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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Video clip de Thriller completa 30 anos hoje


Exatos trinta anos atrás, no dia 2 de dezembro de 1983, estreava na TV americana o video clip da canção "Thriller", de Michael Jackson.

Se Michael Jackson já era - ele próprio - uma revolução na música pop mundial, o seu vídeo de "Thriller" mudou para sempre a maneira como os artistas coreografavam, vendiam e promoviam a sua música.

Ousadia suprema de Michael e do produtor Quincy Jones, com direção de John Landis, a obra teve a coragem de consumir mais de 13 minutos em sua versão oficial, algo impensável não só para a época como até hoje.

Curiosamente, na abertura do vídeo oficial, Michael faz questão de inserir uma advertência afirmando que, apesar do conteúdo do filme, ele não endossava absolutamente nenhuma crença no que chamava de "oculto".

Isso se devia à sua filiação, ainda naquela fase, à seita das testemunhas de Jeová, da qual a sua mãe foi sempre uma ardorosa defensora, mas Michael, ora, Michael era Michael e tinha certos privilégios...

Felizes aqueles que, como eu, tiveram a oportunidade de ficar estupefatos na primeira vez que viram esse clássico dos clássicos, que continua sendo surpreendente até hoje, numa era em que a tecnologia - mais e mais - vai substituindo o ser humano e - tristemente - o talento.

Relembremos Michael, sempre:




sexta-feira, 8 de março de 2013

A dança do pônei


Ok, é só uma propaganda, mas é sempre bom se divertir com esses estranhos e simpáticos animais, os pôneis, que as meninas adoram e a quem sempre parece estar faltando alguma coisa (menos dançar, com direito a moonwalk do Michael Jackson):




sábado, 19 de janeiro de 2013

Michael Jackson em ritmo latino



Já pensou em ouvir "Billie Jean" e "Black or White" do Michael Jackson assim num ritmo assim meio salsa, meio merengue?

Pois é o que fez Tony Succar, músico peruano de ascendência nipônica, com seu grupo Unity Project, numa conferência TED.

O fascinante resultado você pode conferir no vídeo abaixo. Pegue as suas maracas, aumente o volume e se jogue:




sexta-feira, 26 de junho de 2009

O fim de uma era


Dizem que os mitos são eternos, mas o Michael Jackson morreu ontem, como o mundo inteiro já sabe. 

A sua pretensa eternidade agora será colocada à prova. 

Mesmo que a sua metamorfose (e decadência física) fosse visível a olhos nus, e o fim - de certa forma - esperado, ainda fomos pegos de surpresa, talvez porque não tenhamos imaginado a exata medida do que ele significou para toda uma geração. 

Independentemente de se gostar ou não do trabalho dele, e das considerações morais sobre as polêmicas e acusações criminais que envolveram sua vida, o fato é que ele marcou uma época, com o seu jeito único de cantar, dançar e interpretar. 

Michael Jackson foi o símbolo da transição, seja do LP para o CD, da rádio para o vídeo clip, de um mundo em que as mudanças eram lentas e graduais, para a era da tecnologia que torna tudo imediato, instantâneo e - consequentemente - efêmero. 

É plausível argumentar que ele tenha sido um elo importante na enorme engrenagem que tornou possível a abertura da caixa de Pandora do consumismo desenfreado, do sucesso passageiro e da multiplicação de celebridades que duram apenas os 15 minutos de fama. 

Nesta perspectiva, talvez tenha cabido a Michael Jackson o papel de último representante de uma era em que as músicas (e os ídolos) não envelheciam da noite para o dia, e que os ídolos pairavam acima do bem, do mal, e do tempo. 

Ainda havia espaço para a criatividade, o diferente, o inesperado, mesmo que o inusitado às vezes fosse sinônimo de bizarro. 

Talvez por isso a notícia da sua morte tenha tamanha repercussão e nos cause tanta comoção, pois constatamos que envelhecemos e um pedacinho da história de cada um - boa ou má - também foi embora na noite passada.

Smooth Criminal, minha preferida

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