O que me espanta nisso tudo é a lógica que se esconde por trás deste discurso maradoniano de apoio aos jogos nas alturas. A altitude funciona como um doping, uma vantagem que o jogador que lá vive tem sobre os recém-chegados das planícies e do litoral. Seria ótimo poder se aclimatar pra jogar uma partida de futebol em igualdade de condições, mas a única saída seria ele usar um equipamento de oxigênio que nivelasse o seu consumo do precioso gás. Certamente, isto seria visto pelos nossos fanfarrões como vantagem indevida, mas é curioso que eles não apliquem o mesmo raciocínio ao seu pleito do altímetro. Nós, que já sofremos tanto com o jeitinho brasileiro, agora nos deparamos com o jeitinho boliviano, com uma pitadinha argentina. Talvez eu esteja enganado e tudo se trate apenas da velha e boa hospitalidade boliviana: "Pede pra subir! Pede pra subir!".
quarta-feira, 19 de março de 2008
Los "fanfarrones"
O que me espanta nisso tudo é a lógica que se esconde por trás deste discurso maradoniano de apoio aos jogos nas alturas. A altitude funciona como um doping, uma vantagem que o jogador que lá vive tem sobre os recém-chegados das planícies e do litoral. Seria ótimo poder se aclimatar pra jogar uma partida de futebol em igualdade de condições, mas a única saída seria ele usar um equipamento de oxigênio que nivelasse o seu consumo do precioso gás. Certamente, isto seria visto pelos nossos fanfarrões como vantagem indevida, mas é curioso que eles não apliquem o mesmo raciocínio ao seu pleito do altímetro. Nós, que já sofremos tanto com o jeitinho brasileiro, agora nos deparamos com o jeitinho boliviano, com uma pitadinha argentina. Talvez eu esteja enganado e tudo se trate apenas da velha e boa hospitalidade boliviana: "Pede pra subir! Pede pra subir!".
Los "fanfarrones"
2008-03-19T22:52:00-03:00
Hélio Pariz
Bolívia|esporte|futebol|
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