentos: pão de forma, bisnaguinhas e macarrão instantâneo. A previsão é que a retirada deste item, que começou em 2011, alcance mais de 1,8 mil toneladas até o fim deste ano. Esses ganhos na alimentação do brasileiro são resultados do acordo de cooperação entre o Ministério da Saúde e a Associação das Indústrias da Alimentação (Abia) para monitoramento do uso de sódio em alimentos industrializados.

“Esta redução de sódio na alimentação do brasileiro se materializa na redução, ao longo prazo, no número de óbitos por doenças Crônicas Não Transmissíveis, como infarto e AVC. É importante ressaltar ainda que não estamos banindo o consumo do sal, e sim, evitando o excesso, que é prejudicial à saúde”, destaco o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

A previsão é de que até 2020, mais de 28 mil toneladas de sódio estejam fora das prateleiras, como resultado dos quatro Termos de Compromisso firmados entre Ministério da Saúde e Abia. O total das parcerias reúne 16 categorias de alimentos que representam mais de 90% do sódio em produtos industrializados. O objetivo é alertar a população para a mudança de alguns hábitos alimentares, tanto no consumo de sal na hora das refeições quanto na escolha dos produtos nas gôndolas dos supermercados.

Para o presidente da Abia, Edmundo Klotz, “a autorregulamentação é um instrumento positivo que definiu metas a serem alcançadas pela indústria da alimentação em acordo firmado com o setor público”. Ele acrescentou ainda “que trata-se também de um mecanismo indutor que incentiva as empresas que não são associadas à ABIA a investirem em tecnologia para a redução do sódio”, enfatiza o presidente da Abia, Edmundo Klotz.

CONSUMO DE SAL – Um estudo feito pelo Ministério da Saúde mostra que o brasileiro tem uma percepção equivocada sobre a quantidade correta de sal a ser consumida diariamente, pois acredita que utiliza menos sal do que realmente chega às mesas. Segundo a pesquisa Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), 48,6% dos brasileiros avaliaram como médio seu nível de consumo diário de sal. No entanto, no Brasil, estima-se consumo médio de quase 12g por pessoa por dia, o que é mais do que o dobro do que a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), de no máximo de 5 gramas ao dia.

O consumo exagerado do sal está relacionado ao aumento no risco de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e doenças renais, entre outras. As DCNT são responsáveis por 63% dos óbitos no mundo e 72% dos óbitos no Brasil. Um terço destas mortes ocorre em pessoas com idade inferior a 60 anos. Se o consumo de sódio for reduzido a quantidade recomendada pela OMS, por exemplo, os óbitos por acidentes vasculares cerebrais podem diminuir em 15%, e as mortes por infarto em 10%.

O Brasil alcançou importantes resultados nesta área nos últimos anos. Além de conseguir retirar, em um ano, 1.295 toneladas de sódio em três categorias de alimentos processados, superou a meta estabelecida para a redução da mortalidade prematura por doenças crônicas, que era de 2% ao ano. No entanto, entre 2010 e 2011, o índice de queda da mortalidade prematura (30 a 70 anos) por DCNT foi de 3,8%. A expectativa é chegar a 25% em 2022.

MONITORAMENTO DO SÓDIO - O número de redução de sódio em alimentos processados foi identificado a partir da análise de rotulagem nutricional e amostras avaliadas em laboratórios pela Anvisa em três categorias de alimentos. Foram coletados dados de rotulagem de 172 marcas de massas instantâneas, 102 marcas de pães de forma e 13 marcas de bisnaguinhas, representando em nível nacional as empresas que comercializam estes produtos. Para a análise laboratorial, foram coletadas amostras em nove estados, correspondentes a 54 produtos.

Os parâmetros utilizados foram as metas de redução de sódio estabelecidas em 2011 no acordo entre o Ministério da Saúde e a Abia. O documento definiu o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados. No caso das massas instantâneas, a quantidade foi limitada a 1.920,7 miligramas (ou 1,9 grama) até 2012. Isso representa uma diminuição anual de 30% no valor máximo de sódio desses alimentos. Nos pães de forma, o acordo previu a redução do teor máximo de sódio para 645 miligramas, até 2012, e para 522 miligramas, até 2014; enquanto que, nas bisnaginhas, o limite era de 531 e 430 miligramas, nas mesmas datas. Essas metas estabelecidas correspondiam a uma redução de 10% ao ano no valor máximo de sódio.

Dos 54 produtos avaliados em laboratórios, 40 ficaram abaixo da meta de quantidade de sódio. Das 29 marcas de macarrão instantâneo, 19 (65,5%) ficaram abaixo da média (1920,7 mg/100g). Já entre as 16 marcas de pães de forma, 15 (93,75%) estavam abaixo da média (645mg/100g) e entre as nove marcas de bisnaguinhas seis (66,6%) ficaram abaixo da meta (531 mg/100g).

As análises de rotulagem mostram tendência semelhante de cumprimento das metas em relação aos teores médios de sódio por categoria. Do total, 94,9% das massas instantâneas, 97,7% dos pães de forma e 100% das bisnaguinhas estavam abaixo das suas metas, que são 1920,7mg/100g, 645mg/100g e 531mg/100g, respectivamente. Resultados semelhantes foram encontrados mesmo em empresas que não estão associadas à Abia, mostrando que o acordo de cooperação também teve um efeito indutor na reformulação dos produtos em todo o mercado.

O acordo, que tem adesão voluntária, estabelece o acompanhamento das informações da rotulagem nutricional dos produtos e as análises laboratoriais de produtos coletados no mercado e da utilização dos ingredientes à base de sódio pelas indústrias. Desde o início de 2013, estão sendo coletadas e analisadas amostras de categorias de produtos firmados nas duas primeiras etapas da parceria. Foram pactuadas metas voluntárias de redução, oficializadas por meio de quatro termos de compromisso entre o Ministério da Saúde e a Abia.

PROMOÇÃO DA SAÚDE –Essas ações, assim como o incentivo à atividade física e a alimentação saudável, a prevenção da obesidade infantil nas escolas, orientações sobre a importância de parar de fumar e a expansão da assistência em doenças crônica, integram o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) do Ministério da Saúde. Lançado em 2011, a iniciativa visa prevenir e reduzir asmortes prematuras por diabetes, câncer, hipertensão e outras doenças do aparelho circulatório e respiratório.



sábado, 22 de fevereiro de 2014

Solidão mata mais que obesidade


Artigo de Carol Castro para o Superinteressante:

Solidão mata mais que obesidade

Um pouco de solidão faz bem: deixa você até mais criativo. Mas vê se não abusa do tempo longe dos amigos e familiares. Ficar muito tempo na solidão é mais perigoso que a obesidade.

Tão perigoso que mata até duas vezes mais, segundo pesquisa do psicólogo John Cacioppo, da Universidade de Chicago. Ele acompanhou, ao longo de seis anos, o impacto da solidão na saúde de mais de 2 mil pessoas com mais de 50 anos. E percebeu que os mais solitários correm mais riscos de morrer do que quem se sente amado e querido.

É que a solidão eleva a pressão arterial a níveis perigosos: perto da zona de perigo de ataques cardíacos e derrames. Além disso, o isolamento pode enfraquecer seu sistema imunológico, deixar você depressivo, e piorar a qualidade do seu sono. Pois é, a ausência de amigos faz você perder até o sono.

Segundo Cacioppo, quando nos sentimos isolados ficamos mais atentos a qualquer ameaça e por isso acordamos com qualquer barulhinho.

Viu só que perigo?



domingo, 21 de agosto de 2011

Justiça manda McDonald's indenizar funcionário que engordou no emprego

Notícia da Folha de S. Paulo:

McDonald's paga R$ 70 mil a funcionário que engordou

MARCOS DE VASCONCELLOS
DE SÃO PAULO


No Rio Grande do Sul, o McDonald´s pagou R$ 70,5 mil a um ex-funcionário que entrou na Justiça por ter engordado cerca de 30 kg nos 12 anos em que trabalhou na companhia.

No processo, que teve início em 2008, Edson Zwierzinsky alega que, como gerente, era obrigado a provar os alimentos da franquia.

"[Ele] tinha de experimentar, diariamente, quantidades variáveis de refrigerante, hambúrguer e batata frita", afirma o advogado de Zwierzinsky, Vilson Martins.

O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul) decidiu que há relação direta entre os quilos que o ex-gerente engordou e o trabalho que ele teve que desenvolver.

Os R$ 70,5 mil que deverão ser pagos ao trabalhador devem-se a danos morais, danos materiais --custos do tratamento de obesidade--, danos estéticos e outros direitos trabalhistas.

Ainda era possível entrar com um recurso, contestando a decisão, mas a franqueada do McDonald´s na região, Kallopolli Comércio de Alimentos, firmou acordo em março deste ano para pagar a quantia.

Em nota enviada à Folha, a franquia afirma que "oferece a seus funcionários um cardápio variado que atende à legislação brasileira" e que "incentiva seus funcionários à adoção de hábitos saudáveis".

Segundo familiares de Zwierzinsky, ele está fazendo tratamento para emagrecer.

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