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terça-feira, 4 de abril de 2017

Vizinhos não querem uma "ponte católica" em Filadélfia (EUA)


Estamos vivendo numa era em que as pessoas estão muito sensíveis. É mimimi demais, né não?

Parece que a chatice - definitivamente - se universalizou.

A matéria é da ACIDigital:

Protestam por construção de ponte “demasiado católica” nos Estados Unidos

Por Mary Rezac

DENVER, 29 Mar. 17 / 01:00 pm (ACI).- Um grupo de vizinhos do povoado de Radnor, na Filadélfia (Estados Unidos), protestou contra a construção de uma ponte por considerá-la “demasiado católica”, porque terá duas cruzes.

O desenho da ponte inclui duas cruzes que medem 1,40 metros cada uma e que estarão localizadas em cada extremo da estrutura. A ponte conectará o campus principal da Universidade Católica de Villanova com a outra parte de seus terrenos.

A polêmica se deu porque os carros que cruzam a Rota 30 poderiam ver a ponte e suas cruzes por baixo.

Os vizinhos argumentam que a universidade está indo além da separação entre a Igreja e o Estado ao colocar cruzes em um caminho público.

“Acho que estão ultrapassando seu sentido ecumênico para esfregar essas cruzes em nossas caras”, expressou ao ‘Inquirer Daily News’ uma moradora e opositora às cruzes, Sara Pilling.

Outros vizinhos protestaram dizendo que o dinheiro dos contribuintes não deveria financiar uma ponte que exibe um elemento religioso. Do mesmo modo, alguns consideram que a ponte deveria incorporar as cruzes de uma forma mais sutil.

A presidente da Liga de Mulheres Votantes de Radnor, Roberta Winters, disse ao jornal ‘Inquirer’ que, “embora reconheçamos a importância de Villanova em nossa comunidade e a notoriedade que outorga a Radnor, não haveria formas menos ostentosas para refletir uma instituição católica?”.

Devido aos protestos, a Junta de Comissionados de Radnor decidiu submeter a construção da ponte à votação. Este projeto foi aprovado a favor da universidade no mês passado com 6 votos contra 0.

Diante das críticas, os funcionários da Universidade de Villanova manifestaram que a instituição estava em seu direito de colocar cruzes na ponte, porque pertence à universidade e está dentro de sua propriedade.

“Em cada edifício do campus há uma cruz”, expressou o Reitor da universidade, Pe. Peter Donohue, ao jornal ‘Inquirer’.

“Eu entendo as sensibilidades das pessoas, mas é algo que sempre fizemos. É parte de quem somos. Somos uma instituição que tem suas raízes na fé”, acrescentou.

Inclusive depois da aprovação unânime da Junta de Comissionados de Radnor, alguns vizinhos mantiveram sua oposição e entraram em contato com uma fundação que escreveu uma “forte carta” de oposição ao projeto dirigida ao departamento de transportes da Pensilvânia.

Na missiva, indicaram que com o dinheiro da ponte estavam financiando inconstitucionalmente símbolos cristãos. Também solicitaram a retirada das cruzes.

O departamento de transportes expressou aos meios de comunicação locais que sua contribuição de 3,7 milhões de dólares ao projeto foi para ter direito sobre a parcela do trecho da via que controla.

Indicaram que não têm poder sobre a obra da universidade, porque compete à sua propriedade e aos seus próprios fundos. Além disso, porque estão cobrindo o custo das cruzes e de quase toda a ponte.





quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Valdemiro Santiago carrega sobre si os nossos carnês

Neste espetáculo de horrores cóspel em que se tornaram as madrugadas da televisão brasileira, disputadas a peso de ouro, entre tapas e chutes nas partes baixas, pelos "pastores" evangélicos brasileiros, nas últimas semanas o Valdemiro Santiago tem veiculado insistentemente um vídeo em que ele sobe um tal "monte São Roque", carregando nas costas um livro gigante com os nomes das pessoas que ligam pra ele e pedem uns carnês para contribuir com a organização que ele lidera. 

Por sinal, os carnês estão lá em cima do monte, todos arrumadinhos, esperando pela chegada do seu "redentor". 

Aí o nosso querido "apóstolo" toma sobre si o peso do livro e - sacrificialmente - sobe até o cume do morro, supostamente todo estropiado, passando água benta no joelho, tudo isso (ô dó!) para orar pelos seus contribuintes, devidamente acompanhado de sua esposa e de seus discípulos, todos muito bem alinhados, por sinal. 

O vídeo é bastante instrutivo, pois revela a que ponto chegaram algumas igrejas que se dizem evangélicas no Brasil, hoje muito mais preocupadas em montar o seu esquema de "sacrifícios financeiros" do que em pregar o evangelho da cruz de Cristo. 

Se bem que o Valdemiro não leva uma cruz ao Gólgota particular dele, mas um livro aparentemente pesado. É ou não é de dar dó, gente?! A não ser que ele venha a dizer que é a reencarnação de Simão Cirineu...




segunda-feira, 6 de julho de 2009

O significado da cruz

“Ao contrário do que se imagina, eu olho para trás e vejo as experiências que, à época, pareciam especialmente desoladoras e dolorosas com particular satisfação. De fato, eu posso afirmar com total sinceridade que todas as coisas que aprendi em meus 75 anos de permanência neste mundo, tudo o que, verdadeiramente, fortaleceu e iluminou a minha existência, veio através da aflição e não por intermédio da alegria, tenha sido ela gratuita ou conquistada. Em outras palavras, se fosse possível eliminar a aflição de nossa vida terrena, seja por meio de alguma droga ou medicina alternativa, o resultado não seria uma vida atenuável, mas, sim, uma vida intoleravelmente banal e trivial. Este é, claro, o significado da cruz. E foi a cruz, mais do que qualquer outra coisa, que me levou, de forma inexorável, a Jesus Cristo.”
(Malcolm Muggeridge, “A Twentieth Century Testimony”, citado por Eugene Peterson em “Corra com os Cavalos”, 2003, Ed. Textus e Ed. Ultimato, pág. 100)

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