Mostrando postagens com marcador reencarnação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reencarnação. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Fotógrafo norueguês clica homens que afirmam ser Cristo

Inri Cristo é só um deles...
Segundo a BBC Brasil:

Não é só brasileiro Inri Cristo: fotógrafo registra homens que acreditam ser Jesus

Em seu novo livro, 'O Último Testamento', o fotógrafo norueguês Jonas Bendiksen registra homens que alegam ser a reencarnação de Jesus Cristo.

Foram dois anos viajando pelo mundo acompanhando o cotidiano deles e de seus seguidores, incluindo o do brasileiro Inri Cristo.

"Meu objetivo não era apontar quais desses homens é o verdadeiro 'Messias', mas, na verdade, ouvir tudo o que eles diziam como a mais absoluta verdade", conta Bendiksen à BBC.

"Quis tentar mostrar como eles veem o mundo, quais são as implicações para nós, para a humanidade, se essa pessoa realmente for Jesus Cristo", acrescenta.

Bendiksen explica ter seguido “alguns critérios” para selecionar quem fotografaria.

"Teriam que ser pessoas que já tivessem se assumido publicamente como 'Messias' e cuja revelação se estendia por um longo período de tempo, talvez décadas", explica. "Elas também deveriam ter uma teologia como o próprio Jesus Cristo, ou seja, que já tivessem publicado escrituras", completa.

Para o fotógrafo, esses homens não são "doentes mentais, como os que você vê em hospícios...é algo diferente, mas não sei o quê", assinala.

Bendiksen também não acredita que os homens que acompanhou sejam “manipuladores”.

"Tive a impressão de que todos realmente acreditam que são a reencarnação de Jesus Cristo. Dos homens com quem me encontrei, acredito que eles querem o melhor para a humanidade", diz.

"Também acho que isso é um fardo para muitos deles, que eles só estão fazendo o que Deus lhes instruiu e o melhor para todos nós".

"Se você está fazendo isso para controlar as pessoas, então diria que há muito mais pessoas no mundo que fazem isso melhor do que eles", conclui.



sexta-feira, 11 de setembro de 2015

China quer decidir em quem o Dalai Lama vai reencarnar

Quem diria, até quem reencarna em quem, se reencarna, os políticos querem decidir. A matéria é da Galileu:

Governo chinês quer escolher em qual corpo o Dalai Lama vai reencarnar

Chineses afirmam que a santidade não pode se recusar a dar continuidade à tradição

No último domingo (6/9), durante conferência sobre o aniversário de 50 anos da Região Autônoma do Tibete, um oficial do governo chinês afirmou que este tem o direito de escolher a próxima encarnação de Dalai Lama. O representante disse ainda que se não fosse pela intervenção de Pequim, os tibetanos teriam permanecido na era medieval, com práticas ultrapassadas e escravidão.

China/Tibete Em 1950, tropas chinesas invadiram o Tibete e passaram a controlar a região. Após tentativas frustradas de fazer um acordo de paz com autoridades da China como Mao Zedong e Deng Xiaoping, o Dalai Lama se exilou em Dharamsala, na Índia, onde vive até hoje e controla a Administração Central Tibetana. Logo, em 1965, o Tibete entrou para a lista de regiões autônomas da China. As relações políticas, portanto, são delicadas.

A afirmação do oficial chinês faz parecer que a intenção do governo é transformar uma entidade espiritual em ferramenta política. Acontece que, para os tibetanos budistas, os Dalai Lamas são manifestações de Avalokiteshvara, o bodisatva da suprema compaixão dos Budas. Ou seja, eles seriam criaturas iluminadas escolhidas para reencarnarem e servirem a humanidade.

A linhagem conta com 14 Dalai Lamas, sendo Tezin Gyatso o atual “grande protetor”. O tibetano de 80 anos foi descoberto como encarnação da entidade aos 3 e, ao chegar aos 6, começou sua educação monástica. “Sempre me perguntam se eu realmente acredito na encarnação. Essa não é uma resposta fácil de dar. Mas dada a experiência que tive ao longo da vida, não tenho dificuldade em aceitar que sou espiritualmente conectado com os 13 Dalai Lamas que me precederam, com o Chenrezig e o próprio Buda”, afirma Gyatso.

Segundo a Administração Central Tibetana, quando completar 90 anos, o Dalai Lama consultará os Lamas superiores da tradição do budismo tibetano, o público da região e os seguidores da religião para avaliar se a instituição de Dalai Lama deve continuar a reencarnar ou não.

Em 2007, a Administração de Negócios Religiosos do Estado Chinês divulgou um regulamento definido pela China em relação à reencarnação. Por conta desse documento, os chineses acreditam que, independente do que Dalai Lama diga ou faça, a santidade não pode negar o direito do governo de escolher e confirmar uma nova encarnação.

Para o governo chinês, o Dalai Lama não pode se negar a reencarnar e deve respeitar a tradição. Já a santidade afirma que, caso a entidade escolha prosseguir, “seu reconhecimento e aceitação não devem ser dados a um candidato escolhido por conta de meios políticos, ainda mais se forem relacionados a República da China”.

*Com supervisão de André Jorge de Oliveira



sábado, 5 de julho de 2014

Quando um lama morre no Brasil e é cremado no Nepal


Artigo de Ricardo Anderáos para o Brasil Post:

Da morte à vida: cremação e reencarnação no Himalaia

Na décima terceira Lua após sua morte no Brasil, o lama tibetano Chagdud Rinpoche foi cremado no Nepal. Eu participei do retiro de Yoga da Morte durante o qual ele faleceu em Três Coroas, no Rio Grande do Sul. E não hesitei em cruzar o mundo para fazer parte da cerimônia de cremação que aconteceu ao ar livre, nas encostas do Himalaia. Lá, no altar do templo localizado defronte à pira funerária em forma de estupa, seu cadáver coberto com vestes rituais permanecia sentado em posição de meditação, exatamente como estava quando seu coração parou de bater.

Quando o Rinpoche morreu exatamente? E quem é o garoto que foi identificado alguns anos depois como sua reencarnação? As perguntas da nossa mente racional ficam em segundo plano face a tudo que vivenciei nesse processo. Continuo com minha estratégia de suspensão da descrença: o que acredito ou deixo de acreditar perde importância diante dos ganhos que a meditação me dá no meu relacionamento comigo mesmo e com todos ao meu redor. Numa palavra: Bodhichitta.

Ficamos hospedados em um monastério em Boudanath, nos arredores de Kathmandu, ao lado da gigantesca estupa que é um dos templos budistas mais sagrados do mundo. À volta desse enorme monumento branco em forma de disco, do tamanho de um estádio, milhares de pessoas circulam, rezam e fazem prostrações incessantemente. Nos seis dias seguintes nossa rotina se repete: liderados pela lama Tsering Everest acordamos antes do amanhecer, viajamos duas horas de ônibus numa estradinha assustadora que serpenteia até o alto das montanhas, chegamos ao templo e praticamos meditação durante todo o dia aos pés do kudun do Rinpoche. No fim do dia voltamos a Boudanath, circumbulamos a grande estupa algumas vezes recitando mantras, jantamos e despencamos na cama.

Meditar é uma tarefa às vezes fácil, às vezes dificílima. Mas nunca antes nem depois daqueles dias consegui tamanha clareza e profundidade em minha prática. Não sou uma pessoa dada ao misticismo, e resisto a aceitar explicações mágicas para as coisas. Mas sou obrigado a confessar que meditar perto do corpo do Rinpoche, tanto dentro quanto fora daquele templo, com temperaturas próximas de zero, foi uma experiência transcendental. Ainda hoje, passados mais de dez anos, me alimento das lembranças e insights daqueles dias quando enfrento dificuldade para relaxar a mente e meditar. Depois de seis dias de purificação e meditação, chegou o grande momento para cerca de 300 pessoas que saíram de várias partes do mundo para participar da cremação. Alguns vieram do Tibete, cruzando os Himalaias, enfrentando a neve e fugindo da polícia de fronteira chinesa para estar ali. Muitos vieram da Índia, do Butão e de várias partes do Nepal. Outros tantos eram alunos dos EUA e do Brasil, países onde o incansável Chagdud Rinpoche havia construído redes com dezenas de templos e centros de prática.

Quatro lamas ficaram ao redor da estupa crematória, marcando os quatro pontos cardeais. Ao lado de cada um deles, monjes e praticantes avançados empunhavam instrumentos musicais, sinos, vajras e outros objetos de prática. Os praticantes mais juniores, como era o meu caso, completavam o círculo. A estupa foi totalmente recheada com flores, ervas aromáticas e madeira. Na base, uma grande mandala pintada em pergaminho também demarcava os pontos cardeais.

O corpo do Rinpoche foi finalmente retirado do altar, colocado em uma liteira e levado em procissão ao redor da estupa. Por fim, foi depositado dentro da pira funerária, acima das ervas e da madeira. Todos sentamos e meditamos longamente, até que os quatro lamas começaram a conduzir a elaborada cerimônia. Depois de muitos mantras e cânticos, cada um enviou seu emissário com o fogo que foi colocado na base da estupa. Em pouco tempo as labaredas começaram a crepitar. Uma densa fumaça tomou conta do ambiente e subir ao céu, obscurecendo a luz do Sol.

O aroma que nos envolveu é inesquecível. Nunca me senti tão só e simultaneamente tão integrado ao universo. Os insights se sucediam de maneira ao mesmo tempo vigorosa e calma. Era claro que eu estava vivendo um dos momentos-chave de minha vida. O nascimento de meus filhos, a morte de meu pai e algumas imagens que povoam minha mente desde a mais tenra infância passavam diante de meus olhos. Nunca tão aqui, nunca tão agora...

Não tenho mais palavras. Deixo as imagens mais abaixo falarem por si:


Cerca de 4 anos depois daquele inesquecível 8 de dezembro de 2003, soubemos que o yangsi de Chagdud Rinpoche - sua reencarnação em uma criança - foi identificada no Tibete. Os quatro lamas que conduziram sua cremação haviam, finalmente, concluído a última etapa do misterioso ritual. Ganhamos uma foto do menino, mas nenhuma outra informação foi fornecida, como forma de proteção da criança. Em 3 de agosto desse mesmo ano, o decreto número 5 do Escritório Governamental para Assuntos Religiosos do Governo da China no Tibete tornou obrigatório o cadastramento junto ao governo de todas as crianças reconhecidas como reencarnações de lamas tibetanos, sob pena de acusação de fraude e prisão.



segunda-feira, 22 de julho de 2013

Inri Cristo chama papa de "turista" e "artista" argentino


O tristemente caricato Inri Cristo realmente não tem papas na língua, conforme se depreende de sua entrevista ao UOL Tabloide:

Inri Cristo chama papa Francisco de "turista argentino"

Rodrigo Bertolotto

Autoproclamada "reencarnação de Jesus" há 30 anos, Inri Cristo não tem uma opinião muito favorável do Santo Padre em sua vinda ao Brasil. Na entrevista abaixo, para o UOL Tabloide, ele classifica o papa Francisco como "turista argentino".

Célebre por participar de programas de auditório com vestes bíblicas, com direito a coroa de espinhos feita de pelúcia, Inri Cristo fundou a igreja Soust (Suprema Ordem Universal da Santíssima Trindade) em 1982, e mudou sua sede de Curitiba (PR) para Brasília em 2006, acreditando que a capital brasileira é a Nova Jerusalém. Leia abaixo a entrevista com o filho do Homem.

UOL - O que acha da visita do papa ao Brasil?

Inri Cristo - Ele e qualquer outro argentino que vier fazer turismo no Brasil, seja muito bem-vindo. Daí ao erário público bancar as despesas da vinda dele, já é outra coisa. Agora que se fala tanto em precariedade da saúde, segurança, educação... é uma oportuna ocasião de o povo brasileiro refletir se vale a pena gastar a exorbitante soma de R$ 118 milhões para receber um artista argentino. Se o Dalai Lama, nas vezes em que visitou o Brasil, veio patrocinado por instituições budistas, por que o líder argentino tem de ser diferente? Afinal, o Brasil é ou não um estado laico?



UOL - Qual é a sua relação com o Vaticano e a igreja católica?

Inri Cristo - Desde 28 de fevereiro de 1982, quando pratiquei o ato libertário na catedral de Belém do Pará que culminou com a instituição do Reino de Deus sobre a Terra, formalizado pela Soust, não tenho mais qualquer relação com a Madona do Apocalipse. Naquela ocasião rompi os meus derradeiros vínculos com Roma.

UOL - Já pleiteou junto ao Vaticano para ser reconhecido como reencarnação de Cristo? Qual foi a resposta?

Inri Cristo - Em setembro de 1983 estive pessoalmente no Vaticano ratificando o desligamento com aquela que um dia fora minha igreja nascida das palavras ditas a Pedro: "Pedro, tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja". Lá meu Pai determinou que eu proferisse uma sentença de extinção no interior da Basílica de São Pedro: "Seque, árvore enferma, seque! Seque para que a boa árvore que eu plantei viceje e me dê, e aos meus filhos, os frutos que tu me negas".

Não careço ser reconhecido pelos herdeiros da Inquisição, até porque eles estão comprometidos com o império enfermo erigido durante minha ausência na Terra. Eu é que não reconheço nenhum papa, padre, etc uma vez que sou coerente com o que disse há dois mil anos: "A ninguém chameis Pai sobre a terra, porque um só é o vosso Pai, o que está nos céus" (Mateus c.23 v.9), e papa, além de que em espanhol é sinônimo de batata, outrossim quer dizer pai.

UOL - O senhor já foi católico? Qual é a sua formação religiosa antes de se tornar Inri Cristo?

Inri Cristo - Eu sou judeu circuncidado pela Divina Providência... Fui criado por uma família católica a fim de conhecer o espúrio ritual (batismo, catequese, primeira comunhão etc) até para formar o juízo e, investido de conhecimento empírico, responder a contento esta pergunta. Na adolescência tornei-me ateu em relação a esse "deusinho" das religiões até o jejum em 1979, quando meu Pai, Senhor e Deus, Supremo Criador, único Ser incriado, único Eterno, único Ser digno de adoração e veneração, onisciente, onipotente, onipresente, único Senhor do Universo, se revelou e revelou minha identidade, ou seja, que sou o mesmo Cristo de outrora.

UOL - O que achou da mudança de papa após a renúncia de Bento 16?

Inri Cristo - Foi uma mudança interessante, posto que enfim mostrou-se perante o cenário mundial o equívoco, o embuste da infalibilidade papal. O "monarca" desceu do pedestal face ao momento de crise e aos problemas físicos, que são naturais, afinal trata-se de um ser humano; foi levado à reflexão sobre as irregularidades no vulnerável meio onde vive.

UOL - Por que não vai ao Rio para acompanhar a visita papal?

Inri Cristo - Porque não tenho nada a ver com a inusitada visita deste badalado turista argentino, todavia estarei aqui na Nova Jerusalém do Apocalipse (Brasília) acompanhando tudo o que se passa no Brasil e, principalmente, no Rio de Janeiro por esses dias.

UOL - O que achou que vão fazer a via-crúcis na orla de Copacabana com produção feita pela TV Globo?

Inri Cristo - Agora que as vozes da rua estão clamando que a Rede Globo cumpra seu dever de informar, é natural que ela promova essa teatral sessão de sadomasoquismo. Isso já não me atinge, afinal de contas estou acostumado a ver repetirem constantemente as cenas de achincalhe, deboche e violência que os inimigos perpetraram há dois mil anos a mando de Pilatos. E eu vos digo em verdade: esses que se comprazem em participar da via-crúcis são os mesmos que teriam vociferado "Crucifique! Crucifique!". São os mórbidos de plantão.





quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Filósofo ganha bolsa de US$ 5 milhões para estudar a imortalidade

O filósofo John Martin Fischer - da University of California, Riverside - é um homem de sorte (ou com falta dela, dependendo do ponto de vista), já que ganhou uma bolsa de estudos de 5 milhões de dólares para investigar a questão da imortalidade do ponto de vista metafísico.

A Fundação John Templeton, uma organização filantrópica localizada nas cercanias de Philadelphia (EUA), tem um programa chamado The Immortality Project, em que procura investigar do ponto de vista científico uma ampla variedade de temas ligados à imortalidade, como as experiências de quase-morte, viagens astrais, lembranças de vidas passadas e o impacto - no ser humano - da crença na vida após à morte e suas variações nas diferentes culturas ao redor do mundo.

Dentre os muitos campos de pesquisa financiados pela John Templeton Foundation estão, por exemplo, questões envolvidas com a complexidade, evolução, infinitude, criatividade, o amor e o livre arbítrio. Ou seja, de tudo um pouco, e sempre com o fim de promover o diálogo entre diferentes correntes do pensamento.

John Martin Fischer, principal investigador do novo projeto, diz que "as pessoas têm pensado sobre imortalidade ao longo da história. Nós temos uma profunda necessidade humana de imaginar o que acontece conosco depois da morte".

O filósofo prossegue afirmando que "muito da discussão tem sido feita na literatura, especialmente na área de fantasia e ficção científica, e na teologia no contexto da vida após a morte, céu, inferno, purgatório e karma. Ninguém até agora trouxe um olhar abrangente e sustentável que reúna a ciência, a teologia e a filosofia" (se é que isto é possível, cá entre nós).

Engana-se quem pensa, entretanto, que Fischer nadará em dinheiro sozinho. Metade dos 5 milhões de dólares serão destinados a vários grupos e projetos de pesquisas. Outro tanto financiará duas conferências, ainda a serem realizadas, e também a tradução de obras (sobre o tema) de filósofos ingleses e americanos para o alemão, esperando contar com a ajuda de sua contraparte germânica, conhecida pela histórica genialidade filosófica.

Fischer defende o caráter estritamente científico do projeto ao dizer, por exemplo, que casos de abduções por alienígenas não serão levados em consideração, mas diálogos interdisciplinares com filósofos e teólogos das mais variadas tendências serão bem-vindos, já que essas áreas do conhecimento humano trabalham há milênios com essas questões transcendentais que só muito recentemente vêm recebendo atenção dos cientistas de outras searas que muitos imaginavam como conflitantes.

Especificamente quanto aos fenômenos de quase-morte, será investigado até que ponto eles são influenciados pelas variáveis culturais de cada região. Por exemplo, por que os norteamericanos tendem a ver túneis de luz nesses momentos enquanto os japoneses veem jardins floridos?

Seriam, portanto, essas experiências vislumbres plausíveis da vida após a morte, ou seriam, de alguma maneira, uma espécie de ilusões biologicamente induzidas?

Do ponto de vista da imortalidade, outras questões abundam. É ela potencialmente significativa ou não? Seria a vida pós-morte repetitiva ou entediante? A morte dá algum sentido à vida? Teríamos virtudes como a coragem se fôssemos imortais?

Sobre o livre-arbítrio, Fischer acrescenta que "nós pensamos que o livre-arbítrio é muito importante para nós tanto do ponto de vista teológico como filosófico. E se supõe que o paraíso na tradição judaico-cristã seja o melhor lugar. Mesmo assim, é provável que nós não tenhamos livre-arbítrio no céu. Como conseguimos combinar essas ideias discrepantes?"

Os resultados dessa ampla variedade de temas palpitantes serão reunidos em um livro que será publicado pela Oxford University Press no final do projeto, com o título "Immortality and the Meaning of Death" ("Imortalidade e o Significado da Morte").

As informações aqui repassadas vieram da própria University of California, Riverside.



sábado, 13 de agosto de 2011

Dalai Lama diz que só ele decide sobre sua reencarnação


A notícia é do Terra:

Dalai Lama: 'só eu posso decidir sobre minha reencarnação'

O Dalai Lama, que entregou seus poderes temporais a um novo primeiro-ministro, Lobsang Sangay, disse neste sábado em Toulouse (sudeste da França) que o povo tibetano deve decidir se continua com a instituição do Dalai Lama, mas que apenas ele pode "decidir sobre sua reencarnação".

O líder espiritual dos tibetanos, que se encontra em Toulouse para participar de dois dias de ensinamentos e uma conferência, destacou diante da imprensa que levantou a questão "claramente" desde 1959 sobre se "a instituição do Dalai Lama deve continuar". "É o povo quem deve decidir", afirmou.

"Atualmente parece que muitas das pessoas envolvidas na instituição do Dalai Lama parecem estar a favor de que a mesma perdure", destacou o Prêmio Nobel da Paz, acrescentando que esta questão voltará a ser levantada durante a reunião de autoridades budistas em setembro. Quando à "minha reencarnação, eu sou o único que tem o direito de decidir, e mais ninguém", insistiu.

Mais de 7 mil praticantes de budismo e simpatizantes seguiram no sábado em Toulouse o primeiro dos três dias de conferências de Dalai Lama, de 76 anos.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails