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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

No conflito entre Israel e Palestina, sobrou até para Matisyahu na Espanha

Graças a YHWH por não haver limites para a mensagem e o talento de Matisyahu.

Os leitores que acompanham o nosso blog há alguns anos já devem ter percebido que o nosso rapper preferido é Matisyahu, com sua mistura de rap, hip hop e reggae difícil de imaginar para um judeu de origem ultra-ortodoxa.

Seja cantando, seja fazendo a barba, seja estrelando filme de exorcismo judaico, Matisyahu é figurinha carimbada aqui no blog. Talento ele tem de sobra e nós somos fãs de carteirinha.

O Rototom SunSplash é um conceituado festival de reggae realizado anualmente em Benicassim, região litorânea próxima a Valencia, na Espanha, que convidou Matisyahu para se apresentar.

Sabedor disso, o grupo intitulado Boycott, Divestment, and Sanctions (BDS) se manifestou contrário à apresentação do cantor judeu nascido nos Estados Unidos, devido ao que chamou de "sua posição sionista", ou seja, pró-Israel.

A organização do festival então pediu que Matisyahu fizesse uma declaração pública repudiando a política israelense em relação aos palestinos, o que o rapper nem se deu ao trabalho de responder.

Matisyahu preferiu se manifestar na sua página no facebook, em 17/08/15, dizendo que apoiava paz e compaixão para todas as pessoas, que sua música falava por si mesma e que não mistura política com sua arte. 

Diante disso, ele foi "desconvidado" para o festival, mas a repercussão foi extremamente negativa para os organizadores. O governo espanhol e as embaixadas de Israel e dos Estados Unidos no país protestaram, e não houve outra maneira senão pedir desculpas e "reconvidar" Matisyahu para se apresentar no SunSplash, o que ele prontamente aceitou alegando que sua maior motivação para tanto era privilegiar a liberdade de expressão.

Depois do rebuliço, a própria representação local do BDS desconversou de maneira um tanto quanto truncada, dizendo que não era bem assim e que Matisyahu seria bem-vindo à Espanha.

Para felicidade dos fãs espanhóis e de todos que compreendem e espalham a mensagem pacifista do rapper judeu, o bom senso prevaleceu e ele compareceu - sim - ao festival.

O concerto de Matisyahu aconteceu no último sábado, 22/08/15, e - ao contrário do que muitos imaginavam - tudo transcorreu de maneira tranquila. 

Terminada a apresentação, ele postou no seu facebook:
Esta noite foi difícil, mas especial. Obrigado a todos que a permitiram! Qualquer chance de fazer música é uma bênção!
No vídeo abaixo, você pode ver que há várias bandeiras da Palestina no meio da multidão que acompanhou o show, mas isso não impediu Matisyahu de se apresentar e cantar seus sucessos, entre eles "Jerusalem", que é exatamente a música que ele canta para a plateia.

Inclusive há uma pessoa na audiência segurando um cartaz com a inscrição "Peace for Jerusalem" ("Paz para Jerusalém").

Neste mundo tão conturbado pela intolerância e incompreensão, a manifestação pacífica de Matisyahu precisa ser constantemente ouvida:




domingo, 12 de fevereiro de 2012

Minas de ouro da rainha de Sabá teriam sido descobertas

A Bíblia é pródiga em relatos sobre a riqueza (e a beleza) da rainha de Sabá, que, encantada com as histórias que ouvia a respeito de Salomão, vai em caravana visitá-lo levando presentes preciosos e ouro, muito ouro... (1ª Reis 10 e 2ª Crônicas 9). Em 2ª Crônicas 9:9 está registrado que ela presenteou Salomão com 120 talentos de ouro, o que - traduzindo a medida antiga - equivaleria a mais de 4 toneladas (4.112,64 kg, para ser mais preciso). Era ouro pra dedéu. Apenas para se ter uma ideia, fazendo uma comparação completamente inapropriada, essa quantidade de ouro seria negociada hoje no Brasil pelo valor de mais de R$ 390 milhões. Salomão deve ter ficado tão impressionado com a quantidade de ouro que recebeu da rainha que, ao compor - inspiradamente - o salmo messiânico (de nº 72 no saltério), diz que o Salvador prometido (o Rei que haveria de vir, personificado posteriormente em Jesus Cristo) merece o ouro de Sabá (v. 15). A Bíblia não dá mais detalhes sobre a rainha de Sabá, o Alcorão também faz alguma referência sem acrescentar mais nada, e a lenda diz que ela chegou a se envolver romanticamente com Salomão, e ao retornar para seu país teria tido um filho dele, dos quais seriam descendentes os atuais judeus etíopes. Inclusive a célebre dinastia de imperadores etíopes (propositalmente chamada de "salomônica"), cujo último imperador foi Hailé Selassié (1892-1975), invocava essa ancestralidade judaica. Curiosamente, o nome de batismo de Selassié era Tafari Makonnen, e era conhecido como "Ras" ("príncipe") Tafari. Qualquer semelhança com o movimento rastafári de Bob Marley não é mera coincidência, se é que você está se perguntando isso agora. Selassié foi venerado como o "Leão de Judá" e a "Raiz de Davi" do século XX, o Jah (aquele da Tribo de Jah). Como você já deve ter desconfiado, Hailé Selassié (que significa "O Poder da Trindade" em etíope) é tido pelo movimento rastafári como o Messias prometido, o Jesus Cristo encarnado. Pelo menos isso deve ter inspirado os jamaicanos a comporem bons reggaes.

Pois bem, deixando essas curiosidades histórico-musicais ao abrigo da fumaça jamaicana, imagina-se que o território do antigo reino de Sabá equivaleria modernamente à região ocupada por Etiópia, Eritreia, Somália e Iêmen. Por muito tempo, se pensava que era apenas um reino mítico, que desafiava a historicidade bíblica, já que havia pouquíssimas evidências (além da tradição oral etíope) que comprovassem cabalmente que o relato do Velho Testamento corresponde, de alguma maneira, à verdade dos fatos de 3.000 anos atrás. Parece que essa dúvida está chegando ao fim e - se a descoberta for realmente confirmada - os céticos terão que engolir em seco mais esse atestado arqueológico de veracidade bíblica. É que o British Museum está patrocinando a escavação do platô de Gheralta, no norte da Etiópia, e a arqueóloga que comanda a expedição, Louise Schofield (foto acima), informa em matéria publicada hoje, 12/02/12, pelo jornal britânico The Guardian, que os esforços da equipe finalmente descobriram uma enorme e antiga mina de ouro, ao lado das ruínas de um templo e das marcas de um campo de batalha. Diz a arqueóloga: "uma das coisas que eu sempre adorei na arqueologia é a maneira com que ela pode se vincular com lendas e mitos. O fato de que nós podemos ter encontrado as minas da rainha de Sabá é algo extraordinário". Tudo começou com uma "estela", uma rocha em formato de cubo com pouco mais de 6 metros de altura, esculpida com um sol e uma lua crescente, "que representavam o selo do reino de Sabá", segundo Schofield. Ela se engatinhou por baixo da rocha, com medo de uma cobra enorme que lhe avisaram que vivia ali, e ficou cara a cara com uma antiga inscrição no idioma que o povo de Sabá falava. Ali perto foram encontradas partes de colunas e pedras talhadas de um templo enterrado na areia, que parece ter sido dedicado à deusa Lua, que era a principal divindade de Sabá no séc. VIII a. C., em razão de uma vitória obtida numa batalha a poucos metros dali. Ainda que algumas pessoas do local até hoje procurem esporadicamente por ouro naquela região, ninguém nunca percebeu que havia uma mina de ouro (arqueológico, pelo menos) embaixo de alguns metros de terra. Talvez o que assustasse os garimpeiros fosse o fato de que muitos urubus ficavam exatamente em cima desse monte, como que guardando uma história ancestral. Ainda não é possível se dizer o tamanho exato da mina, apenas se imagina que ela seja gigantesca, dadas as características de seu portal, e uma escavação muito mais aprofundada será iniciada em breve, se houver recursos que a financiem. Parece que finalmente descobriram onde ficavam as lendárias minas do Rei Salomão.





terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Matisyahu explica por quê fez a barba

Depois da repercussão que teve o fato de se barbear em dezembro último, o cantor de reggae e rapper judeu ortodoxo Matisyahu se viu na necessidade de ter que explicar ao mundo e especialmente aos seus fãs o que significou aquele gesto. 

Deu, então, uma entrevista à rádio novaiorquina WNYC, onde expôs as suas razões. 

Primeiramente, Matisyahu disse que não é pelo fato de tirar a barba que ele deixou de ser judeu e relata que, no dia seguinte às (não mais) anônimas escanhoadas, continuou cumprindo suas obrigações religiosas da mesma maneira em que fazia antes.

O radialista então lhe pergunta por que razão ele tinha deixado crescer a barba, e o que o havia levado a raspá-la depois de tanto tempo.

O cantor responde dizendo que começou a deixar a barba crescer quando tinha de 20 para 21 anos de idade, período em que mergulhou de cabeça na religiosidade judaica.

Passou a usar ostensivamente não somente o aspecto facial mas as roupas e o chapéu que caracterizam os judeus ortodoxos hassídicos, e ser visto como tal no metrô, por exemplo, o deixava contente, num claro contraste, digamos, "estético" com aquele garoto de 17 anos que ele havia sido um dia, que adorava reggae, Bob Marley e queria fazer insuspeitos dreadlocks no cabelo, mas em ambas as situações a representação externa de sua personalidade tinha muito a ver com o que se passava dentro dele.

A razão, entretanto, para que ele não mais se barbeasse a partir de então é mais complexa.

Matisyahu se justifica dizendo que, pela cabala (misticismo judaico que faz a cabeça de  muita gente famosa, como Madonna, só para citar uma celebridade), a barba representa os 13 atributos de misericórdia de Deus, e tudo o que está acima (na divindade) é conectado com o que está embaixo (no mundo), como se fosse um espelho em que esses atributos estão se "checando", se "conferindo" um ao outro constantemente.

Desta maneira, a barba seria - para a cultura hassídica - um símbolo e uma manifestação da misericórdia divina aqui na Terra.

Os 13 "atributos" da misericórdia de Deus estariam, então, diretamente ligados às 13 partes da face, e dessas, digamos, "aptidões, "faculdades" ou "qualidades" ligadas à barba decorreriam as bênçãos de Deus na vida da pessoa que a porta. 

Matisyahu confessa, então, que tinha medo de que perderia essas bênçãos se - por qualquer razão - eliminasse a sua volumosa barba.

A seguir, conta que passou por algumas semanas de profunda transformação espiritual, como nunca havia experimentado em sua vida, antes de tomar a decisão de - simples e finalmente - se barbear. 

Concluiu, assim, nas suas próprias palavras, de que "os temores que eu tinha... a ideia de que a misericórdia de Deus está ligada ao fato de eu me barbear (ou não) é ridícula... se eu merecer a misericórdia de Deus, eu a terei, independentemente da minha barba". 

Matisyahu se alegrou com o comentário de um fã que disse que nenhuma outra pessoa da sua geração consegue falar para judeus ortodoxos, nominais ou mesmo não-judeus como ele faz, e - com aquela voz mansa que o caracteriza - disse que isso o deixa muito feliz e o faz renovar a sua fé na humanidade, com tanto ódio que divide as pessoas, mas ele consegue se comunicar com uma legião de admiradores em paz. 

Por fim, já no segundo vídeo abaixo, indagado se não há contradição entre se apresentar de forma tão religiosa de um lado, mas estar agora com a barba feita e gostar de coisas "mundanas" (ele é torcedor do New York Giants, que acabou de ganhar o SuperBowl de futebol americano) do outro, Matisyahu se defende dizendo que "no mundo tudo é contradição. Tudo tem múltiplos lados. Nós vamos muito rápido à definição do que é preto ou branco, classificando-os em gavetas... o mundo é uma mistura de coisas diferentes". 

De qualquer maneira, o que seus fãs (entre os quais me incluo) esperam, Matisyahu, é que sua barba não seja o que o cabelo foi para Sansão, e que você continue alegrando muita gente com o seu talento, a sua fé e a sua autenticidade. 

Por isso mesmo, esperamos que Matisyahu nunca venha a fazer propaganda de nenhuma lâmina de barbear... (é que no caso evangélico brasileiro, tem "pastor" que fez o bigode e esqueceu tudo o que pregava antes...abafa!)






P.S.: os dados cabalísticos que Matisyahu apresenta na entrevista acima, especialmente sobre o número 13, são muitos complexos de serem explicados, fazem o gênero "mistério que não se revela aos iniciados" e este que vos escreve não tem capacidade nem interesse de entendê-los. Para os que quiserem se aprofundar no tema, a relação da barba com os 13 atributos da misericórdia de Deus está ensinada no Zohar, livro sagrado da cabala judaica, composto pelo rabino Shimon, especificamente no capítulo XI, preceitos de 209 a 232, que podem ser lidos em inglês clicando aqui. Leia, entretanto, por sua conta e risco, mas interprete com a ajuda de quem entenda do assunto, o que não é o meu caso, já que não estou nem um pouco interessado em numerologia e deixo a cabala aos cabalísticos, com todo respeito.



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Bob Marley para todos

Bob Marley é - na verdade - só um pretexto para reunir músicos de rua de todo o mundo em torno de um projeto comum que resgata, populariza e ajuda a sustentar muitos artistas que estão nessa condição. Tudo começou alguns anos atrás, em 1999, quando o engenheiro de som Mark Johnson parou para ver a apresentação de dois monges que vestiam túnicas brancas, isto numa estação de metrô de Nova York. Daí teve a ideia do projeto, intitulado "Playing For Change - Songs Around the World" ("Tocando por Mudanças - Canções ao Redor do Mundo"). De lá pra cá, muitas viagens e muitas gravações depois, podemos ter o prazer de ouvir preciosidades como "Redemption Song" e "Three Little Birds", de Bob Marley, na atuação conjunta de muitos artistas de rua de todo o globo. Essas duas performances são mais recentes, mas "Stand By Me", de John Lennon, gravada em 2008, mostra como a emoção das ruas consegue realizar obras-primas, brindando-nos o alento e a esperança de que o mundo se torne um pouco melhor. Confira nos vídeos abaixo, pra começar animado o teu fim de semana:






Redemption Song

Old pirates, yes, they rob I,
Sold I to the merchant ships,
Minutes after they took I
From the bottom less pit
But my hand was made strong
By the hand of the Almighty
We forward in this generation
Triumphantly

Won't you help to sing,
These songs of freedom?
'Cause all I ever have:
Redemption songs,
Redemption songs!

Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our minds
Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them can stop the time
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look
Huh, some say it's just a part of it:
We've got to ful fill the Book

Won't you help to sing,
These songs of freedom?
'Cause all I ever have:
Redemption songs,
Redemption songs,
Redemption songs!

Emancipate yourselves from mental slavery
None but ourselves can free our mind
Oh, have no fear for atomic energy,
'Cause none of them-a can-a stop-a-the time
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look?
Yes, some say it's just a part of it:
We've got to ful fill the Book

Won't you help to sing,
These songs of freedom?
'Cause all I ever had:
Redemption songs,
All I ever had:
Redemption songs!
These songs of freedom,
Songs of freedom!

Canção de Redenção

Velhos piratas, sim, eles me roubaram,
Me venderam para navios mercantes
Minutos depois deles terem me tirado
De um buraco menos profundo
Mas minha mão foi fortalecida,
Pela a mão do todo poderoso
Nós avançamos nessa geração
Triunfantemente!

Você não irá ajudar-me a cantar,
Essas canções de liberdade?
Porque tudo o que eu sempre tive são:
Canções de redenção
Canções de redenção

Liberte-se da escravidão mental,
Ninguém além de nós pode libertar nossas mentes
Não tenha medo da energia atômica,
Porque eles não podem parar o tempo
Por quanto tempo vão matar nossos profetas?
Enquanto nós permaneceremos de lado olhando
Huh, alguns dizem que é apenas uma parte disto
Nós temos que cumprir inteiramente o Livro

Você não irá ajudar-me a cantar,
Essas canções de liberdade?
Porque tudo o que eu sempre tive são:
Canções de redenção
Canções de redenção
Canções de redenção

Liberte-se da escravidão mental,
Ninguém além de você pode libertar sua mente
Não tenha medo da energia atômica,
Porque eles não podem parar o tempo
Por quanto tempo vão matar nossos profetas?
Enquanto nós permaneceremos de lado olhando
Huh, alguns dizem que é apenas uma parte disto
Nós temos que completar o Livro

Você não irá ajudar-me a cantar,
Essas canções de liberdade?
Porque tudo o que eu sempre tive são:
Canções de redenção
Porque tudo o que eu sempre tive são:
Canções de redenção
Essas canções de liberdade
Canções de liberdade

domingo, 19 de junho de 2011

O reggae judeu de Matisyahu

Considerando que o blog teve um fim-de-semana um tanto quanto judaico e rabínico, nada melhor do que terminá-lo em altíssimo estilo ouvindo Matisyahu, o (surpreendentemente) ótimo cantor (num mix de reggae, rap, hip-hop e outras influências) de origem judia ortodoxa (seu nome significa "Dom de Yahu" ou "Dom de Deus" em aramaico), cantando One Day e King Without a Crown (caso queria ler a tradução é só clicar nos nomes das canções). 

A letra de One Day é particularmente linda e dela basta um verso, "stop with the violence" ("parem com a violência"):



sexta-feira, 4 de junho de 2010

Beautiful songs - 5

The House of Rising Sun ("A Casa do Sol Nascente") é uma antiga canção folclória norteamericana de origem desconhecida, com uma letra triste que revela o lamento dolorido por uma vida mal vivida e a sua esperança de redenção. Suas gravações mais conhecidas foram gravadas por The Animals, Frijid Pink e Bob Dylan, mas segue a baixo a belíssima versão reggae de Gregory Isaacs:




House Of The Rising Sun

There is a house in New Orleans
They call the Risin' Sun
And it's been the ruin of many a poor boy.
And God, I know I'm one.

My mother was a tailor.
She sewed my new blue jeans.
My father was a gamblin' man
Down in New Orleans.

Now, the only thing a gambler needs
Is a suitcase and a trunk
And the only time that he's satisfied
Is when he's all a-drunk.

Oh, Mother, tell your children
Not to do what I have done.
Spend your lives in sin and misery
In the house of the risin' sun.

Well, I've got one foot on the platform.
And the other's on the train.
I'm goin' back to New Orleans
To wear that ball and chain.

Well, there is a house in New Orleans
They call the Risin' Sun
And it's been the ruin of many a poor boy.
And God, I know I'm one

A Casa do Sol Nascente


Há uma casa em New Orleans.
Eles a chamam de Casa do Sol Nascente'.
E tem sido a ruína de muitos garotos pobres
E, Deus, Eu sei que sou um deles.

Minha mãe era costureira
Ela costurou meus novos jeans
Meu pai era um apostador
Em New Orleans.

A única coisa que um apostador precisa
É uma mala e um baú
E a única hora que ele se sente satisfeito
É quando está completamente bêbado.

Oh mãe, diga as suas crianças,
Para não fazerem o que eu fiz
Desperdiçar suas vidas em pecados e miséria
Na casa do sol nascente

Com um pé na plataforma
E o outro no trem
Estou voltando para New Orleans
Para colocar novamente aquelas correntes

Há uma casa em New Orleans.
Eles a chamam de Casa do Sol Nascente'.
E tem sido a ruína de muitos garotos pobres
E, Deus, Eu sei que sou um deles.

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