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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Borra-Botas Dawkins anda tendo alucinações com William L. Craig

A repercussão das sucessivas negativas do militante ateu Richard Dawkins em debater com o filósofo cristão William Lane Craig deve ter sido tão forte, inclusive no próprio meio ateísta, que Dawkins, pelo jeito, anda tendo uma espécie de "ilusões retroativas", aproveitando o título de um dos seus livros, "The God Delusion" ("Deus, Um Delírio" em português). Anda delirando o velho combatente britânico, e outro filósofo norteamericano, Edward Feser, conta em seu blog que estava participando ao vivo do programa de entrevistas Catholic Answers ("Respostas Católicas"), sobre o tema "Deconstructing Atheism" ("Desconstruindo o Ateísmo", clique no link indicado para ouvir o áudio), em que foi comentada essa insistente recusa dawkinsiana em debater com Craig, e Sean Faircloth, representante de Dawkins, não contradisse a crítica que foi - mais uma vez - feita em relação ao expoente narcisista ateu, e ainda defendeu o seu direito de se negar a debater com quem quer que seja. Entretanto, o assunto deve causar tantos arrepios no borra-botas britânico que, depois da entrevista, o apresentador do programa, Patrick Coffin, recebeu o seguinte e-mail diretamente do Delusional Dawkins:
Caro Sr. Coffin,

Contrariamente ao que foi repetidamente dito no seu programa, eu DEBATI com William Lane Craig, num debate em cadeia nacional no México em 2010, e ele foi PROFUNDAMENTE irrelevante. Eu espero que o senhor corrija a informação no seu próximo programa.

Richard Dawkins

Edward Feser, que é um cara sério, excelente debatedor e não estava tão interessado assim nas fugas e desculpas esfarrapadas de Dawkins, conhecedor que é dos seus métodos diversionistas, foi investigar que raios de programa mexicano era esse, mas antes uma dúvida trepidante lhe assaltou: por que é que Dawkins NÃO citou esse episódio azteca de sua festejada biografia no artigo que escreveu - em outubro de 2011 - para o The Guardian, intitulado "Why I refuse to debate with William Lane Craig" ("Por que eu me recuso a debater com William Lane Craig?"). Ora, nota o perspicaz Feser, como é que o desmemoriado Dawkins se recusa a debater com alguém que ele não tinha percebido até então que já tinha debatido? Além disso, se ele realmente não quer debater com Craig, ele não precisa sair por aí gritando aos quatro ventos que não quer debater com Craig, não é mesmo? Mas o que chama mais a atenção naquele artigo do The Guardian, de dois meses atrás, é que em nenhum momento Dawkins se lembra que já tinha debatido com Craig no México. Pelo contrário, com a sua costumeira arrogância, Dawkins solta no artigo mais uma de suas infinitas bravatas: "Eu preferiria deixar uma cadeira vazia do que compartilhar um palco com ele" (ai que dó dele, gente!). Vai ver que, de tanto pensar em seleção natural, a memória de alguns ateus fica bem seletiva (e conveniente, não é mesmo?).

Diante dos delírios de Dawkins, só restou a Edward Feser ir atrás do tal debate "México 2010", que nesta altura do campeonato está parecendo mais título de algum campeonato mundial de cinismo, ou um UFC da hipocrisia ateísta. Feser então descobriu que o tal "debate" não foi exatamente um debate entre duas pessoas previamente convidadas para tanto, mas um painel de seis (6) pessoas que se chamou "Ciudad de las Ideas" em que tanto ele como Craig participaram, e de acordo com o que Craig contou sobre o episódio em novembro de 2010, parece que nenhum dos debatedores necessariamente sabia, antes do evento, quem seriam os outros participantes. Craig disse então que ficou surpreso ao chegar no painel e constatar que Dawkins também estaria presente, e que ele acredita que também Dawkins não sabia quem dividiria o palco com ele, tanto que Craig manifestou a sua surpresa a Dawkins, diante de sua repetida recusa em debater com ele, ao que o borra-botas ateu teria respondido que não considerava aquilo um debate com ele, já que os mexicanos o haviam convidado a participar e ele tinha aceito sem saber exatamente do que se tratava. Ou seja, Dawkins precisa se decidir: no ano passado, seu encontro com Craig NÃO foi um debate. Agora, ele diz que foi SIM um debate. Algum parafuso anda solto na cabeça dele, o que deve estar lhe provocando esses delírios. Já o apresentador do programa Catholic Answers que recebeu o e-mail acima de Dawkins, Patrick Coffin, que não é bobo nem nada, já tratou de aproveitar o delírio descuido do "papa ateu" e tratou de convidá-lo na sua página para um debate com o próprio Edward Feser, já que Dawkins se borra todo quando ouve o sobrenome Craig. Se bem que algum amigo próximo dele podia armar uma presepada qualquer noite dessas, não é mesmo, do tipo "adivinhe quem vem hoje pra debater, Dawkins"?



sábado, 22 de outubro de 2011

Richard Dawkins é só mais um cagão

Além de dormir de touca, o “papa” ateu Richard Dawkins foge do conhecido apologista americano William L. Craig como o diabo da cruz, conforme já tivemos oportunidade de nos referirmos aqui no blog, mais especificamente no texto “Líder ateísta britânica foge de debate com William L. Craig”:

A vergonha só não é maior para Polly Toynbee, entretanto, pois ela está na doce companhia ateia de Richard Dawkins, seu vice-presidente na BHA, que também se recusa a debater com William L. Craig apelando para os seus conhecidos insultos que a nada levam, senão a uma convicção crescente de que seu discurso só funciona na base da ofensa gratuita. Debate parece não ser o forte da diretoria da BHA, já que o outro vice-presidente, A. C. Grayling, autor da "bíblia humanista" intitulada "The Good Book", também bate o pé e se recusa terminantemente a debater com Craig. Talvez o "não" de Polly tenha sido parido num cafezinho nos corredores da BHA. Curioso: se eles dizem que a razão está do lado deles, do que eles têm medo afinal? Vai ver não querem sair mal na foto. A recusa de Dawkins em debater com Craig foi descrita como "apta a ser interpretada como covardia" por Dr. Daniel Came, professor ateu de Filosofia na Universidade de Oxford, que acrescentou que isto é uma "clara omissão" no curriculum do fujão Dawkins. Um debate com regras claras de argumentação não parece ser a praia dos ateus, a não ser que possam jogar areia na cara do oponente. Talvez este seja o caso de muitos deles, magoados com a religião (por motivos muitas vezes compreensíveis e razoáveis), que migram para o neoateísmo apenas para descarregar suas frustrações na verborragia inconsequente, sem pausa para pensar. Justo eles que se dizem livres-pensadores...
Depois de toda a repercussão negativa causada pela reiterada recusa de Dawkins em debater com Craig, a situação deve ter se tornado insustentável para o conhecido líder ateísta britânico, a ponto dele ter emitido uma nota oficial em que busca se justificar por não aceitar nenhum evento público em que ambos discutam a existência (ou não) de Deus. Dawkins começa atacando a condição intelectual de Craig, omitindo o fato de que outros expoentes ateus como Christopher Hitchens, a quem Dawkins se junta na hora que lhe convém, já terem debatido com o apologista americano, sendo que o blog ateu Common Sense Atheism, reconheceu que Craig “spanked Hitchens like a foolish child” ("espancou Hitchens como se fosse uma criança tola"). Ora, como é que alguém tão desqualificado, na visão de Dawkins, pode ter dado uma “surra” em um amigo seu? No mínimo, Dawkins está fazendo pouco caso do próprio Hitchens, talvez julgando-o indigno de dividir a mesma mesa na defesa do movimento neoateísta, já que apanha de Craig de vez em quando. Esta postura mostra, ainda, que Dawkins, a exemplo de muitos ateus, se julga tão imensamente superior aos outros que cria dogmas em torno de si mesmo, e os protege de tal maneira que chega a se recusar a debater com alguém que considera tão inferior. Afinal o neoateísmo está cada vez mais parecido com uma religião, com seus papas, suas fumaças brancas e seus dogmas que condenam e excluem sumariamente qualquer pessoa que ouse contestá-los. A nova inquisição ateísta também tem seus autos-de-(não)-fé.

A seguir, talvez reconhecendo que o argumento anterior é muito fraquinho e facilmente desmontável, Dawkins tenta construir outra razão tola para sua rejeição ao debate. Invocando a interpretação que supostamente Craig teria dado ao genocídio de cananeus em Deuteronômio 20:13-15, diz que não poderia dividir o mesmo ambiente com tal pessoa, sequer vê-lo ao vivo e a cores (“ai que ódio!”), como se fosse uma criança magoadinha que não quer brincar mais. Ocorre que Dawkins tira uma frase de Craig do seu contexto, em que o apologista justamente dizia que esses massacres bíblicos do Velho Testamento são difíceis de entender e aceitar para um cristianismo que foi forjado (e forjou a sociedade em que vivemos) no caldeirão de amor, perdão e solidariedade que flui do Novo Testamento. Aliás, este é um recurso que muitos ateus utilizam para encerrar uma discussão que não lhes interessa ou que sabem que vão perder: apelam para aquilo que chamam de “genocídio” do Velho Testamento. Esquecem-se convenientemente que o próprio conceito de “genocídio” foi construído no século XX, mais especificamente a partir das atrocidades nazistas, que exigiram da humanidade uma postura clara e definitiva a respeito desta conceituação nebulosa que veio a ser tão debatida (e definida) no Julgamento dos nazistas em Nuremberg (veja o texto “Einchmann em Jerusalém” para aprofundar-se sobre o tema). Além disso, a Bíblia não se preocupa em dar todos os detalhes históricos e culturais de determinada época ali narrada em todas as suas minúcias, e os mesmos ateus que criticam a historicidade bíblica acabam por confirmá-la quando buscam esses argumentos. Adotam, portanto, critérios seletivos do que vale e do que não vale na Bíblia, a seu bel prazer. Isto sem falar no anacronismo, já que aplicar conceitos atuais a fatos ocorridos milênios atrás depõe contra qualquer tentativa séria de se entender o fenômeno observado. Desta forma, invocar os “genocídios” do Velho Testamento é só mais uma arma que ateus gostam de brandir com mórbido prazer, já que – por não terem nada a propor – se preocupam apenas em atacar e ofender gratuitamente para se justificarem aos seus próprios olhos, o que revela outra característica que lhes é peculiar: ora, ninguém é obrigado a crer em nada, e se não crê, que seja feliz assim, mas o curioso é que a negação não basta e essa descrença só consegue ser justificada mediante a ridicularização do oponente, sobretudo na base da agressão gratuita e desrespeitosa.

Como já vimos acima, a recusa de Dawkins em debater com Craig já havia sido descrita como "apta a ser interpretada como covardia" por Dr. Daniel Came, professor ateu de Filosofia na Universidade de Oxford, que acrescentou que isto é uma "clara omissão" no curriculum do ateu fujão. Agora, depois da chorosa nota oficial que ele se viu forçado a emitir para tentar se justificar, na sua coluna no jornal britânico The Telegraph, o historiador Tim Stanley comenta que Richard Dawkins ou é tolo ou covarde por declinar o convite para debater com William L. Craig, diz que ele não sabe o que significa "apologética" e aponta uma possível razão para a recusa: é que Dawkins só debate com religiosos britânicos (algo de que se gaba), os quais, apesar de suas credenciais intelectuais, são dóceis e verdadeiros cordeirinhos no trato com seus oponentes, algo muito distinto da tradição norteamericana na qual Craig foi formado, que é muito mais dura, incisiva e – sobretudo – treinada no que há de melhor e de pior na retórica, o que – muito provavelmente – levaria Dawkins a tomar uma “surra” equivalente àquela que Hitchens tomou de Craig, algo impensável para um ego desse tamanho. Já no (também britânico) The Guardian de hoje, o cético Daniel Came afirma que Dawkins está sendo oportunista ao usar as frases de Craig como uma cortina de fumaça para esconder as reais razões que o levam a rejeitar o debate com o americano, abrindo ainda espaço para a nostalgia dos antigos e bons debates entre Bertrand Russell e o padre Copleston, que foram transmitidos pela rádio da BBC em 1948. Segundo Came, o que há de novo no movimento neoateísta é a sua postura reiterada de diminuir e desprezar os crentes, e a fúria que cerca essas polêmicas, daí sugerir que os "novos ateus" podiam aprender mais com o "velho ateu" Russell, sobretudo com uma abordagem mais poderosa que não deixe, entretanto, de ser também respeitosa e um modelo de precisão filosófica. Difícil mesmo vai ser convencer os neoateus a aprenderem algo com outras pessoas, mesmo que elas sejam antigas e sábias personalidades ateias (o ego não permite). Came conclui seu artigo assim:
Como cético, eu tendo a concordar com a conclusão de Dawkins a respeito da falsidade do teísmo, mas as táticas desenvolvidas por ele e por outros "novos ateístas" me parecem que são fundamentalmente ignóbeis e potencialmente danosas à vida intelectual pública, isto porque há algo cínico, vergonhosamente paternalista e anti-intelectual no seu modus operandi, que é a assunção implícita de que vaiar e insultar é uma maneira efetiva de influenciar as crenças das pessoas sobre a religião. A presunção é que suas leituras largamente não-acadêmicas não se importam, ou são incapazes de pensar sobre as coisas; a paixão prevalece sobre a razão. Ao contrário, as atitudes das pessoas em relação à crença religiosa podem e devem ser moldadas pela razão, não pela bílis ou pela ofensa gratuita. Ao ignorar essas coisas, os neoateístas buscam substituir uma forma de irracionalidade por outra.
Apesar das críticas dos seus próprios companheiros, imaginando ainda que não vai sair mal na foto, Dawkins insiste em continuar em sua bad ego trip narcisista no seu pedestal (ou trono “ateopapal”), mas, cá entre nós, bem no popular (e adiantando nosso pedido de desculpas), apesar dessa pose toda, Dawkins é só mais um cagão.





segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Líder ateísta britânica foge de debate com William L. Craig

Polly Toynbee, presidente da Associação Humanista Britânica (British Humanist Association - BHA) desistiu de participar de um debate sobre a existência de Deus, com o conhecido filósofo e apologeta cristão William Lane Craig, que seria realizado no próximo mês de outubro, no Westminster Central Hall, em Londres, sob os auspícios da Premier Christian Radio. Polly Toynbee é muito conhecida por suas críticas reiteradas ao cristianismo, além da coluna que escreve no jornal britânico The Guardian, e - no último mês de abril - havia concordado em debater com William L. Craig, dentro do circuito de discussões agendadas para o The Reasonable Faith Tour do apologeta. A desculpa que Polly deu para desistir do evento foi que "não tinha conhecimento do estilo de debate do Sr. Lane Craig, e a partir do momento que viu seus debates anteriores, percebeu que este não era o mesmo estilo de debate dela". A estranha alegação foi dada na semana passada e causou espécie, já que o mínimo que se espera dos líderes ateístas proeminentes é que eles tenham, pelo menos, "estudado" - um pouco que seja - os adversários, a não ser que a arrogância os impeça de descer a esses detalhes comezinhos tão caros à retórica e à argumentação. Afinal, bastava um telefonema simpático a um ou outro colega ateu para se informar sobre o que a esperava. É que William L. Craig tem debatido com expoentes ateus muito mais conhecidos do que a Sra. Toynbee. Ele é professor e pesquisador de Filosofia na Talbot School of Theology, na California (EUA), e seus debates estão disponíveis no youtube. Entre os seus oponentes estão ateus do porte de Anthony Flew, Lewis Wolpert, Christopher Hitchens, e mais recentemente Sam Harris, que deu um ótimo testemunho a respeito de Craig, descrevendo-o como "o único apologista cristão que colocou o temor de Deus em muitos dos meus companheiros ateus". Logo após o debate com outro titã do neoateísmo, Christopher Hitchens, em abril de 2009, também ficou bastante conhecida a declaração do site ateu Common Sense Atheism, que reconheceu que Craig “spanked Hitchens like a foolish child” ("espancou Hitchens como se fosse uma criança tola"). A vergonha só não é maior para Polly Toynbee, entretanto, pois ela está na doce companhia ateia de Richard Dawkins, seu vice-presidente na BHA, que também se recusa a debater com William L. Craig apelando para os seus conhecidos insultos que a nada levam, senão a uma convicção crescente de que seu discurso só funciona na base da ofensa gratuita. Debate parece não ser o forte da diretoria da BHA, já que o outro vice-presidente, A. C. Grayling, autor da "bíblia humanista" intitulada "The Good Book", também bate o pé e se recusa terminantemente a debater com Craig. Talvez o "não" de Polly tenha sido parido num cafezinho nos corredores da BHA. Curioso: se eles dizem que a razão está do lado deles, do que eles têm medo afinal? Vai ver não querem sair mal na foto. A recusa de Dawkins em debater com Craig foi descrita como "apta a ser interpretada como covardia" por Dr. Daniel Came, professor ateu de Filosofia na Universidade de Oxford, que acrescentou que isto é uma "clara omissão" no curriculum do fujão Dawkins. Um debate com regras claras de argumentação não parece ser a praia dos ateus, a não ser que possam jogar areia na cara do oponente. Talvez este seja o caso de muitos deles, magoados com a religião (por motivos muitas vezes compreensíveis e razoáveis), que migram para o neoateísmo apenas para descarregar suas frustrações na verborragia inconsequente, sem pausa para pensar. Justo eles que se dizem livres-pensadores...

Fonte: bethinking

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