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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Capeta recebe Charles Manson de braços abertos

O inferno amanheceu em festa, segundo noticia o G1 Mundo:

Charles Manson morre aos 83 anos nos EUA

Líder de seita que matou atriz Sharon Tate em 1969 cumpria prisão perpétua. Ele estava internado em hospital na Califórnia desde quarta-feira (15).

Charles Manson, líder da seita que assassinou a atriz Sharon Tate em 1969, morreu neste domingo (19), aos 83 anos, no hospital de Bakersfield, na Califórnia. As causas da morte ainda não foram reveladas.

Ele estava internado desde quarta-feira (15), quando foi levado às pressas para o centro médico, escoltado por cinco policiais.

Manson, que tinha uma suástica tatuada na testa, já havia sido hospitalizado em janeiro para ser operado por lesões no intestino e uma hemorragia interna, mas seu estado foi considerado muito frágil para isto e ele retornou à prisão.

Manson chefiou a seita denominada 'A Família' e era um dos criminosos mais conhecidos nos Estados Unidos. Ele estava na prisão havia mais 40 anos.

Condenações

Ele foi condenado à morte em 1971 ao lado de quatro de seus discípulos pelo assassinato de sete pessoas, incluindo a atriz Sharon Tate, na época esposa do cineasta Roman Polanski, que estava grávida de oito meses e meio. Os crimes ocorreram em agosto de 1969 e comoveram os Estados Unidos, marcando simbolicamente a contracultura dos anos 1960 e o movimento hippie.

As condenações foram comutadas para prisão perpétua. No fim de 2014, Manson pediu autorização para casar com uma mulher de 26 anos, Afton Elaine Burton, mas ele desistiu da ideia.

Em 2012, apresentou uma demanda para obter liberdade antecipada, que foi rejeitada. Ele teria que esperar até 2027 para fazer um novo pedido.



terça-feira, 31 de outubro de 2017

Martinho Lutero, 500 anos depois


Exatos 500 anos atrás, o dia deve ter amanhecido bonito e tranquilo em Wittenberg, na Alemanha, e ninguém ali, naquela fria manhã de outono, imaginava que estava prestes a acontecer um incidente que mudaria a história da humanidade para sempre.

Afinal, o que importava à gente naqueles tempos era sobreviver um dia mais, da maneira que fosse possível, e quanto mais supersticiosamente fosse, menos ruim seria para suas invariáveis e miseráveis vidas sem futuro algum.

Não se sabe exatamente a que horas daquele dia um jovem monge agostiniano cruzou a praça central para afixar na porta da catedral um pequeno manuscrito em que desfilava em 95 teses sua indignação contra o comércio de indulgências que era obrigado a ver - talvez diariamente - naquele mesmo local.

Seu nome era Martinho Lutero e seus passos nervosos não davam a mínima ideia da importância que aquele momento teria na História.

Afinal, havia passado por ali naqueles dias um frade dominicano de nome Johann Tetzel, cuja principal incumbência era vender indulgências para garantir a reconstrução da Basílica de São Pedro, a mando do papa Leão X.

Tetzel era objeto de crítica em duas teses de Lutero:
27. Pregam doutrina mundana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].

28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa, pode aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.
O fato é que - ao afrontar a Igreja oficial - Lutero escancarou, naquele dia 31 de outubro de 1517, as portas da modernidade. Encerrava-se ali - de fato - a Idade Média e o poder absoluto da Igreja de Roma.

Lutero era o homem improvável para aquela missão, o que revela os caminhos misteriosos que Deus elege para fazer sua vontade se expressar e ser concretizada no meio (e por meio) de homens e mulheres comuns, como você e eu.

Numa definição moderna, Lutero era 8 ou 80, capaz dos maiores acertos e erros na mesma proporção. Critique-se o que se quiser em sua vida, mas ele não pecava por omissão.

Aliás, é fácil criticá-lo hoje em dia pelo que fez de 1517 em diante, apesar do anacronismo do olhar retrovisor. 

Difícil mesmo é encontrar alguém que tivesse se aventurado a pensar em fazer o que ele fez.

Lutero tinha uma opinião (talvez forte demais, muitas vezes sarcástica) formada sobre tudo e não esperava que pisassem no seu calo para expressá-la.

Fez muitos inimigos, mas - e daí? - o mundo precisou se moldar ao seu pensamento revolucionário.

Uma conjunção (humanamente) inesperada de fatores políticos, pessoais e religiosos fez com que a ousadia de Lutero frutificasse muito além do que ele podia haver imaginado ou planejado.

Por isso estamos nós aqui hoje celebrando os 500 anos como frutos não de um gesto isolado de um homem chamado Martinho Lutero, mas do fato de Deus tê-lo usado como instrumento humano assumidamente imperfeito mas aberto e disponível a revolucionar os tempos, os modos e as eras segundo e seguindo a vontade do Seu Senhor.

Engana-se quem crê que sua importância se restringe ao círculo fechado da religião.

Traduziu a Bíblia na língua alemã, tornando o sagrado popular, fazendo a voz de Deus audível a quem realmente precisava (e queria) compreendê-la.

Preocupou-se com a educação pública, não só tornando as escolas acessíveis a todos mas instando os pais e as autoridades locais a educarem as crianças com qualidade e diversidade. Como disse:
Temos hoje os melhores e mais doutos jovens companheiros e homens com conhecimentos linguísticos e toda a ciência; esses poderiam muito bem produzir algo útil se fossem aproveitados para instruir a juventude. Não está evidente que hoje se pode formar um menino em três anos de modo que aos 15 ou 18 anos sabe mais do que lhe puderam ensinar até agora todas as universidades e conventos? Afinal, que se aprendeu até agora nas universidades e conventos a não ser tornar-se burro, tosco e estúpido? Houvem quem estudasse vinte, quarenta anos e não sabe nem latim nem alemão. Não quero nem falar da vida vergonhosa e dissoluta na qual a nobre juventude foi corrompida tão miseravelmente.

(LUTERO, Martinho. Aos Conselhos de Todas as Cidades da Alemanha para que criem e mantenham escolas cristãs. 1524. Tradução de Ilson Kayser. MARTINHO LUTERO. Obras Selecionadas. São Leopoldo: Sinodal. Porto Alegre: Concórdia. 1995. Vol. 5, pág. 306)
A repercussão de suas "marteladas" num dia qualquer em Wittenberg ajudou a gerar a modernidade, moldou a Alemanha e provocou a reação da Igreja Católica, que - na verdade - devia lhe agradecer porque, não fosse pela Reforma luterana, teria enfrentado dias e problemas muito piores.

No fundo, o Concílio de Trento (1545-1563) estruturou a Contra-Reforma católica que salvou Roma da extinção pura e simples. Tudo por Lutero!

A partir dali, os papas souberam que seu poder não era mais ilimitado e incontrastável, e os católicos encontraram outros rumos ao longo dos séculos que lhes permitem hoje celebrar conjuntamente com os luteranos os 500 anos daquele dia que, de tão iluminado e glorioso na História, espantou as trevas que ameaçavam devorar o bocado incipiente e medíocre que havia de civilização.

Trevas estas que, lamentavelmente, nunca desapareceram, e estão sempre prontas a mudar de nome e roupagem para destruir não só a Igreja, mas principalmente a humanidade.

Talvez tenha chegado a hora de novos Luteros e novas Reformas...


Encerrando nosso mês dedicado a Martinho Lutero, agradecendo aos nossos leitores pela paciência e companheirismo em nos acompanhar, e louvando a Deus por tê-lo escolhido e celebrando sua vida e sua magnífica obra, cantamos inicialmente seu hino clássico "Castelo Forte" com o Coral e Orquestra Filarmônica da UniCesumar:


E convidamos os nossos amigos leitores a participarem de uma sessão-pipoca para ver o ótimo filme "Lutero" (2003), com as brilhantes atuações de Joseph Fiennes, Peter Ustinov (ele próprio uma lenda da atuação, em seu último filme), Bruno Ganz e Alfred Molina, entre outros:




domingo, 20 de agosto de 2017

Adeus, Jerry Lewis!

Jerry Lewis, um ícone do humor com talento espetacular.

Em maio de 2014, passei alguns dias em Las Vegas, e fiquei surpreso ao ver que Jerry Lewis, um dos comediantes que marcaram minha infância, fazia show no hotel em que me hospedei de sexta-feira a domingo, às 7:30 da noite.

O hotel é o South Point Casino, e, como os horários, shows e passeios já estavam agendados, não houve como ver o show de Jerry Lewis, o que me deixou um tanto quanto incomodado, já que ele foi um dos maiores comediantes que este mundo viu, e eu nunca havia imaginado que poderia ter - um dia - a chance de vê-lo ao vivo, o que - lamentavelmente - não pode acontecer.

Chega hoje a notícia de que Jerry Lewis morreu, aos 91 anos de idade. Viveu bastante e viveu bem. Criou seu próprio estilo de humor quase "infantil", e fez muitos e muitos filmes (sobretudo nos tempos da parceria com Dean Martin) que se incorporaram ao acervo coletivo de memórias afetivas da humanidade.

Fica a saudade e a lembrança de cenas inesquecíveis como essa famosíssima da máquina de escrever imaginária:




Música para resgatar a esperança contra a barbárie


Nestes tempos bicudos em que estamos vivendo, parece que esta semana que passou foi tão terrivelmente ruim, com o ressurgimento de fantasmas do passado rondando as mais altas esferas, que só nos resta buscar um pouco de beleza e esperança para seguir em frente contra todos os desígnios malignos que podem, eventualmente, vencer uma ou outra batalha, mas jamais terão a palavra final.

Tiramos esse domingão chuvoso no centro-sul do Brasil para buscar a luz do céu com "I Will Follow Him", a canção que entrou para a posteridade sob a batuta de Whoopi Goldberg em "Mudança de Hábito" ("Sister Act", 1992), e a versão de André Rieu em 2011.

Como uma réstia de esperança num mundo melhor, lembremos que até algumas décadas atrás era impensável ver cantoras europeias e africanas cantando juntas numa praça como esta de Maastricht, na Holanda.

Deliciemo-nos nessa doce fé, portanto:





domingo, 12 de março de 2017

Viola Davis, uma história de superação


Ela é poderosa!

Quem acompanha a série "How To Get Away with Murder" ("Como Defender Um Assassino"), cuja 3ª temporada está terminando no Canal Sony (a cabo/satélite), já conhecia o talento extraordinário de Viola Davis, que acaba de ganhar o Oscar de melhor atriz coadjuvante por sua brilhante atuação no filme "Um Limite Entre Nós" ("Fences", 2016).

O HuffPost Brasil trouxe um pouco mais de sua história de vida. Inspire-se:

O motivo pelo qual Viola Davis tem apenas uma foto de sua infância guardada

Atriz é capa da revista People de março

Com o prêmio, completou a Tríplice Coroa de Atuação. Recentemente, ela também ganhou sua própria estrela na Calçada da Fama. Na TV, ela ainda protagoniza a série How to Get Away with Murder, que faz com que seu séquito de fãs só aumente.

É muito poder e força no showbiz. Mas nem sempre foi assim.

Capa da revista People do mês de março, Viola compartilhou em uma entrevista detalhes de sua árdua trajetória até sucesso internacional.



Em um dos trechos mais tocantes da entrevista, ela comenta que possui apenas uma foto de sua infância, que foi tirada no jardim de infância. Veja abaixo:



Esse é o único registro de Viola quando pequena porque seus pais não tinham dinheiro para comprar uma câmera fotográfica. Filha de Mae Alice, uma empregada doméstica, e Dan Davis, um operário de fábrica, Viola é a segunda mais nova de cinco irmãos.

Na entrevista, Viola contou também que sofreu com sua família por conta da infestação de ratos, que que costumavam comer os rostos de suas bonecas. Por isso, todos da casa dormiam com cobertores até o pescoço.

Na conversa, a estrela de Um Limite Entre Nós detalha como era sua condição de vida:

Eu pulava em latas de lixo com larvas para procurar por comida, eu roubava da venda da esquina, porque eu tinha fome. Eu nunca levei outras crianças na minha casa porque ela era uma construção deteriorada, cheia de tapumes, infestada de ratos. Eu era dessas crianças que era pobre e sabia.

A situação de vida miserável, no entanto, não abalaram a imaginação de Viola.

Sua irmã, Deloris Grant, contou à revista que isso era o que ajudava todos a seguir em frente. "Ela sempre tinha uma história pra contar, algo pra cantar, fazer show. Ela nos distraía da dor, do sofrimento, da depressão", disse.

A vida da Viola começou a mudar para melhor quando ela, adolescente, ganhou uma bolsa de estudos em um colégio de Rhode Island, um dos menores Estados dos EUA, onde vivia.

Após esta etapa, ela foi estudar em Juilliard, escola de música e artes cênicas em Nova York. Iniciou sua carreira nos palcos e passou finalmente a ser reconhecida como atriz na Broadway.

Sobre autoconfiança, a atriz revelou: "Levou tempo, muito tempo para que isso fizesse parte de mim. Foram anos de altos e baixos para que eu finalmente pudesse dizer 'Ok, eu acho que sou forte. Consegui!"

A considerar os mais recentes feitos da atriz, pode-se dizer que: Sim, ela conseguiu!



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Adeus, Bill Paxton!

Bill Paxton e Helen Hunt em Twister (1996): inesquecível!

O domingo de carnaval terminou com a triste notícia do falecimento do ator americano Bill Paxton, aos 61 anos de idade, em decorrência de complicações após uma cirurgia cardíaca.

Bill Paxton atuou em vários filmes de enorme bilheteria, como Titanic, Aliens, o Resgate, Apolo 13, Limite Vertical, U-571 A Batalha do Atlântico, entre tantos outros que ficarão para sempre guardados nos corações dos fãs do cinema.

Paxton sabia, como poucos, transmitir credibilidade através de suas ótimas interpretações dos personagens que lhe tocava assumir no cinema e na televisão.

Twister (1996), entretanto, deve ser o filme pelo qual ficará lembrado, não só pela química perfeita de sua parceira de cena Helen Hunt, com quem caçava furacões, como pelas fascinantes cenas de ação que marcaram toda uma geração.

Eu mesmo confesso que, passando de carro pelo Meio-Oeste americano, ali pelos Estados de Nebraska, Wyoming e South Dakota, uma região de beleza ímpar e céus infinitos sobre as grandes pradarias, ficava de olho nas estranhas e gigantescas formações das nuvens para me assegurar de que não seria surpreendido por nenhum twister daqueles.

Era, obviamente, inevitável recordar os apuros de Helen Hunt e Bill Paxton no filme em questão.

Uma pena que um excelente ator tenha nos deixado numa idade ainda tão produtiva.

Hoje todos os seus fãs dirão, relembrando Apolo 13, "Houston, we have a problem!". A big and sad problem indeed.

Descanse em paz, Bill!



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Testemunhas de Jeová no meio da confusão entre Índia e Paquistão


De maneira inadvertida, por causa de um hino e do furor nacionalista, as Testemunhas de Jeová terminaram se envolvendo no imbroglio da ópera bufa e tragicômica que Índia e Paquistão insistem em encenar.

Detalhe sinistro: além da população gigantesca nos dois lados, os países em questão têm um arsenal militar imenso que dispõe de bombas atômicas.

A notícia foi publicada no Estadão em 16/02/17:

Cantar o hino pode passar a ser obrigatório 
a estudantes indianos

Buscar formas para reforçar o nacionalismo indiano passou a ser uma preocupação do governo de Narendra Modi

Primeiro, foi o cinema. Agora, as escolas. A execução do hino nacional passou a ser um dever na Índia antes de cada sessão de cinema desde o fim do ano passado, com prisão de quem teimar em ficar sentado. Agora, o governo quer expandir a medida para as escolas.

O problema é que a obrigação de cantar o hino é incompatível com uma norma de mais de 30 anos que isenta crianças pertencentes a alguns credos, como as Testemunhas de Jeová, de entoar o hino. O argumento é que isso equivaleria a uma forma de adoração.

A Suprema Corte quer revisar o julgamento de 1986 que favoreceu as crianças dessa corrente religiosa. A decisão de então considerou que forçá-las a cantar o hino seria ilegal. Segundo o jornal Indian Express, o tribunal afirma que a discussão, neste momento, é necessária porque “é extremamente importante estimular um senso de nacionalismo desde a infância”.

Buscar formas para reforçar o nacionalismo indiano passou a ser uma preocupação do governo de Narendra Modi desde a escalada na violência na Caxemira, em julho. As tensões entre a Índia e o Paquistão foram elevadas após a operação de repressão de forças indianas contra a dissidência na parte da Caxemira controlada por Nova Délhi. Os dois países, donos de armas nucleares, disputam o território.

Em setembro, os cinemas paquistaneses pararam de exibir filmes da Índia em “solidariedade” às Forças Armadas do país. As relações pioraram mais quando militantes mataram 18 soldados em um ataque a uma base do Exército indiano que a Índia atribui aos paquistaneses. Em resposta, a Índia realizou “ataques cirúrgicos” na Caxemira administrada por Islamabad, uma manobra que o Paquistão repudiou.

A disputa na indústria do entretenimento cresceu. A Associação Indiana de Produtores Cinematográficos, uma entidade pequena de cineastas, proibiu seus membros de contratarem atores paquistaneses. A mídia indiana, ainda em setembro, noticiou que o líder de um partido regional de direita, Maharashtra Navnirman Sena, deu um prazo de dois dias para atores paquistaneses deixarem a Índia ou serem “empurrados para fora”.



domingo, 29 de janeiro de 2017

Adeus, John Hurt!


John Hurt foi um monstro da história do cinema, um ator que valorizava cada filme para o qual era convocado.

Uma pena que ele tenha nos deixado no último dia 25 de janeiro, vítima de complicações de um câncer no pâncreas, aos 77 anos de idade.

Participou de grandes obras do cinema, desde um papel coadjuvante no clássico "O Homem Que Não Vendeu Sua Alma" ("A Man For All Seasons", 1966) até "A Lenda de Tarzan" ("The Legend of Tarzan", 2016), passando por "O Expresso da Meia-Noite" (1978), "O Homem Elefante" (1980), "Rob Roy" (1995), "V de Vingança" (2005), além do papel recorrente do Sr. Olivaras na série Harry Potter e tantas outras aparições igualmente brilhantes.

Entretanto, a cena que todos se lembrarão de John Hurt é aquela icônica e "estomacal" de "Alien, o Oitavo Passageiro" (1979), quando - no meio de uma refeição coletiva aparentemente inofensiva - o monstrinho alienígena explode o peito do seu personagem Kane, que involuntariamente se torna hospedeiro do mal que vai devastar a nave, a sua tripulação e assustar a plateia como poucos outros monstros na história das telonas fizeram.

Com o coração já cheio de saudades, fiquemos então com essa cena antológica, celebrando a vida e a obra deste artista insuperável e inesquecível:




quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Adeus, Carrie Fisher e Debbie Reynolds




Ainda faltam 3 dias para 2016 acabar e já cansamos de dizer adeus a grandes astros e estrelas da música e do cinema. Já chega, não é mesmo?

Nos dois últimos dias faleceram Carrie Fisher, a princesa Leia de Star Wars, e sua mãe, a atriz da época de ouro do cinema, Debbie Reynolds.

A relação conturbada de mãe e filha não impediu que cada uma delas deixasse sua marca profunda na cultura popular.

Em homenagem a ambas, segue uma cena de "Cantando na Chuva" (1952):




sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Martin Scorsese lança filme sobre origens do cristianismo no Japão


Sobre o tema e o livro que inspirou o filme, já publicamos aqui no blog:



O artigo abaixo foi publicado no blog Carmadélio:

‘Silêncio’, o novo filme de Martin Scorsese sobre os cristãos perseguidos no Japão

Após uma acidentada rodagem, o diretor de formação católica, apresentará em dezembro o drama de dois jovens jesuítas que vão ao Japão em busca de um missionário que perdeu sua fé após sofrer inúmeras torturas.

O diretor de cinema Martin Scorsese, finalmente irá estrear, em dezembro, seu aguardado filme Silêncio. Um filme que está na mente do cineasta desde 2004 e que contará o drama dos cristãos perseguidos no Japão dos samurais

Scorsese, de formação católica, explica que a história será protagonizada por Liam Neeson, Adam Driver e Andrew Garfield, e tratará de dois jovens jesuítas que vão ao Japão em busca de um missionário que perdeu sua fé após sofrer inúmeras torturas. Ali viverão a experiência da perseguição.

O filme, produzido pela Paramount, viveu uma rodagem muito acidentada durante as 14 semanas de filmagens em Taiwan. Segundo conta Religión en Libertad, em janeiro de 2015, um teto caiu, causando a morte de um funcionário e ferindo outros três.

O diretor baseou o roteiro do seu filme no romance Silêncio, do escritor católico japonês Shusaku Endo (1913-1997). Uma história ambientada no Japão dos séculos XVI e XVII, e que se centra principalmente no choque de mentalidades entre a espiritualidade dos jesuítas espanhóis e portugueses e o pragmatismo materialista dos japoneses.

O autor escreveu este romance após anos de estudos da literatura cristã francesa e de autores como Paul Claudel ou Emmanuel Mounier.

A perseguição de cristãos no Japão

As primeiras perseguições de convertidos japoneses aconteceram em nível local, provocadas principalmente pelos protestantes ingleses e holandeses, pelo clero budista e a nobreza. Os ataques aconteceram até 1873, chegando a se expandir por todo o império

O romance conta como os jesuítas começam a pregar no país sob o assédio das autoridades. A perseguição fez os religiosos e o padre Sebastián Rodríguez, enviado ao Japão para consolar os que ali se encontravam e julgar um padre apóstata, se colocarem a questão de se realmente valia a pena sofrer tantas desgraças, inclusive quem é verdadeiramente Jesus e o papel de Deus.

Os missionários católicos chegaram ao Japão em 1549 e embora, em um princípio, a fé cristã parecesse não tocar a comunidade nipônica, finalmente se estabeleceu no país. Em 1600, já havia 95 jesuítas estrangeiros no país (57 portugueses, 20 espanhóis, 18 italianos) e ao menos 70 jesuítas nativos do Japão.

O auge do cristianismo provocou, em 1614, o início de uma perseguição sistemática contra os cristãos e que se proibisse os padres de continuarem sua pregação. Desse momento em diante, o cristianismo entrou na clandestinidade e, segundo os historiadores, pelo menos 18 jesuítas, sete franciscanos, sete dominicanos, um agostiniano, cinco sacerdotes seculares e um número desconhecido de jesuítas nativos foram descobertos e executados.

A perseguição provocou mil mártires diretos e milhares de cristãos leigos morreram por causa de doenças e da pobreza aos sofrerem o confisco dos seus bens.

Durante 240 anos o Japão permaneceu fechado ao mundo e embora algumas comunidades tenham tentado manter o cristianismo sem contato com o exterior e sem sacerdotes, o número de católicos diminuía e iam se afastando do cristianismo.

Fonte: Actuall



terça-feira, 9 de agosto de 2016

Padre pedófilo que ficou mundialmente conhecido se suicida em MG

A informação é da Agência Brasil:

Padre pedófilo citado no filme Spotlight se suicida em presídio de Três Corações

Leo Rodrigues

O padre Bonifácio Buzzi, que estava preso por pedofilia em um presídio de Três Corações (MG), foi encontrado morto ontem (7). Ele tinha 57 anos e estava em uma cela individual. Segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) do Governo de Minas Gerais, ele cometeu suicídio se enforcando com uma teresa (corda) feita utilizando um lençol.

O caso do padre é citado no filme Spotlight, um dos vencedores do Oscar 2016, que se baseia na história real do trabalho de repórteres do jornal norte-americano The Boston Globe, que desvendou como a igreja católica escondia crimes de pedofilia. Em 2015, Bonifácio Buzzi figurou na lista internacional de sacerdotes que abusaram sexualmente de crianças e adolescentes.

Crimes em série

Ao fim do filme, junto aos créditos, é apresentada a lista de cidades onde esses crimes foram cometidos. Mariana (MG) é citada por ser o município onde Bonifácio Buzzi abusou de um garoto de 9 anos. O caso ocorreu em 2001 no distrito de Mainart. O padre foi condenado a 20 anos de prisão e ficou preso entre 2007 a 2015, quando passou a cumprir a pena em liberdade.

Entretanto, novas denúncias o levaram de volta à prisão. Após ser colocado em liberdade no ano passado, ele teria abusado sexualmente de dois meninos na zona rural de Três Corações (MG).

A suspeita levou um juiz da cidade a determinar sua prisão preventiva. Bonifácio Buzzi foi encontrado na última sexta-feira (5), em Barra Velha (SC), numa ação que contou com a cooperação de policiais catarinenses. No sábado, Bonifácio Buzzi deu entrada no presídio de Três Corações (MG), um dia antes de cometer o suicídio.

Edição: Kleber Sampaio



domingo, 3 de julho de 2016

100 anos da batalha que matou 1 milhão na 1ª Guerra Mundial

Saltando as trincheiras sangrentas na Batalha do Somme:
1 milhão de mortos para conquistar apenas 9 km de território inimigo.

Além de denunciar a estupidez e a inutilidade de qualquer guerra, a Batalha do Somme foi determinante na sequência da barbárie que dominou o mundo no século XX, e sua influência nefasta perdura até hoje.

Somente no primeiro dia de confrontos, o infame dia 01/07/1916, foram mortos 19.240 soldados britânicos, sem contar as demais nacionalidades envolvidas (franceses e alemães, sobretudo).

A matéria é da BBC Brasil:

O centenário da batalha que matou mais de 1 milhão e traumatizou a Europa

"Cavamos por alguns metros
E lá os deixamos para descansar
Mas o sangue à noite ainda é vermelho
Sim, mesmo à noite
E a face de um homem morto é branca"

O poema de Leslie Coulson, de 1916, é apenas mais um registro dos horrores da Batalha do Somme, uma das mais sangrentas da Primeira Guerra Mundial e, de acordo com historidadores, uma das maiores chacinas da história da humanidade.

Esta sexta-feita marca o início de um combate em que, durante cinco meses, forças britânicas e francesas enfrentaram tropas alemãs ao longo do rio Somme, na França, em uma frente de apenas 24 km, mas em uma horrenda guerra de atrito que resultou em mais de 1 milhão de mortes.

Apenas no primeiro dia de enfrentamentos, pelo menos 30 mil soldados teriam morrido. A Batalha do Somme se tornou um dos símbolos do trauma provocado pela Primeira Guerra no imaginário europeu e seu impacto teve influência em aspectos não muito óbvios - o escritor J.R.R. Tolkien, por exemplo, lutou nas trincheiras do Somme e muitos acadêmicos dizem que a experiência inspirou a trilogia O Senhor dos Anéis.

E há especialistas que veem a carnificina como desnecessária - cujo resultado final, na prática, foi um avanço de apenas 9 km por território controlado pelo inimigo.

A batalha

A Ofensiva do Somme teve como objetivo reforçar as tropas francesas que lutavam na região de Verdun e enfraquecer as tropas alemãs. Ao contrário dos dois países, porém, o Reino Unido na época da Primeira Guerra não tinha um Exército forte e enviou para o front um imenso número de voluntários, que, em um primeiro momento, não conseguiam penetrar as linhas alemãs.

Apenas no primeiro dia de combates, pelo menos 19 mil soldados britânicos morreram, um número altíssimo de baixas que não convenceu o comandante Douglas Haig a diminuir a intensidade do ataque. Mas aos poucos a superioridade numérica dos aliados começou a falar mais alto - os britânicos, por exemplo trouxeram pelotões de então colônias como Austrália e África do Sul.

Em agosto, os alemães já contabilizavam mais de 250 mil mortos e feridos e ainda tinham de lidar com outros problemas. O maior poder naval britânico e francês resultou em bloqueios no Mar do Norte e no Adriático, causando severa escassez de alimentos na Alemanha.

O quadro apocalíptico fez com que o comandante das forças alemães, Erich von Falkenhayn, renunciasse. Em setembro, mesmo a resistência frenética alemã e os rigores do inverno não pareciam capazes de frear o avanço aliado. Mas foi apenas em novembro que a a última escaramuça da Batalha do Somme teve lugar, nas proximidades do rio Ancre.

Nos 141 dias de batalha, as forças aliadas ganharam apenas 9 km de território inimigo. Mas mesmo esse pequeno avanço teve sua importância: historiadores dizem que levou à maturação da tropas britânicas e à vantagem psicológica obtida sobre os alemães quando o inimigo recuou.

Tecnologia no front

A Batalha do Somme marcou a entrada no teatro militar de importantes inovações tecnológicas. Em 15 de setembro, na Batalha de Flers Courcelette (que fez parte de Somme), os britânicos usaram uma arma secreta: o tanque de guerra. 48 tanques Mark I participaram dos combates, embora apenas 21 tivessem conseguido chegar à linha de frente - 17 quebraram no caminho.

Aviões jã faziam parte do teatro de operações da Primeira Guerra desde o início, em 1914, especialmente para operações de reconhecimento. No Somme, o poder aéreo foi muito mais importante neste sentido, embora pilotos já estivessem equipados com armamento para ataques e pequenos bombardeios.

Batalhões de camaradas

O recrutamento de voluntários para o Exército britânico teve sucesso devido à estratégia de usar o espírito cívico e comunitário como principal isca: milhares de "batalhões de camaradas", recrutados localmente em vez de nacionalmente, sob o raciocínio de que homens se sentiriam mais estimulados a servir com pessoas conhecidas.

Infelizmente, isso também tornou o trauma da guerra mais intenso - com a gradual dizimação de pelotões e mais pelotões. Cidades inteiras choraram a perda de vidas. Um exemplo: o 11º Regimento de East Lancashire enviou para a frente do Somme 784 "camaradas" em 1º de julho - apenas no primeiro dia, quase 600 estavam mortos ou feridos, e rumores de que apenas sete tinha sobrevivido causaram violentos protestos nas ruas da cidade de Accrington, de onde vinham os voluntários.

Guerra nas telas

Pela primeira vez na história, uma guerra foi filmada. E 20 milhões de pessoas no Reino Unido - quase metade da população em 1916 - correu para os cinemas para assistir ao documentário A Batalha do Somme, que usou cenas reais do front.

O filme teve imenso impacto e até hoje é um dos mais vistos na história do cinema britânico - teve mais espectadores que o episódio original de Star Wars. Pessoas conhecidas no front

Tolkien não foi a única pessoa conhecida que participou dos combates no Somme. O compositor Ralph Vaughan Williams já tinha composto The Lark Ascending (uma das peças de música erudita preferidas do público britânico até hoje) quande se alistou como soldado do corpo médico britânico e foi enviado ao front.

Do lado alemão, havia Otto Frank, nascido em Frankfurt, cuja filha Anne ficou famosa ao escrever um diário sobre os anos em que sua família, judia, viveu escondida da perseguição nazista na Holanda. Ele viria a ser o único da família a sobreviver ao Holocausto.

Também estava nas trincheiras um jovem austríaco, de 25 anos, que havia se voluntariado para a guerra. Seu nome? Adolf Hitler.


domingo, 28 de fevereiro de 2016

A melhor sequência inicial da história do cinema


Como o dia é de entrega do Oscar, o mais famoso prêmio da indústria do cinema, decidi escrever sobre aquela que eu considero, na minha modesta opinião e com uma certa (muita, talvez) ingenuidade, a abertura mais espetacular da história das telonas.

Os cinéfilos mais autorais talvez sugiram "O Sacrifício" de Andrei Tarkovski (1986), os mais práticos talvez prefiram "O Resgate do Soldado Ryan" (1998), os mais clássicos devem recorrer a "Crepúsculo dos Deuses" (1950), entre tantos outros que merecem igual crédito.

Trata-se de um desenho animado produzido pela Disney em 1994, "O Rei Leão" ("The Lion King"), que reviveu o gênero até então esquecido e menosprezado em Hollywood e o elevou a um novo patamar com múltiplas produções que fizeram com que - a partir de 2002 - a Academia criasse um prêmio específico para a categoria, na qual o filme brasileiro "O Menino e o Mundo", do diretor paulistano Alê Abreu, concorre esta noite.

Em "O Rei Leão", tudo é feito à perfeição. Do roteiro hamletiano bem amarrado à trilha sonora espetacular (orquestrada) de Hans Zimmer, com músicas de Elton John e letras de Tim Rice. 

Além do Oscar para Hans Zimmer, três canções do filme concorreram ao Oscar de melhor música: "Circle of Life", "Hakuna Matata" e "Can You Feel The Love Tonight", com o prêmio indo para a última.

Tudo é tão bem ajustado em "O Rei Leão" que as vozes originais em inglês foram dubladas por atores consagrados como James Earl Jones (a voz original do Darth Vader em "Star Wars", que aqui dá vida a Mufasa), Rowan Atkinson (o Mr. Bean interpretando Zazu), Matthew Broderick como o jovem Simba, Nathan Lane como Timão, Whoopi Goldberg como a hiena Shenzi, sem contar Jeremy Irons como o antagonista Scar, a quem cabe também interpretar lindas canções como "Be Prepared!".

A abertura ficou tão sensacional que, caso único na história do cinema, ela própria se tornou o trailer promocional. Antes da estreia do filme, as pessoas viam esta exata abertura anunciando a data em que poderiam vê-lo na íntegra, o que gerou uma comoção como nunca se havia visto em relação a um desenho animado nos cinemas.

Na sequência inicial, embalada pela canção "Circle of Life", tudo se encaixa perfeitamente. O sol nasce na África e sua exuberante fauna é chamada para festejar o nascimento de Simba, o herdeiro do rei-leão então no Trono, Mufasa).

Das cataratas de Vitória ao monte Kilimanjaro, passando pelas savanas do Serengeti, todos os animais africanos, dos menores aos maiores, terrestres e alados, se reúnem numa caravana em direção à Pedra do Reino, para conhecer o rebento.

Zebras, gnus, guepardos, flamingos, girafas, participam em perfeita harmonia de uma procissão em que os gentis elefantes dão carona aos pássaros cansados nos seus marfins.

Há uma espécie de trégua apocalíptica para que todos os animais, sem exceção, possam se reunir para celebrar a promessa de continuidade do reino que os une.

As referências religiosas são óbvias, e de clara inspiração cristã. Búfalos e antílopes abrem passagem para o sacerdote mandril (a quem Simba depois chama ironicamente de "babuíno"), Rafiki, que sobe à Pedra do Reino e, após cumprimentar os pais, "batiza" o príncipe herdeiro.

Em seguida, Rafiki leva o jovem leãozinho à frente para exibi-lo aos fiéis súditos que o aguardam. Diante de Simba, então, os animais selvagens irrompem em êxtase diante do futuro rei e ordenadamente se ajoelham mostrando sua submissão nesse estranho mundo perfeito em que um raio de luz solar vem chancelar a cena com o selo divino.

Eis a sequência:


O filme segue nessa linha de eterno retorno e redenção, celebrando os símbolos do "ciclo da vida" em que novas gerações e estações vão se sobrepondo às antigas, mas o mundo insiste em manter uma harmonia sem fim.

Tudo se vive, tudo se sofre, tudo se alegra, tudo se renova em "O Rei Leão", mais ou menos como é a vida de cada um de nós.

Isto fica claro na sequência final de "O Rei Leão", quando Simba termina por assumir de fato o trono que era de seu pai, abençoado por Rafiki que lhe diz "It is time!" ("Chegou a hora!") e Mufasa que - redivivo - dos céus lhe dirige a voz com a mensagem "Remember!" ("Lembre-se").

Lavado pela chuva que leva embora a amargura, a dor, o remorso, o sofrimento e as cinzas do passado, a fauna africana vê Simba e sua companheira Nala apresentarem o novo herdeiro a um mundo que clama continuamente por renovo, fé e esperança.

Delicie-se também, portanto, com mais esta belíssima cena de "O Rei Leão":




terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Circuito off carnaval - 14


Sim, meus caros antifoliões, chegamos ao último dia do já nosso já consagrado circuito off carnaval. Tristeza para alguns, alívio para outros (a maioria, imaginamos - risos).

Encerramos nossas atividades "fora-Momo!" de 2016 com John Williams, responsável por muitas das mais conhecidas trilhas de filmes eternizados em nossos corações e mentes.

Nascido em 8 de fevereiro de 1932, Williams completou 84 anos de idade ontem e segue firme na ativa, dando uma roupagem moderna, colorida e popular à música clássica, que é o que ele sabe fazer melhor.

No começo de sua carreira, ele compôs a trilha sonora de séries de televisão, como "Perdidos no Espaço" e "Terra de Gigantes", mas foi no cinema que sua obra realmente se agigantou e se popularizou, rendendo-lhe o recorde de 50 indicações ao Oscar, com 5 vitórias.

Difícil resumir a história de John Williams na música que embala tantos filmes, mas tentamos fazer uma pequena seleção abaixo, desde o violino chorando em "A Lista de Schindler", passando pelo suspense eletrizante de "Tubarão" até a "Marcha Imperial de Guerra nas Estrelas", que curiosamente homenageia Darth Vader, um dos maiores vilões já vistos nas telonas.

Desfrutemos, então, do talento de John Williams:


"A Lista de Schindler"


"A. I. - Inteligência Artificial"


"JFK - A pergunta que não quer calar"


"E. T. - O Extraterrestre"


"O Destino do Poseidon"


"Esqueceram de Mim"


"O Império do Sol"


"Jurassic Park"


"Harry Potter"


"Superman"


"Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida"


"Tema principal de Guerra nas Estrelas"


"Tubarão"


"Amistad"



"Marcha Imperial de Guerra nas Estrelas"




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