terça-feira, 15 de maio de 2012

Futebol é muito legal

Sim, estou feliz pelo tricampeonato paulista do Santos, mas o jogo que mais me chamou a atenção no último domingo foi o do Manchester City contra o Queens Park Rangers, pela última rodada do campeonato inglês, cujo título o City não conquistava já havia 44 anos.

O time da metade azul de Manchester chegou empatado em número de pontos com seu arqui-rival da outra metade vermelha, o Manchester United, que jogava no mesmo horário contra o Sunderland, de quem ganhava por 1x0 enquanto o City perdia em casa por 2x1 até os 46 minutos do 2º tempo.

Ao City só restava o milagre de virar o jogo nos minutos finais de acréscimo, e tudo indicava que o time seria responsável por um dos maiores papelões da história do futebol, mas por essas estranhas conjunturas do destino, o que se viu em seguida foi algo completamente diferente e o Manchester City foi campeão, por incrível que pareça.

Melhor conferir no vídeo abaixo, com trilha sonora de The Verve e Queen, em que as duas partidas são mostradas simultaneamente lado a lado. Foi tão emocionante que eu ouso dizer que hoje eu torço por um time na Inglaterra: o Manchester City...





segunda-feira, 14 de maio de 2012

Fé e filosofia na igreja primitiva

Artigo publicado no IHU sobre a relação entre fé e filosofia na história da igreja cristã:

Quando a fé encontrou a filosofia

Os escritores cristãos perante a sabedoria helenística: uma relação complexa com as origens de nossa civilização. As obras dos antigos autores cristãos se tornaram objeto de traduções e de reelaborações, expressando-se em uma grande variedade de línguas, dando origem a novas culturas e a novas identidades sociorreligiosas.

A análise é de Marco Rizzi, professor de literatura cristã antiga da Università Cattolica del Sacro Cuore, na Itália, em artigo publicado no jornal Corriere della Sera, 26-02-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

Em uma carta célebre, São Jerônimo conta um sonho ou, melhor, um pesadelo que marcou sua carreira como escritor cristão do século IV. Ele havia renunciado a todos os seus bens, à família, à vida social e havia se retirado para Belém, para se dedicar à oração e à ascese. Mas tinha levado consigo a sua biblioteca, que incluía inúmeros autores clássicos, dentre os quais, obviamente, Cícero.

Tendo adoecido, encontrou-se, no sonho, diante do tribunal divino, presidido por Cristo. À pergunta do sumo juiz: "Quem és?", Jerônimo respondeu com a fórmula utilizada pelos mártires cristãos: "Christianus sum, sou um cristão". A resposta o deixou aterrorizado: "Tu não és um cristão, és um ciceroniano!".

Despertando-se em um banho de suor, Jerônimo resolveu abandonar todo o interesse pela literatura profana e se dedicou, desde então, exclusivamente ao estudo e à tradução latina da Bíblia, conhecida como a Vulgata, que foi até o Vaticano II o texto bíblico oficial da Igreja Católica.

Na realidade, por causa da sua atividade como exegeta, Jerônimo não abandonou os recursos que a filologia e a retórica grega e latina colocavam à sua disposição. A sua própria prosa se inspira em um classicismo moderado de marca ciceroniana. Vendo bem, sob a aparência de uma dramática conversão intelectual, o sonho indica que, no limiar do século V, a literatura dos cristãos já não tinha mais nenhum complexo de inferioridade com relação à clássica. Ao contrário, queria se confrontar com ela no plano da forma e do estilo, mesmo que favorecendo a exigência de comunicar e ensinar a todos, não apenas a uma elite restrita. Não por acaso, Jerônimo foi autor de uma coleção de biografias de escritores cristãos ilustres, programaticamente contrapostos aos pagãos, gregos e latinos.

Desde o século II, os cristãos não haviam hesitado em se inserir no contexto comunicativo do mundo antigo. Se autores como Tertuliano proclamavam orgulhosamente a sua estranheza a uma cultura em declínio, faziam-no ainda segundo os cânones da mais perceptível retórica e com uma instrumentação conceitual devedora da tradição filosófica.

Precisamente com a filosofia, o cristianismo estabeleceu uma relação decisiva. No mundo antigo, a filosofia era principalmente um estilo de vida, em que a ética se substanciava dos resultados da especulação intelectual, sob a orientação de um mestre. Cristo foi apresentado como o mestre universal, e a sua revelação, como a "verdadeira filosofia", que resumia em si não só os conteúdos dispersos nas tradições anteriores, mas também os “exempla” morais das grandes figuras do passado – Sócrates mais do que qualquer outro.

Por sua vez, esse encontro mudou a estrutura do filosofar antigo: o discurso sobre Deus, a teologia, que até então constituía uma parte limitada no âmbito da especulação metafísica mais geral, começou a representar a finalidade última para a qual dirigir toda atividade intelectual. Assim, teve início o caminho que levaria a artes do trivium e do quadrivium medievais. Mas Orígenes, Agostinho, Plotino já compartilhavam a nova hierarquia dos valores filosóficos.

Sob a pena dos escritores cristãos, não só os modos, mas também os grandes temas da filosofia antiga se curvaram a novos significados e, desse modo, se conservaram e chegaram aos nossos dias. O caso mais célebre é o do Logos, o Verbum, que, dos filósofos estoicos, através do prólogo do Evangelho de João, Justino, Agostinho e muitos outros, chegou até às reflexões de Bento XVI sobre fé e razão do célebre discurso de Regensburg de 2006 , em que o pontífice identifica como inerentemente necessário o encontro entre o cristianismo e a racionalidade grega.

Mas a leitura dos escritores cristãos reserva surpresas muito mais fascinantes. Comentando o Cântico dos Cânticos, Orígenes não hesita em atribuir a Deus as características do eros retratada pelo Banquete de Platão: o amor pela sua criatura leva Deus a se projetar para além de si mesmo na forma de um amor que não só exige que o ser humano o retribua, mas até mesmo arrasta este último, por sua vez, para fora de si, no ekstasis da contemplação. Ideia bem presente nos místicos cristãos de todas as épocas, que sabiam captar a força explosiva, lendo eros e amor lá onde nós nos acostumamos à rendição, exausta e sem força, da "caridade".

Novamente, as reflexões desenvolvidas na Lelio de Cícero sobre a amizade como vínculo ao mesmo tempo social e afetivo serão retomadas por Agostinho na meditação dos seus percursos juvenis realizada nas Confissões e relançadas em uma nova chave, que coloca desta vez o Deus cristão como fundamento de toda a relação autêntica entre as pessoas, superando assim a ruptura – dramaticamente percebida por Cícero – entre determinações da razão política e exigências da alma individual.

Esse encontro entre cristianismo e tradição clássica muitas vezes foi criticado por ter desnaturalizado as características originais da pregação e da mensagem de Jesus. Mas não devemos nos esquecer que uma parte significativa do judaísmo antigo já havia consumado o encontro com a língua e a cultura gregas na chamada tradução da Bíblia Septuaginta, sobre a qual nos informa a Carta de Aristeu. Justamente essa Bíblia foi assumida pelos cristãos, até que Jerônimo se lançou à obra de traduzi-la ex novo do hebraico para o mundo latino.

Acima de tudo, as obras dos antigos autores cristãos se tornaram, por sua vez, objeto de traduções e de reelaborações por parte de escritores que, do século IV em diante, começaram a se expressar em uma grande variedade de línguas (copta, siríaco, armênio, georgiano...), até então sem dignidade literária, dando origem a novas culturas e a novas identidades sociorreligiosas no sinal do cristianismo e confirmando, assim, que a natureza deste último é intrinsecamente aberta ao encontro com as mais diversas experiências do ser humano.



domingo, 13 de maio de 2012

Mamma Butterfly



"Madama Butterfly" é uma ópera em três atos, composta originalmente em dois atos pelo italiano Giacomo Puccini, com libreto de Luigi Illica e Giuseppe Giacosa, que estreou no teatro Scala de Milão em 17 de fevereiro de 1904. É um dramalhão e tanto que conta uma história trágica que pode, efetivamente, ter acontecido no Japão no final do século XIX, período em que os Estados Unidos - com a sutileza que lhes é característica - forçaram o império japonês a se abrir para o mundo.

O enredo se baseou no drama de David Belasco, o qual por sua vez se inspirou numa história escrita pelo advogado americano John Luther Long, que - com o perdão do spoiler - retrata uma época real em que militares da Marinha norteamericana eram enviados ao Japão para reforçar os laços diplomáticos, e para atingir mais rapidamente este fim, se casavam com jovens japonesas, em relações meramente de conveniência.

Num brevíssimo resumo da ópera, "Madama Butterfly" é Cio-Cio-San ("Butterfly" ou "Borboleta"), uma gueixa japonesa que se casa ainda adolescente com o oficial americano Benjamin Franklin Pinkerton. Madame Butterfly não se dá conta de que o casamento é uma farsa diplomática. Após idas e vindas, que incluem uma viagem de 3 anos do marido ao seu país natal, período em que ela teve um filho dele, no final Pinkerton regressa dos Estados Unidos casado com uma americana de nome Kate, para formalizar o divórcio de Cio-Cio-San e levar seu filho consigo ao Ocidente. Diante da inevitável destruição de seu mundo e da fantasia romântica - além da honra ultrajada - Cio-Cio-San não vê outra saída senão entregar seu filho a Kate e praticar o suicídio ritual seppuku (ou hara-kiri).

Não é, portanto, uma ópera com final feliz para comemorar o Dia das Mães, mas mesmo assim espelha a história verdadeira de muitas mães nesse mundo, que se anulam a ponto de dar a própria vida (no sentido figurado ou não) pelos seus filhos. O belíssimo final - brilhantemente modernizado e estilizado - da ópera no vídeo abaixo, com Kristine Opolais no papel principal, fica como homenagem do blog ao amor sacrificial de todas as mães do mundo.





sábado, 12 de maio de 2012

Fast food gera depressão



Artigo interessante publicado no Gizmodo:

Ciência prova que má alimentação deixa você deprimido

Por Jamie Condliffe

Na próxima vez em que você estiver se esbaldando com algum tipo de fast food ou com um daqueles dogões de beira de esquina, pergunte a si mesmo: isso está realmente me fazendo feliz? Digo, de verdade? De acordo com uma nova pesquisa, não, não está; na realidade, comer porcarias está ligado a índices maiores de depressão.

O estudo, conduzido pela Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, sugere que as pessoas que se alimentam de comida de baixa qualidade são 51% mais suscetíveis a desenvolver depressão do que as que não comem. O estudo também mostra que os comilões de “junk food” (lanches, cachorros-quentes e pizzas) têm tendência maior de serem solteiros, menos ativos e trabalhar mais. Assim, a depressão dificilmente tem um traço à qual é totalmente atribuída. Falando ao Medical Express, Almudena Sánchez-Villegas, uma das pesquisadoras, explica que a quantidade de comida ruim também é importante:

“Quanto mais junk food você consome, maiores os riscos de depressão… Mas mesmo comento quantidades pequenas tem ligação com um aumento significativo das chances de desenvolver depressão.”

A pesquisa, publicado no Public Health Nutrition, envolveu 8964 participantes saudáveis. Eles foram avaliados durante seis meses, período no qual 493 foram diagnosticados com alguma forma de depressão.

Os cientistas não estão totalmente convictos sobre o que pode ser responsável pela conexão entre comida de baixa qualidade e depressão, mas estudos anteriores sugerem que a falta de alguns nutrientes — como vitaminas do grupo B, gordura Ômega 3 e azeite de oliva — pode ser a culpada. [Public Health Nutrition via Medical Express]





sexta-feira, 11 de maio de 2012

Pornografia e agressividade masculina

Artigo do ScienceDaily traduzido por Natasha Romanzoti para o HypeScience:

Pornografia faz mal para você?

Alguns estudos dizem que a pornografia gera alterações cerebrais profundas e generalizadas nas pessoas, tanto em adultos quanto em crianças, incluindo predisposição a violência contra as mulheres. Seria isso verdade?

Segundo Paul Wright, professor assistente de telecomunicações na Universidade de Indiana, em Bloomington, EUA, que estudou o sexo nos meios de comunicação, os estudos sobre pornografia são variados e você não pode olhá-los separadamente para tirar uma conclusão.

A maioria dos estudos experimentais sobre os efeitos da pornografia concentram-se em estudantes universitários. Analisados individualmente, estes estudos parecem mistos.

Alguns acham que a exposição de jovens à pornografia aumenta atitudes sexistas e até mesmo uma vontade de infligir dor (conclusão que é muitas vezes apoiada por testes experimentais em que homens têm a oportunidade de infligir o que eles acreditam ser verdadeiros choques elétricos em uma mulher). Por outro lado, outros estudos encontram pouco ou nenhum efeito negativo de assistir pornografia.

Para entender esses resultados, os psicólogos dependem de meta-análises ou estudos que analisam os dados de vários estudos individuais. Usando esta técnica, Wright disse que os efeitos da pornografia ficam “bastante claros”.

“Em situações experimentais em que o comportamento agressivo real é medido entre os homens, tanto pornografia violenta quanto não violenta aumenta a probabilidade de agressão posterior”, explica Wright.

“A questão que permanece é: o que esses caras fazem no laboratório, eles realmente aplicam à vida real?”, disse Chris Ferguson, um psicólogo que estuda a relação entre mídia e comportamento violento.

Na vida real, é claro, os pesquisadores não podem realizar experimentos controlados de pornografia. Uma estratégia alternativa tem sido olhar as taxas de violência sexual em países logo após a pornografia ser descriminalizada.

Estes estudos, muitos feitos por Milton Diamond, da Universidade do Havaí em Manoa, costumam concluir que as taxas de violência sexual diminuem após a pornografia se tornar mais prevalente.

Diamond vê isso como evidência de que a pornografia proporciona na verdade um “canal de escape” para os homens que têm tendências agressivas sexualmente. “A maioria da pornografia dissipa a excitação pela masturbação e eu acho que funciona tanto para homens quanto para mulheres”, diz. “E, geralmente, depois de alguém se masturbar e ter o seu orgasmo, perde o interesse em sexo, o que pode dissipar também o interesse de sair e fazer qualquer coisa ilegal”.

Porém, não há prova desse efeito de escape nos estudos por todos os EUA. Não é nem possível interligar firmemente a queda na violência à pornografia, dado o grande número de outros fatores que poderiam desempenhar um papel.

Efeito moderado ou perigoso?

Se os estudos de laboratório estiveram corretos em dizer que a pornografia aumenta a violência masculina, esse efeito é pequeno a moderado.

O pesquisador Neil Malamuth, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, EUA, descobriu que a exposição à pornografia não afeta o homem médio. Mas homens com outros fatores de risco que predispõem à violência sexual, sim.

“A pornografia pode tornar uma pessoa com uma certa tendência, uma certa inclinação, um perfil de risco ainda mais propensa a agir de uma maneira sexualmente agressiva”, disse Malamuth.

Características de risco incluem hostilidade em relação às mulheres, personalidade narcisista e tendência a derivar satisfação de poder e controle sobre as mulheres, bem como características de fundo, como crescer em um lar violento.

Pode ser que os estudos feitos tiveram diferentes proporções de homens com essas características, o que explicaria os resultados conflitantes. Na outra ponta, alguns pesquisadores estão se voltando aos sinais potencialmente positivos da mídia sexualmente explícita.

Nos estudos, os usuários de pornografia em geral a veem como um benefício.

“A pornografia pode ter muitos efeitos benéficos para algumas pessoas em suas vidas sexuais, e muitos não se veem prejudicados de forma alguma”, disse Malamuth.

Visão pornográfica

Em um estudo da Universidade do Havaí em Manoa, pesquisadores compararam poses de mulheres em fotografias tiradas de sites de pornografia populares, revistas e portfólios na Noruega, Estados Unidos e Japão.

Esses três países foram escolhidos porque eles caem em diferentes partes da Medida de Empoderamento do Gênero das Nações Unidas (ONU), uma medida de poder político e econômico das mulheres em uma nação. A Noruega é a número 1 na escala global, os EUA é o nº 15, e o Japão é o nº 54.

Os pesquisadores compararam poses de poder e não poder nas fotografias pornográficas de cada nação. Um exemplo de uma fotografia de não poder seria uma mulher amarrada ou contorcida, com pouco conforto. Uma fotografia de poder seria o oposto, por exemplo, uma mulher de frente para a câmera com um olhar de confiança.

Os pesquisadores descobriram que as fotografias de não poder eram igualmente comuns em todos os três países. Mas a Noruega teve o maior número de fotografias de poder, seguido pelos EUA.

As descobertas sugerem que a pornografia pode espelhar a igualdade de gênero ou a ausência dele da sociedade em geral.

“É um reflexo do que a nossa cultura produz para mostrar o que é sexy sobre as mulheres ou o que deve ser considerado um ideal sexual”, disse a pesquisadora Dana Arakawa.



quinta-feira, 10 de maio de 2012

As origens do prazer

Tomando como ponto de partida a surpresa (e o desgosto) que o líder nazista Hermann Göhring teve ao saber que o quadro de Vermeer que havia comprado achando que era verdadeiro se tratava de uma ótima falsificação, o psicólogo canadense Paul Bloom tenta encontrar as origens do prazer e suas múltiplas implicações, numa ótima exposição feita por ele na Conferência TED de 2011:





quarta-feira, 9 de maio de 2012

Seja menos responsável para vencer comportamentos obsessivo-compulsivos

Caso você tenha certos comportamentos compulsivos do tipo assim, digamos, light, o artigo do ScienceDaily traduzido pelo Bernardo Staut para o HypeScience pode - pelo menos - começar a te ajudar:

Como superar um transtorno obsessivo-compulsivo

Eu lembrei de trancar a porta? Desliguei o fogão? Apaguei as luzes? Esse tipo de dúvida faz parte do nosso cotidiano. Mas para as pessoas que sofrem de transtorno obsessivo-compulsivo, esse tipo de pensamento pode se tornar uma doença – um comportamento debilitante que mantém a pessoa presa.

O professor da Universidade de Concórdia, Adam Radomsky, está pesquisando um tratamento para essas pessoas. “Por anos, a melhor forma de tratar um transtorno foi um difícil processo terapêutico. Ele consistia enfrentar os medos repetidamente até que a ansiedade diminuísse. Mas o nível de desistência era muito grande”.

O tratamento de Radomsky foi construído através de pesquisas que comprovam que as pessoas que sofrem do distúrbio possuem um senso inflado de responsabilidade. “Se eu não desligar o fogão, a casa vai queimar. É um pensamento plausível que pode rapidamente virar uma compulsão”. Mas o pesquisador provou que repetir esses comportamentos resulta em uma perda de confiança.

Ao modificar os sentimentos inflados do paciente de responsabilidade pessoal, e reduzir a previsão de seriedade dos acontecimentos, o ciclo pode ser modificado. A ênfase do novo tratamento é em como as pessoas pensam, ao invés do que fazem. O progresso do tratamento proposto usa de exercícios para normalizar a responsabilidade inchada, resgatando a confiança da memória, e reduzindo a culpa e dúvida.

Desenvolvida no laboratório, a pesquisa de Radomsky promete bastante na “vida real”. “É nossa esperança que esse trabalho vai levar a um tratamento mais substancial, que pode modificar os transtornos obsessivo-compulsivos”.



terça-feira, 8 de maio de 2012

O cristão e o mundo corporativo

Por Edson Henrique, do blog Filhos da Graça:

O CRISTÃO E O MUNDO CORPORATIVO

Depois de ensaiar escrever sobre este assunto diversas vezes, hoje tomei a coragem necessária para fazê-lo. Mas, o que me motivou a escrever sobre o tema, foi uma reunião de homens da igreja que freqüento, onde o assunto foi abordado de uma maneira bem resumida, mas impactante, então percebi o quão complexo este assunto é no meio cristão.

É possível ser um cristão autêntico no mundo corporativo?

Sou da opinião que o cristianismo e o mundo corporativo são conflitantes entre si, mas que é possível sim, as duras penas, ser um cristão autêntico neste meio. É claro que haverá consequências sobre a atitude de se manter cristão o tempo todo, muitas das vezes com a perda do emprego.

Quem trabalha como empregado ou empregador, seja um simples funcionário até o mais alto funcionário de uma companhia, passa por situações diárias que vão de encontro com princípios bíblicos, seja na hora de dizer que o chefe não está no departamento, ou de mandar dizer que não está, seja oferecer vantagens para conseguir fechar um negócio, situação muito comum nos dias de hoje (corrupção). Alguns argumentarão que isso faz parte da política da empresa, e que estão apenas exercendo a política da empresa (corrupção omissa), sabe que é errado mas joga a culpa em alguem superior, seja o chefe ou a empresa. Mas se a empresa é de um cristão, então seria diferente? Seria corrupção? Mas é o sistema, é assim que funciona, se não for desse jeito, a empresa fecha.

Tenho um amigo empresario que não é cristão, mas possui um caráter como poucos. Ele confidenciou algumas vezes, o quão dificil é prestar um serviço sem se corromper, sem pagar para entrar no sistema, sem ter seu nome, sua idoneidade maculada pelo simples fato de ceder ao jogo mercadológico e participar do sistema corrupto. A conseqüência é que nem sempre se dá bem no seu ramo, visto que muitos oferecem vantagens para poder oferecer seu serviço.

Uma vez ouvi de um pastor que comentou não ver problema no cristão que trabalha com venda, em participar do jogo, oferecendo as vantagens que a empresa permite, para poder vender e defender a sua comissão, ou o seu pão de cada dia. Hmmm, posso estar sendo injusto, mas não concordo com esta idéia. Como cristão não precisamos participar de nenhum esquema do mundo corporativo para garantirmos nosso sustento, alias o nosso sustento vem do Senhor, ou então a palavra de Deus não é verdade em Mateus 6:25-26.

Por isso vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu; não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros, e, contudo, o vosso Pai celestial as alimenta. Não tende vós muito mais valor do que elas? Mateus 6:25-26

Apesar de acreditar que é possível sim ser um profissional de carreira bem sucedida e ser um autêntico cristão, o que temos visto no mercado de trabalho, são pessoas cristãs que buscam cade vez mais ser um profissional melhor, muitas vezes procurando os principais lugares na companhia, mas com um custo elevado, muitas das vezes se omitindo em prol do seu status ou de conseguir os seus objetivos. Mas o qual é o objetivo de ser um cristão? Não é buscar as coisas do reino em primeiro lugar? Não é viver para adorar a Deus? Não nos tornamos co-herdeiro com o Cristo, para o louvor e adoração a Deus? Então o sistema capitalista e o mercado de trabalho, são totalmente contraditórios e com objetivos distintos ao cristianismo, mas temos que viver, não podemos deixar de trabalhar, mas também não podemos nos conformar com este mundo, e nem seguir os padrões deste mundo. Não devemos ser morno, ficar no meio do muro, nos omitirmos, mesmo quando for do nosso interesse, seja sempre nosso dizer SIM,SIM e NÃO, NÃO, o que passar disso vem do maligno.

Existem muitas profissões que acredito que nenhum cristão deveria seguir (minha opinião), advogado, juíz, policial, militar, político entre outros, pois são profissões que o limite entre fazer o que é certo (bíblico) e o que é errado é muito tênue. Isso sem falar na ética cristã, que em muitas profissões já não existem mais, pois ser ético é o mesmo que ser um mal profissional, pois para se chegar a lugares mais altos, na maioria das organizações e necessários passar por cima de outras pessoas, é necessário jogar sujo.

Mas dou graças a Deus que ainda assim, com todas nossas falhas, muitas vezes de caráter, estamos em processo de conversão, sendo todos os dias perdoados e graças que temos o sangue de Cristo, nosso advogado para nos lavar e nos perdoar, mas mais ainda ao amor com que Deus nos amou e nos deu seu infalível plano por intermédio de Cristo, pois se não fosse isso estariamos todos mortos.

A minha oração é parque eu não sucumba as tentações e desejos da carne, fazendo o mal que não quero, mas que consiga submeter a carne ao espírito para que assim ande conforme Jesus andou, não apenas seguir a Cristo por empatia, mas seguindo a Cristo carregando a cruz que nos foi imposta (Mateus 10:38).

Graça e Paz!



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Coisas que você deveria saber sobre seus sonhos

Artigo interessante do Oddee traduzido e adaptado por Luan Galani para o HypeScience:

7 Fatos curiosos sobre os sonhos

Os sonhos nos intrigam desde tempos imemoriais. Acredita-se que havia até mesmo intérpretes de sonhos nas cortes reais das primeiras civilizações. Mais tarde, o austríaco Sigmund Freud e seu sucessor Carl Jung revolucionaram nosso entendimento sobre o mundo dos sonhos. Desde então, muito tem sido estudado sobre esse campo. Confira alguns fatos curiosos sobre os sonhos:

1 – INCORPORAÇÃO

Quem nunca sonhou que estava urinando e no meio do sonho acordou apertadíssimo para ir ao banheiro? Muitas vezes incorporamos coisas que estão ocorrendo ao nosso redor enquanto dormimos em nossos sonhos: alguém falando próximo de você pode tornar-se alguém falando no seu sonho. Não é raro pessoas sonharem que estão com fome ou com sede, ou que estão fazendo alguma ação diferente, até que elas acordam e fazem a atividade com a qual sonhavam.

2 – ELES FALAM EM LINGUAGEM INDIRETA

Muito já foi dito e pesquisado sobre símbolos, sonhos e suas interpretações. Segundo especialistas, os sonhos carregam significados profundos e pessoais, mas apenas o subconsciente pode entender.

3 – SONHAMOS COM O QUE É PROIBIDO

Outro fato impressionante é o de tendermos a sonhar com coisas proibidas. Por exemplo, se alguém não pode comer chocolate, é bem provável que essa pessoa sonhe que está devorando uma caixa de bombons. É comum que, durante o processo de parar de fumar, pessoas sonhem que estão fumando.

4 – DISTÚRBIOS DO SONO PODEM LEVAR À PSICOSE

Dormir e sonhar, que ocorre no estágio de sono REM (sigla em inglês para Movimento Rápido dos Olhos), são extremamente importantes para uma vida saudável. Em recente pesquisa, estudantes eram acordados durante o ciclo REM. Notou-se, então, que eles se tornavam mais irritadiços, tinham algumas alucinações, psicose e perdiam o interesse em tudo que faziam. Por isso, uma boa noite de sono, combinada com sonhos regulares, também é chave para ficarmos em forma.

5 – OS ANIMAIS TAMBÉM SONHAM

Estudos revelaram que os animais, e, mais especificamente, os mamíferos, sonham como os humanos. Até mesmo o seu cachorrinho ou o seu gato podem estar sonhando noite após noite sem você saber.

6 – CRIANÇAS TÊM MAIS PESADELOS QUE ADULTOS

Esse é fato consumado e chancelado por todos os pesquisadores da área: as crianças têm mais pesadelos que os adultos. Muitas crianças sofrem de terrores noturnos e acordam gritando. A condição desaparece nos anos seguintes.

7 – ALGUMAS INVENÇÕES FORAM VISLUMBRADAS PRIMEIRO DURANTE O SONO

Embora tendamos a esquecer cerca de 90% de nossos sonhos quando acordamos, várias mentes brilhantes já fizeram descobertas durante seus sonhos. Essas pessoas acordavam e anotavam as ideias que tinham tido. Entre eles estão Isaac Newton, Graham Bell e alguns poetas, que se inspiravam a partir de seus sonhos.



domingo, 6 de maio de 2012

Templo budista tailandês decorado com figuras de Matrix e Superman



O templo budista Wat Rong Khun fica em Chiang Rai, na Tailândia, é conhecido pelo esplendor de sua cor branca - que representa a pureza - e dos espelhos que simbolizam a sabedoria de Buda que brilha em toda a Terra.

O santuário é uma criação do artista tailandês Chalermchai Kositpipat, e ainda se encontra em processo de construção que durará ainda muitas décadas, o que não é tanto assim se você se lembrar que a Catedral da Sagrada Família, de Gaudí, começou a ser construída em 1882 em Barcelona e ainda não foi completada.



Aliás, a ornamentação do templo budista guarda alguma semelhança, ainda que distante e em menor escala, com o projeto de Gaudí, embora a profusão de branco e de espelhos pareça ter vindo da cabeça de algum carnavalesco carioca.

O turista mais apressado que visitar Wat Rong Khun pode não reparar em alguns detalhes curiosos, que são as representações gráficas de ícones de Hollywood e dos quadrinhos, como o Homem Aranha, Superman, Predador, Avatar, e o Neo do filme Matrix, além de outros símbolos modernos como naves espaciais.





Fonte: Feelguide



sábado, 5 de maio de 2012

Judeus americanos preferem votar em mórmons e muçulmanos do que em evangélicos fundamentalistas

Uma pesquisa divulgada pelo Public Religion Research Institute, com repercussão no The Huffington Post, revela que, ao contrário do que se imaginava, os judeus americanos preferem votar em candidatos mórmons e muçulmanos a ter que escolher um evangélico fundamentalista.

Tanto os judeus americanos como os evangélicos fundamentalistas são forças políticas bastante influentes na política dos Estados Unidos, o que chama a atenção para a sua aparente discrepância quando se trata de votar.

Isto se explica em boa parte pelo alinhamento político divergente entre os dois grupos. Os primeiros são eleitores que votam tradicionalmente no Partido Democrata, enquanto os últimos seguem a linha conservadora do Partido Republicano.

A metodologia da pesquisa consistiu em perguntar a 1.000 judeus norteamericanos que nota eles dariam a candidatos mórmons, muçulmanos e cristãos fundamentalistas, numa escala de 1 a 100.

Para surpresa dos entrevistadores, os mórmons foram os mais bem conceituados, com 47% de aprovação, seguidos de perto pelos muçulmanos com 41,4%, mais da metade da baixíssima nota dos evangélicos fundamentalistas - 20,9% - apesar destes serem os mais ferrenhos defensores dos interesses políticos do Estado de Israel por aquelas paragens.

As conclusões da pesquisa podem pesar na próxima campanha presidencial, sobretudo com a relutância de muitos líderes evangélicos dos EUA em apoiar o provável candidato do Partido Republicano, o mórmon Mitt Romney.



sexta-feira, 4 de maio de 2012

Gentileza é genética?

Artigo interessante da ScienceDaily traduzido por Natasha Romanzoti para o HypeScience:

Gentileza está nos genes?

Você já deve ter conhecido alguém que teve uma péssima educação, ou pais grossos ou abusivos, e mesmo assim é um amor de pessoa.

A resposta está aqui: uma nova pesquisa descobriu que pelo menos parte da razão pela qual algumas pessoas são gentis e generosas é que os seus genes as incentivam nessa direção.

O estudo foi feito por psicólogos da Universidade de Buffalo e da Universidade da Califórnia, nos EUA. Os pesquisadores observaram o comportamento dos participantes do estudo que têm versões de genes receptores de dois hormônios que outras pesquisas associaram com a gentileza.

“Estudos laboratoriais anteriores já tinham ligado os hormônios ocitocina e vasopressina ao modo como tratamos uns aos outros”, disse Michel Poulin, psicólogo da Universidade de Buffalo.

Esses hormônios podem nos tornar pessoas melhores, pelo menos em relacionamentos íntimos. A ocitocina, “hormônio do amor”, promove o comportamento materno, por exemplo, e no laboratório, indivíduos expostos a ela demonstraram maior sociabilidade.

Poulin diz que este estudo foi uma tentativa de aplicar as descobertas anteriores de comportamentos sociais em uma escala maior, para saber se essas substâncias provocam em nós outras formas de comportamento pró-social: vontade de doar para a caridade, por exemplo, ou participar de esforços cívicos como o pagamento de impostos, relatar crimes, doar sangue, etc.

Ele explica que os hormônios agem ligando-se a nossas células através de receptores que vêm em formas diferentes. Existem vários genes que controlam a função dos receptores de vasopressina e ocitocina.

Os indivíduos do estudo foram entrevistados quanto às suas atitudes em relação ao dever cívico, outras pessoas e o mundo em geral, e sobre suas atividades beneficentes.

Por exemplo, eles responderam se as pessoas têm o dever de denunciar um crime ou pagar impostos, como eles se sentem sobre o mundo, se as pessoas são basicamente boas ou se o mundo é feito mais de coisas boas que ruins, e falaram suas próprias atividades de caridade, como doar sangue, trabalhar para a caridade ou ir a reuniões de pais na escola.

Dos entrevistados, 711 indivíduos forneceram uma amostra de saliva para análise de DNA, que mostrou que forma eles tinham de receptores de ocitocina e vasopressina.

“O estudo constatou que esses genes, combinados com a percepção das pessoas do mundo como um lugar mais ou menos ameaçador, previam a generosidade”, diz Poulin. “Especificamente, os participantes do estudo que consideravam o mundo ameaçador eram menos propensos a ajudar os outros, a menos que tivessem versões dos genes geralmente associadas com gentileza”, conta.

Essas “versões” dos genes permitem que as pessoas superem os sentimentos ameaçadores do mundo e ajudem outras pessoas, apesar de seus temores.

“Não estamos dizendo que encontramos o gene da gentileza”, acrescenta Poulin. “Mas encontramos um gene que produz uma contribuição. O que eu acho interessante é o fato de que ele só fazer efeito na presença de certos sentimentos que as pessoas têm sobre o mundo em torno delas”, finaliza.



quinta-feira, 3 de maio de 2012

Os novos 10 mandamentos

Não estranhe se você identificar muitos desses mandamentos (senão todos) já estarem sendo obedecidos em certas igrejas que se dizem "evangélicas":





quarta-feira, 2 de maio de 2012

Somos todos religiosos

Artigo interessante do rabino Eric H. Yoffie no The Huffington Post:

TODOS SOMOS RELIGIOSOS, CADA UM DE NÓS.

A religião está profundamente enraizada na natureza humana e é uma resposta a certas necessidades profundas e universais da humanidade.

Eu escrevo essas palavras após ter lido o ensaio "Man The Religious Animal" ["Homem, o Animal Religioso"] na edição de abril de First Things. De autoria do professor Christian Smith da Universidade Notre Dame, e de forma claudicante, ele chega à conclusão de que os seres humanos são naturalmente religiosos, mas faz isso de tal maneira equívoca e até mesmo esquizofrênica, que o leitor fica com a ideia de que o professor Smith mal acredita na sua própria argumentação. Ele discute ambos os lados da questão com igual fervor, contando-nos ao longo do caminho que a religião não é uma parte essencial de quem nós somos; se enquadra mais numa capacidade ou predisposição que é desencadeada por circunstâncias particulares. Você não pode extinguir a religião, diz Smith, mas ela não é inevitável.

Eu não penso assim.

A religião é uma parte do nosso ser que dá expressão ao desejo humano pela transcendência. No nosso mundo frequentemente feio, a religião não nos diz o que é mas o que deveria ser. Ela responde à convicção, presente em todos nós, de que existe algo mais nas nossas vidas do que o cumprimento de uma necessidade imediata, ou a gratificação de um desejo premente. Para o animal humano, em outras palavras, a religião é a fonte de otimismo e esperança.

A religião é também a maneira pela qual os seres humanos respondem à diretiva bíblica (Gênesis 2:18) de que "não é bom para o homem estar sozinho". A Bíblia está certa; nós tememos a solidão. Para vencê-la e lidar com a fragilidade e vulnerabilidade de nossas vidas, nós procuramos o conforto da comunidade religiosa e as canções, orações e rituais que ela provê.

A religião pode ser mal utilizada, é claro. Ela pode se tornar em um instrumento para alienar aqueles que escolhem não se juntar à nossa comunidade religiosa, nem aceitar as verdades que ela proclama. Ainda pior, ela pode se tornar num instrumento para o exercício do poder, invocado por nacionalistas fanáticos e outros agentes do mal para justificar fatos cruéis e atos imorais.

Entretanto, a religião real é geralmente algo muito diferente: uma maneira pela qual as pessoas veem o mundo através dos olhos de outros, e para nos mover na direção do cuidado, da cura e da paz. O desejo por essas coisas vai tão fundo que - no frigir dos ovos - a religião falsa do tipo fanático dá lugar aos ensinamentos religiosos que envolvem nossas vidas com santidade - e provê significado que se estende para além dos - relativamente - poucos momentos que nós passamos na Terra.

"Muito poucas pessoas" não são religiosas, conclui o professor Smith, e estão felizes por deixar a religião para trás. A essa afirmação eu responderia que aproximadamente 85% da população mundial é composta por "religionistas" que se identificam com uma das 10.000 religiões do planeta. Eu também apontaria para a exuberante religiosidade do nosso mundo em nosso tempo, e ao ritmo vibrante da vida religiosa (em oposição às instituições religiosas, que podem ou não ser fortes). Eu argumentaria, ainda - na maior parte das vezes sem provas que faltam a mim e ao professor Smith - que aqueles que estão fora dos quadros religiosos, mesmo se eles falam em linguagem secular, consideram impossível de suprimir em suas próprias vidas o respeito e a admiração que as pessoas religiosas cultivam, as questões religiosas que elas perguntam e o anseio por uma comunidade religiosa que elas sentem.

Professor Smith, todos nós somos religiosos, gostando ou não.



terça-feira, 1 de maio de 2012

Não fique longe do fogo

Uma bela canção antiga de Garth Brooks, "Standing Outside the Fire", cuja letra é uma lição para sempre. Tive a felicidade de ver o seu show em Barretos em 1998, e posso garantir que foi uma experiência única. Ao vivo, a sua música - na melhor tradição country - é ainda melhor. Confira no vídeo abaixo, legendado em português:





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